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Sociólogos e pesquisadores preferem utilizar duas abordagens diferentes para a pobreza: os conceitos de pobreza absoluta e de pobreza relativa. O primeiro grupo fundamenta-se na ideia de subsistência, focando nas condições básicas que devem ser preenchidas para que se tenha uma existência fisicamente saudável. O segundo grupo de pesquisadores, que defendem a utilização do conceito de pobreza relativa, relacionam-no ao padrão de vida geral predominante em uma sociedade específica.
Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir, associando corretamente a 1.ª coluna com a 2.ª.
a - Pobreza absoluta
b - Pobreza relativa
c - Linha da Pobreza
( ) Classifica os indivíduos não segundo um padrão de vida predominante, mas sim segundo a definição cultural de pobreza, que pode variar de país para país.
( ) Classifica indivíduos de acordo com padrões de consumo de alimentos, abrigo, roupas, acesso a bens essenciais.
( ) Dizem os pesquisadores que as necessidades humanas podem variar de lugar para lugar e de país para país, portanto, a definição de pobreza deve considerar essa variação para escapar da padronização.
( ) Diz respeito a uma técnica utilizada para medir a pobreza com base no preço das mercadorias básicas necessárias à sobrevivência humana em uma sociedade particular.
( ) Remete a uma condição caracterizada por indivíduos em uma grave privação de necessidades humanas básicas, além de alimentos, água potável, instalações sanitárias, saúde, residência, educação e informação.
A sequência CORRETA é, de cima para baixo:
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Os teóricos que mais diretamente influenciaram o surgimento do movimento intelectual do século XIX, chamado de positivismo, foram:
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Aplicamos o relativismo cultural quando suspendemos nossas próprias crenças culturais, por mais que estejam profundamente sustentadas, e passamos a examinar uma ou várias situações de acordo com os padrões de uma outra cultura. Sobre a relativização, analise as afirmativas abaixo:
I - Relativizar é ver as verdades da vida menos como uma questão de essência das coisas e mais como uma questão de posição.
II - Relativizar é compreender o outro e a outra cultura a partir dos nossos valores morais e nossos padrões sociais.
III - Relativizar é transformar características e diferenças culturais em hierarquias, por mais que revelem coerências para o outro.
IV - Relativizar é procurar avaliar os costumes e tradições como produtos de uma cultura, que não é melhor e nem pior que a nossa.
V - Relativizar é procurar compreender as artes, os costumes e as tradições como elementos materiais ou imateriais próprios de uma mesma comunidade.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leia a definição a seguir: Traduz-se numa visão do mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo, e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é a existência. No plano intelectual, pode ser visto como a dificuldade de pensarmos a diferença; no plano afetivo, como sentimentos de estranheza, medo, hostilidade etc. Essa definição refere-se ao:
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A Sociologia sempre debateu sobre as relações entre indivíduo e sociedade, entre modernidade e tradição. Um dos autores representativos desse debate é Anthony Giddens, que, em seu livro As consequências da modernidade, apresenta a seguinte afirmação: “A reflexividade da vida social moderna consiste no fato de que as práticas sociais são constantemente examinadas e reformadas à luz de informação renovada sobre estas próprias __________, alterando assim constitutivamente seu caráter. [...] Todas as formas de vida social são parcialmente constituídas pelo conhecimento que os atores têm delas. Saber "como ir adiante" no sentido de Wittgenstein é intrínseco às __________ que são tiradas da, e reproduzidas pela, atividade humana. Em todas as culturas, as _________ sociais são rotineiramente alteradas à luz de descobertas sucessivas que passam a informá-las. Mas somente na era da modernidade a revisão da __________ é radicalizada para se aplicar (em princípio) a todos os aspectos da vida humana, inclusive à intervenção tecnológica no mundo material. Diz-se com frequência que a modernidade é marcada por um apetite pelo novo, mas talvez isto não seja completamente preciso. O que é característico da __________ não é uma adoção do novo por si só, mas a suposição da reflexividade indiscriminada — que, é claro, inclui a reflexão sobre a natureza da própria reflexão.”
A alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto é:
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Estudos e pesquisas atuais em educação no Brasil indicam que a questão da diferença e da identidade cultural se tornou um dos principais focos da atenção dos educadores. Aos desafios que emergem na coexistência diferenciada de sujeitos que se constituem na relação entre múltiplas culturas (tanto do ponto de vista étnico, quanto geracional, físico-mental e de gênero), vêm-se formulando respostas educativas numa perspectiva intercultural. Ou seja, buscase reconhecer o outro como produtor de significados, no sentido de acolhê-lo e compreendê-lo mediante múltiplas linguagens e estratégias relacionais, deixar-se interpelar por eles, responder-lhe de modo respeitoso e criativo, estabelecer laços de comunicação e de reciprocidade que vivificam as tramas complexas de significados constitutivas dos contextos socioculturais.
Analise as afirmativas abaixo:
I - Para além da perspectiva da diversidade, emerge também a perspectiva da diferença, sendo que essa se constitui pela autoafirmação do sujeito, com múltiplas alternativas de interpretações e posicionamentos singulares.
II - As relações sociais e educacionais transformam-se a partir do reconhecimento da diferença que se manifesta nas ações, nos saberes, nas interações desenvolvidas pelos diferentes sujeitos.
III - Sujeitos que se constituem subjetivamente no jogo fluido, ambivalente, relacional do entrelaçamento de suas diferentes identidades e, ao mesmo tempo, constituem e transformam esses mesmos campos identitários.
IV - As pessoas se educam em relação aos outros e entre si, mediatizadas pelo mundo; também seus mundos e suas culturas se transformam na medida em que eles estabelecem mútuas interferências, mediatizadas pelas próprias pessoas que interagem.
Assinale a alternativa CORRETA.
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É por meio da luta de classes que as principais transformações estruturais são impulsionadas, por isso ela é dita o “motor da história”. A classe explorada constitui-se, assim, no mais potente agente da mudança. Por isso se distinguem conceitualmente as classes em si como o conjunto dos membros de uma sociedade que são identificados por compartilhar determinadas condições objetivas, ou a mesma situação no que se refere à propriedade dos meios de produção, das classes para si, que são classes que se organizam politicamente para a defesa consciente de seus interesses, cuja identidade é construída também do ponto de vista subjetivo. Essa é uma formulação utilizada por teóricos ligados à concepção:
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Leia as afirmações a seguir:
I - É registrada a data e a hora de envio da mensagem.
II - As mensagens devem ser lidas periodicamente para não acumular.
III - Não indicado para assuntos confidenciais.
IV - Utilizada para comunicações internacionais e regionais, economizando despesas com telefone e evitando problemas com fuso horário.
V - As mensagens podem ser arquivadas e armazenadas, permitindo-se fazer consultas posteriores.
São vantagens do correio eletrônico aquelas dispostas em apenas:
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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência
Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.
O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.
Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.
Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.
É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.
Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.
Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.
Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.
Considere o trecho: “Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas.” (Linhas 6-8) O sinal indicativo de crase foi usado no trecho acima porque se verifica a ocorrência de
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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência
Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.
O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.
Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.
Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.
É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.
Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.
Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.
Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.
Considere o trecho: “[...] você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia [...]” (Linha 28) O termo “mas também” insere no trecho uma ideia de
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