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Foram encontradas 560 questões.

2310458 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Texto I

Enunciado 3581471-1

Disponível em: >https://educacao.uol.com.br/album/2012/04/27/livro-ensina-portugues-atraves-de-erros-em-placas.htm?foto=8<. Data da consulta: 05/06/2021.

Texto II

Enunciado 3581471-2

Disponível em: >https://www.google.com/search?q=placas+com+erros+de+concord%C3%A2ncia+ver<. Data da consulta: 06/06/2021.

Leia as afirmativas abaixo acerca dos textos e, em seguida, responda o que se pede.

I- O texto I apresenta um clássico exemplo de ambiguidade, marcada pela confusão de interpretação gerada a partir do mau uso da expressão “sem camisa”: seria o atendente que não atende sem a sua camisa ou este não admite que o cliente entre sem camisa no estabelecimento?

II- O texto II não só expõe falhas na grafia de muitas palavras, mas também apresenta desvio de concordância verbal. Entretanto, apesar de tudo, exerce a sua função comunicativa, demonstrando níveis minimamente satisfatórios de clareza.

III- O texto II, não obstante apresentar falhas na grafia de muitas palavras, apresenta níveis satisfatórios de clareza a um leitor medianamente capaz, além de não apresentar nenhum problema de concordância verbal.

É VERDADE o que se afirma em

 

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2310457 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Imagine a seguinte situação hipotética: João é Secretário em uma escola e foi convocado a redigir um ofício dirigido ao Secretário de Saúde do munícipio onde mora, solicitando a instalação de um posto de vacinação contra a COVID-19 nessa escola. Lançou mão, para redigir tal documento, das seguintes estratégias de formatação:

I- Tamanho do papel A-4; margem lateral esquerda: 3 cm de largura; margem lateral direita: 1,5 cm; margens superior e inferior: 2 cm.

II- Como o documento apresentou três páginas, numerou-as a partir da primeira.

III- Utilizou o fecho “Atenciosamente”, alinhando-o à margem esquerda da página com recuo de 2,5 cm de distância a partir da referida margem.

IV- Como João era amigo de infância da autoridade, utilizou-se desta prerrogativa, na tentativa de comovê-lo, mencionando no documento, de maneira íntima e pessoal, o apelido de infância do Secretário, bem como as brincadeiras e aventuras juvenis que experienciaram.

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a alternativa que corresponde à(s) decisão(ões) CORRETA(S) tomadas por João é a

 

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2310456 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Leia com atenção a informação acerca do tipo de documento caracterizado e responda o que se pede.

O(A) é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para: a) propor alguma medida; b) submeter projeto de ato normativo à sua consideração; ou c) informá-lo de determinado assunto.

O preenchimento CORRETO do espaço acima está na alternativa.

 

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2310455 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

De acordo com as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República, os arquivos devem ser guardados obedecendo à seguinte estrutura de redação:

 

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2310454 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE acerca de TODAS as partes que compõem o documento no padrão ofício, típico da redação oficial.

 

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2310453 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Sobre a utilização dos pronomes de tratamento nas comunicações oficiais, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, julgue as afirmações abaixo e, em seguida, responda o que se pede.

I- Os pronomes de tratamento são utilizados, na redação oficial, em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto.

II- As concordâncias que regem os pronomes de tratamento, nas redações oficiais, devem ir obrigatoriamente, sempre para as terceiras pessoas.

III- Na hipótese de comunicação com particular, fica proibida a utilização, no vocativo, de Senhor ou Senhora.

IV- Em comunicações oficiais, fica permitido o uso de Digníssimo (DD) e de Ilustríssimo (Ilmo.) com o uso permitido também para “doutor” mesmo este não ostentando o título acadêmico de doutorado.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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2310452 Ano: 2020
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Este importante documento oficial, cuja responsabilidade de elaboração também compete ao técnico em secretariado, detalha eventos em geral (encontros, reuniões, palestras, etc) por escrito, por extenso, (inclusive as datas mencionadas) sem quaisquer rasuras e/ou possibilidades de eventuais adulterações posteriores; ademais, goza de legalidade, após ser assinado por todos os presentes ao avento. Trata-se do(a)

 

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2310451 Ano: 2020
Disciplina: Secretariado
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Secretário.
Etimologia: (latim secretarium, ii, lugar retirado, sala da assembleia dos juízes, sacristia, segredo).
1 - Pessoa que está ao serviço de outra ou de uma empresa ou entidade, e que tem a seu cargo a gestão e redação da correspondência, a classificação de documentos, o atendimento de chamadas telefônicas, a gestão e agendamento de reuniões, consultas, tarefas,
viagens, contatos, etc., dessa pessoa ou entidade.
2 - Pessoa encarregada de escrever as deliberações de qualquer assembleia ou junta.
3 - Pessoa que chefia uma secretaria.
4 - O que guarda segredos de outrem.

Disponível em: >Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/secret%C3%A1rio<. Data da consulta: 08-06-
2021].

Com base na leitura do texto acima, assinale a alternativa que contempla TODAS as qualidades inerentes a um técnico em secretariado
escolar.

