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Foram encontradas 40 questões.

Leia a seguinte matéria: “______________________________ estão entre os discursos de ódio mais comuns nas redes sociais, segundo CE – Relatório da Comissão Europeia avalia o Código de Conduta estabelecido em 2016 com as plataformas digitais, num esforço conjunto contra a proliferação de discursos de ódio na internet”

(Fonte: https://shifter.sapo.pt/, em 24/06/2020).

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da notícia acima, considerando que se refere a termos que significam “preconceito contra a homossexualidade” e “aversão a pessoas e coisas estrangeiras (rejeição por pessoas estranhas a seu meio ou pelo que é incomum)”.

 

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Leia a seguinte matéria divulgada pela Gaúchazh, em 06/03/2020: “O número de pessoas assassinadas no Ceará em fevereiro deste ano foi 178% maior que o número de homicídios registrados no mesmo mês do ano passado. Enquanto em fevereiro de 2019 foram registradas 164 ocorrências relacionadas aos chamados Crimes Violentos Letais Intencionais (homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte), este ano o número de mortos chegou a 456 pessoas”.

O que aconteceu no Ceará, no mês de fevereiro deste ano (2020), que pode justificar o aumento no crescimento da quantidade de crimes na região?

 

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Dada uma função real de R em R, definida por f(x) = \( \dfrac{6x-4}{2} \) , qual elemento do domínio tem a imagem igual a 13?

 

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Determine o valor de x no seguimento abaixo, sabendo que a e b são retas paralelas.

Enunciado 1939079-1

 

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Observe a figura a seguir:

Enunciado 1939078-1

Quanto vale 25% deEnunciado 1939078-2?

 

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Qual o montante acumulado em uma aplicação sob regime de juros simples, por um capital de R$ 3.000,00, a uma taxa anual de 24%, durante 4 bimestres?

 

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Abaixo, temos a tabela-verdade de uma operação lógica entre duas proposições p e q:

P

Q Resultado
V V V
V F F
F V V
F F V

A partir da leitura dessa tabela-verdade, podemos dizer que se trata da operação lógica:

 

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Rubem Fonseca: o grande incentivador do romance urbano brasileiro

Uma das anedotas preferidas da escritora Lygia Fagundes Telles envolvia Rubem Fonseca: quando ela venceu o Prêmio Camões, em 2005, eles almoçaram em comemoração e ele a pediu em casamento, pois o vencedor fatura 100 mil euros. O engraçado é que o próprio Fonseca vencera dois anos antes, para gargalhadas de Lygia.

O autor de Os Prisioneiros (1963) era, sim, um mestre tanto na escrita policial como na ironia, que o tornaram um grande incentivador da escola do romance urbano brasileiro. O escritor morreu nesta quarta, 15, aos 94 anos, vítima de um infarto.

A começar pela obsessão pela privacidade e aversão a fotos e entrevistas, que o tornavam um cidadão comum em qualquer lugar, apesar da fama. Dele, sabia-se ainda que foi um camelô que vendia gravatas no centro do Rio e também delegado de polícia, nos anos 1950 e 60.

A experiência policial foi decisiva na definição do estilo seco e direto com que retratou o mundo do crime em seus contos mais famosos, como os que figuram em Os Prisioneiros, A Coleira do Cão (1965), Lúcia McCartney (1967) e Feliz Ano Novo (1975), um dos livros proibidos pelo governo militar por fazer “apologia à violência” e conter cenas e expressões atentatórias “à moral e aos bons costumes”.

Com essas histórias, Fonseca inaugurou a moderna literatura urbana no Brasil, ao revelar as entranhas da sociedade e antecipar a escalada de violência no País. O que o destaca sempre foi sua habilidade em conduzir uma história, fornecendo aos poucos os detalhes para o leitor, prendendo-o à narrativa.

Apesar de ser mestre da prosa curta, que marcou o início de sua carreira literária, Fonseca também se destacou nos romances, que constituem a segunda fase de sua ficção. Como bem observou o crítico Silviano Santiago, nas obras que vão de A Grande Arte (1983) a Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos (1988), há um requinte, uma aspereza e uma depreciação no manuseio do saber armazenado pelas enciclopédias, pelos tratados das ciências exatas e humanas.

“Esse saber assegura certa soberania para o trato da erudição na terceira fase, em que o ficcionista acossado se sai com coragem e brilhantismo invulgares – ou seja, com deliciosos, arrebicados, injuriosos, luxuriosos e libidinosos nonsenses”, observa.

Trata-se do momento em que Fonseca aposta novamente nas narrativas de linguagem enxuta, mas mais provocativa – em Diário de um Fescenino (2003), ele aproveitou a estrutura de diário para, com fina ironia, revelar suas apreensões e confissões.

Era como se conseguisse uma estranha remissão às obras passadas, especialmente quando se aventurou de forma delicada e precisa no terreno amoroso (é o caso de Secreções, Excreções e Desatinos). Se não gostava de aparecer fisicamente, Fonseca revela-se por inteiro em sua escrita.

(Disponível em: https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

A palavra “invulgares” foi formada a partir de qual processo de formação de palavras?

 

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Rubem Fonseca: o grande incentivador do romance urbano brasileiro

Uma das anedotas preferidas da escritora Lygia Fagundes Telles envolvia Rubem Fonseca: quando ela venceu o Prêmio Camões, em 2005, eles almoçaram em comemoração e ele a pediu em casamento, pois o vencedor fatura 100 mil euros. O engraçado é que o próprio Fonseca vencera dois anos antes, para gargalhadas de Lygia.

