Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto, para responder a questão.
Eram duas mulheres brigando – e depois não houve
nada. Embolaram-se por qualquer motivo, e não queriam desprender-se uma da outra. Não havendo superioridade física
acentuada de uma das partes, as duas se fundiram num corpo confuso e sacudido de vibrações que ia e vinha pela calçada, lento e brusco, nervoso e rítmico. O instinto de dança
subsistia no íntimo das contendoras, prevalecendo sobre as
tentativas dos corpos para se abaterem mutuamente, e tudo
se fazia em silêncio, como se baila, mesmo porque nenhuma
palavra adiantaria à cólera das mulheres, que só o jogo de
músculos e nervos saberia exprimir numa linguagem dinâmica e cheia de consequências.
Brigaram bem cinco minutos, uma eternidade para entreveros. Não tinham pressa de acabar.
Brigavam com fúria e ao
mesmo tempo com método. O fato de uma não ser bastante
vigorosa para decidir logo a peleja não impediu que ela dominasse a outra. Dominava, mas a outra não se rendia.
(Carlos Drummond de Andrade. Luta. Fala, amendoeira)
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Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Eram duas mulheres brigando – e depois não houve
nada. Embolaram-se por qualquer motivo, e não queriam desprender-se uma da outra. Não havendo superioridade física
acentuada de uma das partes, as duas se fundiram num corpo confuso e sacudido de vibrações que ia e vinha pela calçada, lento e brusco, nervoso e rítmico. O instinto de dança
subsistia no íntimo das contendoras, prevalecendo sobre as
tentativas dos corpos para se abaterem mutuamente, e tudo
se fazia em silêncio, como se baila, mesmo porque nenhuma
palavra adiantaria à cólera das mulheres, que só o jogo de
músculos e nervos saberia exprimir numa linguagem dinâmica e cheia de consequências.
Brigaram bem cinco minutos, uma eternidade para entreveros. Não tinham pressa de acabar.
Brigavam com fúria e ao
mesmo tempo com método. O fato de uma não ser bastante
vigorosa para decidir logo a peleja não impediu que ela dominasse a outra. Dominava, mas a outra não se rendia.
(Carlos Drummond de Andrade. Luta. Fala, amendoeira)
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Leia a tira, para responder a esta questão.

O efeito de sentido da tira consiste em
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Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
• No caso do luto, nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar – e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. • … não seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem a adotar – se acharem importante – o Dia da Família?
É correto afirmar que esse sinal de pontuação está empregado nas passagens isolando informações para, respectivamente,
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Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
a adotar – se acharem importante – o Dia da Família? Isso
poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Todos sabemos que para falar a uma criança e ser verdadeiramente ouvido por ela é preciso ter clareza sobre o
que sentimos e o que queremos transmitir. No caso do luto,
nossa dificuldade para lidar com o assunto pode atrapalhar –
e muito – a forma como uma criança que perdeu alguém querido vai reagir. A raiz do problema está na nossa cultura: os
tabus relacionados à morte tornam ainda mais dura a vivência infantil do luto. Nossa tendência é preferir o silêncio para
não enfrentar nossa própria dor nem vê-la refletida no outro.
No Ocidente, a morte ainda é tabu. Quase não falamos
sobre isso e torcemos para que a criança não pergunte e não
tenhamos de responder. O desconforto maior, na verdade,
é do adulto. É parte da nossa cultura a dificuldade de falar
sobre coisas tristes.
Uma proposta que poderia ajudar a quebrar o tabu é a da
psicóloga americana Jessica Zitter. Ela acredita que deveríamos incluir os temas do luto e da morte no currículo escolar.
Mas, até uma iniciativa dessa ser aceita e tornar-se acessível
a toda a sociedade, as crianças verão e sentirão os adultos
lidando de forma problemática com o luto, o que aumentará
ainda mais sua insegurança. Tendo perdido um dos pais, elas
vivem situações como o Dia dos Pais ou o Dia das Mães
na escola. São ocasiões em que a exposição da ausência
intensifica a dor. Sobre isso, vai a primeira provocação: não
seria hora de as escolas eliminarem esses dias e passarem
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poderia ajudar muito.
(Rita de Almeida. A infância e a morte. Veja, 03.01.2018. Adaptado)
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Um capital A, de R$ 1.500,00, aplicado a juros simples
com taxa mensal de 0,80% rendeu os mesmos juros
que um capital B, de R$ 1.800,00, também aplicado a
juros simples, com taxa mensal de 0,6%. Sabendo-se
que o capital B ficou aplicado um mês a mais que o
capital A, então o número de meses que o capital B ficou
aplicado foi
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