Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto:
“As origens da Segunda Guerra Mundial produziram
uma literatura histórica incomparavelmente menor sobre
suas causas do que as da Primeira Guerra, e por um
motivo óbvio”. Eric Hobsbawn. A Era dos Extremos.
Segundo a perspectiva de análise do autor, a diferença da produção historiográfica sobre as origens da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais foram:
Segundo a perspectiva de análise do autor, a diferença da produção historiográfica sobre as origens da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais foram:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Durante as últimas décadas do século XIX e inícios do
século XX, surgiram cientistas e intelectuais dedicados
a pensar e projetar ideias sobre o futuro do Brasil, refletindo acerca de questões raciais, religiosas e culturais.
Silvio Romero, Nina Rodrigues e Euclides da Cunha
estão entre os principais nomes desse grupo. Assinale a
alternativa correta acerca de suas ideias.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo Ricardo Oriá, a preservação do patrimônio
cultural tem sido valorizada pela historiografia contemporânea. E socializar esse patrimônio na escola, com valores semelhantes, significa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o seguinte texto de Maria de Lourdes Monaco Janotti,
extraído em O saber Histórico na sala de aula (1998):
“O presente passou a explicar-se a partir de si mesmo. O perigo de ignorar o passado público pode também acarretar a perda da visão dialética da História e da vontade política que leva à crítica e à construção de projetos futuros.”
Segundo a autora,
“O presente passou a explicar-se a partir de si mesmo. O perigo de ignorar o passado público pode também acarretar a perda da visão dialética da História e da vontade política que leva à crítica e à construção de projetos futuros.”
Segundo a autora,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto escrito pela historiadora Mary Del Priore
(In: Historiografia Brasileira em Perspectiva):
“Fundada, pois, na constatação da negação e do esquecimento, a história da mulher emergiu e ganhou musculatura (…), atrelada à explosão do feminismo, articulada ao florescimento da antropologia e da história das mentalidades, bem como às novas aquisições da história social e às pesquisas, até então inéditas, sobre a memória popular. Este foi um período fundamental, no qual as feministas fizeram a história da mulher, antes mesmo dos historiadores. (…) Dois pólos fundamentais de reflexão ou duas preocupações estruturavam esta efervescência intelectual: fazer surgir as mulheres no seio de uma história pouco preocupada com as diferenças sexuais e demonstrar a opressão, a exploração e a dominação que sofriam e que as subjugava.”
Nesse texto, a autora faz referência específica a qual período histórico?
“Fundada, pois, na constatação da negação e do esquecimento, a história da mulher emergiu e ganhou musculatura (…), atrelada à explosão do feminismo, articulada ao florescimento da antropologia e da história das mentalidades, bem como às novas aquisições da história social e às pesquisas, até então inéditas, sobre a memória popular. Este foi um período fundamental, no qual as feministas fizeram a história da mulher, antes mesmo dos historiadores. (…) Dois pólos fundamentais de reflexão ou duas preocupações estruturavam esta efervescência intelectual: fazer surgir as mulheres no seio de uma história pouco preocupada com as diferenças sexuais e demonstrar a opressão, a exploração e a dominação que sofriam e que as subjugava.”
Nesse texto, a autora faz referência específica a qual período histórico?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
João José Reis (In: Viagem Incompleta) identifica que as
formas de resistência coletiva à escravidão eram
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira, para responder a esta questão.

O efeito de sentido da tira decorre, principalmente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder a questão.
Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo
com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos
entre os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de
hoje, era a fotografia de um jovem.
Tinha cinquenta anos naquela época, entretanto, idade
em que me considerava bem distante da juventude. Se me
for dado o privilégio de chegar aos noventa em pleno domínio
da razão, é possível que uma imagem de agora me cause
impressão semelhante.
O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde
a concepção. Lidar com a inexorabilidade desse processo
exige uma habilidade na qual somos inigualáveis: a adaptação. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que
vão do calor tropical às geleiras do Ártico.
Da mesma forma que ensaiamos os primeiros passos por
imitação, temos que aprender a ser adolescentes, adultos e a
ficar cada vez mais velhos.
A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos, muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63,
Matusalém, sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos gregos, romanos ou judeus viviam em média 30
anos. No início do século 20, a expectativa de vida ao nascer,
nos países da Europa mais desenvolvida, não passava dos
40 anos.
Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos
oitenta. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que
nossos atributos se modificam com o passar dos anos. Que
nenhuma cirurgia devolverá, aos 60, o rosto que tínhamos
aos dezoito, mas que envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que se movimentam, não fumam,
comem com parcimônia, exercitam a cognição e continuam
atentos às transformações do mundo.
Considerar a vida um vale de lágrimas, no qual submergimos de corpo e alma ao deixar a juventude, é torná-la experiência medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram
aqueles dos 15 aos 25 é não se dar conta de que a memória
é editora autoritária, capaz de suprimir por conta própria as
experiências traumáticas e relegar ao esquecimento as inseguranças, medos, desilusões afetivas, riscos desnecessários
e as burradas que fizemos nessa época.
Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele
tem “cabeça de jovem”. É considerá-lo mais inadequado
do que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança
de dez.
Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos
traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos anteriormente.
(Drauzio Varela, A arte de envelhecer. https://drauziovarella.com.br.
Adaptado)
Lidar com a inexorabilidade desse processo… … criar soluções diante da adversidade… … comem com parcimônia…
Essas palavras têm sinônimos adequados, respectivamente, em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container