O autor de Os Prisioneiros (1963) era, sim, um mestre tanto na escrita policial como na ironia, que o tornaram um grande incentivador da escola do romance urbano brasileiro. O escritor morreu nesta quarta, 15, aos 94 anos, vítima de um infarto.

A começar pela obsessão pela privacidade e aversão a fotos e entrevistas, que o tornavam um cidadão comum em qualquer lugar, apesar da fama. Dele, sabia-se ainda que foi um camelô que vendia gravatas no centro do Rio e também delegado de polícia, nos anos 1950 e 60.

A experiência policial foi decisiva na definição do estilo seco e direto com que retratou o mundo do crime em seus contos mais famosos, como os que figuram em Os Prisioneiros, A Coleira do Cão (1965), Lúcia McCartney (1967) e Feliz Ano Novo (1975), um dos livros proibidos pelo governo militar por fazer “apologia à violência” e conter cenas e expressões atentatórias “à moral e aos bons costumes”.

Com essas histórias, Fonseca inaugurou a moderna literatura urbana no Brasil, ao revelar as entranhas da sociedade e antecipar a escalada de violência no País. O que o destaca sempre foi sua habilidade em conduzir uma história, fornecendo aos poucos os detalhes para o leitor, prendendo-o à narrativa.

Apesar de ser mestre da prosa curta, que marcou o início de sua carreira literária, Fonseca também se destacou nos romances, que constituem a segunda fase de sua ficção. Como bem observou o crítico Silviano Santiago, nas obras que vão de A Grande Arte (1983) a Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos (1988), há um requinte, uma aspereza e uma depreciação no manuseio do saber armazenado pelas enciclopédias, pelos tratados das ciências exatas e humanas.

“Esse saber assegura certa soberania para o trato da erudição na terceira fase, em que o ficcionista acossado se sai com coragem e brilhantismo invulgares – ou seja, com deliciosos, arrebicados, injuriosos, luxuriosos e libidinosos nonsenses”, observa.

Trata-se do momento em que Fonseca aposta novamente nas narrativas de linguagem enxuta, mas mais provocativa – em Diário de um Fescenino (2003), ele aproveitou a estrutura de diário para, com fina ironia, revelar suas apreensões e confissões.

Era como se conseguisse uma estranha remissão às obras passadas, especialmente quando se aventurou de forma delicada e precisa no terreno amoroso (é o caso de Secreções, Excreções e Desatinos). Se não gostava de aparecer fisicamente, Fonseca revela-se por inteiro em sua escrita.

(Disponível em: https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Na linha 03, a conjunção “pois” introduz a ideia de:

 

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Rubem Fonseca: o grande incentivador do romance urbano brasileiro

Uma das anedotas preferidas da escritora Lygia Fagundes Telles envolvia Rubem Fonseca: quando ela venceu o Prêmio Camões, em 2005, eles almoçaram em comemoração e ele a pediu em casamento, pois o vencedor fatura 100 mil euros. O engraçado é que o próprio Fonseca vencera dois anos antes, para gargalhadas de Lygia.

O autor de Os Prisioneiros (1963) era, sim, um mestre tanto na escrita policial como na ironia, que o tornaram um grande incentivador da escola do romance urbano brasileiro. O escritor morreu nesta quarta, 15, aos 94 anos, vítima de um infarto.

A começar pela obsessão pela privacidade e aversão a fotos e entrevistas, que o tornavam um cidadão comum em qualquer lugar, apesar da fama. Dele, sabia-se ainda que foi um camelô que vendia gravatas no centro do Rio e também delegado de polícia, nos anos 1950 e 60.

A experiência policial foi decisiva na definição do estilo seco e direto com que retratou o mundo do crime em seus contos mais famosos, como os que figuram em Os Prisioneiros, A Coleira do Cão (1965), Lúcia McCartney (1967) e Feliz Ano Novo (1975), um dos livros proibidos pelo governo militar por fazer “apologia à violência” e conter cenas e expressões atentatórias “à moral e aos bons costumes”.

Com essas histórias, Fonseca inaugurou a moderna literatura urbana no Brasil, ao revelar as entranhas da sociedade e antecipar a escalada de violência no País. O que o destaca sempre foi sua habilidade em conduzir uma história, fornecendo aos poucos os detalhes para o leitor, prendendo-o à narrativa.

Apesar de ser mestre da prosa curta, que marcou o início de sua carreira literária, Fonseca também se destacou nos romances, que constituem a segunda fase de sua ficção. Como bem observou o crítico Silviano Santiago, nas obras que vão de A Grande Arte (1983) a Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos (1988), há um requinte, uma aspereza e uma depreciação no manuseio do saber armazenado pelas enciclopédias, pelos tratados das ciências exatas e humanas.

“Esse saber assegura certa soberania para o trato da erudição na terceira fase, em que o ficcionista acossado se sai com coragem e brilhantismo invulgares – ou seja, com deliciosos, arrebicados, injuriosos, luxuriosos e libidinosos nonsenses”, observa.

Trata-se do momento em que Fonseca aposta novamente nas narrativas de linguagem enxuta, mas mais provocativa – em Diário de um Fescenino (2003), ele aproveitou a estrutura de diário para, com fina ironia, revelar suas apreensões e confissões.

Era como se conseguisse uma estranha remissão às obras passadas, especialmente quando se aventurou de forma delicada e precisa no terreno amoroso (é o caso de Secreções, Excreções e Desatinos). Se não gostava de aparecer fisicamente, Fonseca revela-se por inteiro em sua escrita.

(Disponível em: https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita da frase “O engraçado é que o próprio Fonseca vencera dois anos antes”, mantendo-se a mesma relação temporal:

 

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