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A casa de Bento está localizada a 9,6m da padaria e a 5,4 m do supermercado. Além disso, sua casa está a uma distância y da quadra de esportes do bairro. A figura abaixo ilustra esta situação onde os pontos C, P, S e Q denotam, respectivamente, a casa de Bento, a padaria, o supermercado e a quadra de esportes.

Considere que o triângulo SQP seja triângulo retângulo com hipotenusa \( \overline{SP} \). Suponha que o segmento de reta \( \overline{QC} \) faça um ângulo de 90º com o segmento\( \overline{SP} \).
Portanto, podemos afirmar que a distância \( y \) destacada da figura é de
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Seja \( f(x)=x^2-6x+9 \) uma função do segundo grau. Considere um triângulo \( ABC \) formado pelos pontos \( A=(0,0), B=(0,f(0)) \) e \( C \) o vértice da parábola dada pela representação gráfica da função \( f(x) \).
Portanto, a área do triângulo \( ABC \) é igual a
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Considere as afirmações a seguir.
I. O polinômio \( p(x)=x^3-4x^2-7x+10 \) possui três raízes distintas, a saber, e
II. Existem, exatamente, 181.440 anagramas da palavra GEOMETRIA.
III. Uma progressão aritmética tem primeiro e vigésimo termos, respectivamente, iguais a 1 e 29,5. Então, a razão desta progressão é igual a 1⁄2
IV. A soma dos ângulos internos de um polígono regular de 15 lados é igual a 2700º.
É (são), necessariamente, verdadeira (s) apenas
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Em um determinado grupo de pessoas, 82% disseram utilizar o celular para realizar pesquisas na internet, enquanto 64% utilizam o computador. Apenas 7% não utilizam nem o celular nem o computador para pesquisas na internet.
Deste modo, a porcentagem de pessoas que utilizam o celular e o computador para realizar pesquisas na internet é igual a
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Com a intenção de juntar dinheiro para realizar uma viagem para Europa, Laura se comprometeu a fazer depósitos mensais em sua poupança. Sua meta é depositar 1 real no primeiro mês, 3 reais no segundo mês, 9 no terceiro mês, 27 no quarto mês e assim sucessivamente. Ela pretende juntar R$ 29.000,00 para realizar sua viagem.
De acordo com estas informações, supondo que Laura siga corretamente a meta estabelecida, quantos meses, no mínimo, serão necessários para obter a quantia que ela almeja?
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
[...]
Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
[...]
Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Sobre o conteúdo do texto é coerente afirmar que:
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
[...]
Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
[...]
Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Assinale a proposição que explica corretamente a ocorrência de crase no seguinte período: "A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida".
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Na frase: "Pelé também foi resiliência.", qual das expressões a seguir pode ser considerada o melhor sinônimo de resiliência?
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
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De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Sobre o período: "Há quem o considere o maior brasileiro de todos.", pode-se afirmar que:
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
[...]
Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
[...]
Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Quanto à classificação das orações coordenadas e subordinadas, analise as proposições a seguir.
I. No trecho "Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.", a palavra tampouco introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva.
II. O trecho "Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca.", apresenta um período composto por duas orações: a primeira é subordinada adverbial de tempo e a segunda funciona como oração principal.
III. No trecho "A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei.", entre as cinco orações que compõem o período, uma delas transmite a ideia de finalidade.
IV. No trecho "Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958.", pode-se afirmar que o período NÃO possui oração reduzida.
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