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Foram encontradas 205 questões.

2774864 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Butiá-RS
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A figura a seguir apresenta o gráfico de uma função polinomial do primeiro grau, denotada por y = f(x).

Enunciado 3356509-1

Nessa condição, qual o valor de f(f(8))?

 

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Ana estava estudando para a prova de matemática. Ela resolveu um total de 12 exercícios em 1h10min. Sabendo-se que a lista de exercícios tem 30 questões e que ela demora o mesmo tempo por questão, ao todo, quanto tempo ela utilizará para responder a todas as questões da lista?

 

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Uma urna contém 500 cupons, numerados de 1 a 500. Ao retirar um cupom dessa urna, qual a probabilidade de se obter um número menor que 20?

 

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2774861 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Butiá-RS
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A relação existente entre as duas orações, separadas por barra no período abaixo, é de:

Deixou de utilizar as redes sociais,/ a fim de otimizar seu tempo de estudo.

 

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2774860 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Butiá-RS

Assinalar a frase gramaticalmente CORRETA:

 

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Em relação ao trecho “Talvez acredite em fadas também, orixás quem sabe? Ou átomos, buracos negros, anãs brancas, quasars e protozoários. E diria com aquele ar 'levemente pedante': - ‘Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno’” (Fonte: Os dragões não conhecem o paraíso - adaptado.), é INCORRETO afirmar que:

 

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Considerando-se o trecho de SCHOPENHAUER: “Qualquer indivíduo que realmente acredite que seres supra-humanos concederam à nossa raça informações sobre os objetivos de sua existência e do mundo ainda está em sua infância. Não há outra revelação senão os pensamentos dos sábios — e mesmo esses pensamentos estão sujeitos a erros, como é a sina de tudo o que é humano.”, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

O pensamento do filósofo apresenta, em sua construção, frases, ambas . Ao todo, no trecho, há orações, sendo que formam um período composto por subordinação e , um período composto por coordenação.

 

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Em relação ao período e sua construção, assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA da oração coordenada sublinhada abaixo:

Márcio enviou a mensagem e ela já respondeu.

 

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2774855 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Butiá-RS
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Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons.

Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

Só que os átomos sempre buscam voltar neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)

Em “Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos.”, se o termo sublinhado fosse singularizado quantos outros termos precisariam ser modificados para que a concordância nominal e verbal se mantivessem?

 

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2774854 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Butiá-RS
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Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons.

Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

Só que os átomos sempre buscam voltar neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)

Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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