 

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2310450 Ano: 2020
Disciplina: Secretariado
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Dentre as muitas atribuições de um técnico em secretariado escolar, destacam-se:

 

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2310449 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

Neologismos são bastante discutíveis.

(Demi Getschko - O Estado de S. Paulo (08/06/2021) 05h00).

Em tempos tão dinâmicos, a importação se impõe com frequência, mas ao fazermos esses enriquecimentos, que as novas palavras sejam escritas na forma prosódica de nossa língua

§1 Neste junho a coluna completa sete anos e sete é um número especial. Se, por um lado, Camões nos lembra que Labão serviu sete anos para obter Raquel, mas ficou com Lia, por outro há uma deliciosa comédia dos anos 50 The Seven Year Itch e que para nós foi trazida como O Pecado Mora ao Lado. Assim, cedendo aos pruridos que os tais sete anos provocam, e já pedindo as vênias de praxe, cometerei o pecadilho de navegar em águas que não albergam meu “lugar de fala”, um simples engenheiro, mas que me permitirão alguns comentários pontuais: nossa língua, de que sou incompetente, mas ardoroso defensor.

§2 Veja-se, então, o uso de palavras exóticas, especialmente importantes e frequentes em campos como tecnologia e informática. Sendo a língua viva e dinâmica, os novos conceitos exigem a importação ou criação de palavras, especialmente quando não se encontra um sinônimo adequado. Neologismos são importantes. Lembro-me, por exemplo, do professor de português do ginásio tentando inutilmente convencer-nos a usar “ludopédio” ou “pedibólio” em lugar de “futebol”: uma cruzada quixotesca. Era mais que evidente e lógico que “futebol” seria o termo a prevalecer: importação adequada e razoável. Mas o desarrazoado e pretencioso seria escrever-se “football”. Penso que sempre se deva aportuguesar as palavras exóticas que passem a se incorporar à “última flor do Lácio”.

§3 É o que ocorreu com cheque, voleibol, basquete, sutiã, abajur e tantas outras que se integraram ao português. Usar um estrangeirismo sem adaptá-lo à grafia nacional pediria o uso de “muletas” como aspas ou itálico... Millôr Fernandes escrevia “saite” quando se referia às páginas da internet - afinal os garotos que começam a estudar a língua não podem imaginar que o “i” em “site” tenha estranhamente o som de “ai”. E já que me atolei nesse tema, sigo no pântano: para mim, por exemplo, a reforma que eliminou o trema é elitizante! O trema em “freqüente” ensinaria aos alunos que o “u” é audível nesta palavra, ao contrário de “quente”, onde o “u” é mudo. Sem o trema, um autodidata, ou alguém menos familiarizado com a língua culta, estaria exposto à segregação por mostrar pronúncia deficiente.

§4 Ainda em neologismos, a pressa em criar palavras novas nem sempre permite a devida atenção à semântica das raízes que as compõem. Todos sabemos que “fobia” é “medo”, enquanto “ódio” é “misia”. O misógino odeia mulheres, e misantropo odeia humanos. Mas a torto e a direito vê-se o uso de “fobia” como “ódio” ou “aversão”. Nessa linha esquisita - e já pedindo desculpas pelo chiste - o que seria hoje um “claustrofóbico”? Alguém que “odeia mosteiros”? Nas justaposições, outro exemplo que me deixa incomodado é “paralímpico”. A junção de “para” com “olímpico” deveria dar “parolímpico”, como sempre se fazia. Como exemplo, gastro + enterologia dá gastrentorologia, e não “gastronterologia”.

§5 O mais triste é ver a mera substituição de palavras nossas, perfeitamente expressivas e utilizáveis, apenas com a intenção de mostrar sofisticação ou atualidade. Cartazes apregoando “sale” em lugar de “liquidação”, “off” em lugar de “desconto”, ou “delivery” no lugar de “entrega a domicílio”. Nem haveria o que aportuguesar aí, dado que já tínhamos o equivalente em nossa língua. Sou diabético e peço refrigerantes dietéticos, mas me dizem para pedi-los “dáite”.

§6 Não se pode minimizar a necessidade de adição de elementos novos em nossa língua. Em tempos tão dinâmicos, a importação se impõe com frequência. Mas ao fazermos esses enriquecimentos, que as novas palavras sejam escritas na forma prosódica de nossa língua. Nesse ponto podíamos seguir um pouco mais de perto o que nossos irmãos lusos usam e fazem. Claro que poderemos e deveremos sempre adicionar nosso tempero tropical (ou será “spice”?). Perdão, leitores!

(Disponível em: >https://link.estadao.com.br/noticias/geral,neologismos-sao-bastante-discutiveis,70003739785<.Data da consulta: 08/06/2021).

Atente aos fragmentos abaixo e responda o que se pede.

I- Penso que sempre se deva aportuguesar as palavras exóticas que passem a se incorporar à “última flor do Lácio”. (2º parágrafo).

II- “Lembro-me, por exemplo, do professor de português do ginásio tentando inutilmente convencer-nos a usar “ludopédio” ou “pedibólio” em lugar de “futebol”: uma cruzada quixotesca”. (2º parágrafo)

Acerca dos fragmentos acima, assinale a alternativa CORRETA.

 

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