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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
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469720
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
. A Constituição Federal, de 1988, assegurou aos povos
indígenas
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469719
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
“Em meados da década de 1950, subitamente, irrompeu
dos catálogos (...) das gravadoras dirigidas aos negros
pobres dos EUA, para tornar-se o idioma universal
dos jovens, e notadamente dos jovens brancos”. Eric
Hobsbawn. A Era dos Extremos.
Nesse trecho o autor está se referindo ao gênero musical
Nesse trecho o autor está se referindo ao gênero musical
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469718
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
No dia 19 de fevereiro de 2018, o fotógrafo Sebastião
Salgado inaugurou no Supremo Tribunal Federal uma
exposição com 16 fotografias da série “Amazônia”.
Observe uma das fotos do evento:
Nesse evento, ele declarou: “A Amazônia é a última grande porção de floresta tropical do planeta e acho que nós todos juntos temos a obrigação de mantê-la. Essas populações indígenas representam a pré-história da humanidade, e feliz o país como o nosso que pode conviver com sua pré-história”. (https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/sebastiao-salgadocede-fotografias-e-abre-exposicao-sobre-amazonia-no-stf.ghtml)
Diante da afirmação de que as “populações indígenas representam a pré-história da humanidade”, é correto afirmar que
Observe uma das fotos do evento:

Nesse evento, ele declarou: “A Amazônia é a última grande porção de floresta tropical do planeta e acho que nós todos juntos temos a obrigação de mantê-la. Essas populações indígenas representam a pré-história da humanidade, e feliz o país como o nosso que pode conviver com sua pré-história”. (https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/sebastiao-salgadocede-fotografias-e-abre-exposicao-sobre-amazonia-no-stf.ghtml)
Diante da afirmação de que as “populações indígenas representam a pré-história da humanidade”, é correto afirmar que
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469717
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Buritizal-SP
Em uma aproximação com o ensino da Revolução industrial, Carlos Alberto Vesentini, em O saber Histórico na
sala de aula (1998), propôs estudos em sala de aula a
partir de determinados tema e linguagem que eram
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