Foram encontradas 301 questões.
Sobre uma folha de papel, os contornos de uma moeda de R$ 1,00 e de uma nota de R$ 100,00 correspondem aos formatos de duas figuras geométricas. Essas figuras geométricas são chamadas de:
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- ÁlgebraSistema de EquaçõesSistemas de Equações do 1º Grau
- ÁlgebraÁlgebra LinearSistemas linearesSolução de um sistema linear
Leia o caso a seguir.
Um feirante fez 15 pacotes de mesmo tamanho para vender farinha e fubá. Em 10 dos pacotes, ele distribuiu igualmente toda a farinha que tinha e, nos outros, todo o fubá. Ao colocar todos os pacotes juntos no prato da balança, averiguou que havia empacotado, no total, 6,5 kg. Então, ele retirou do prato três pacotes de fubá e verificou que o visor da balança marcava, agora, 5,6 kg.
Considerando essas informações, cada pacote de farinha e de fubá tem, respectivamente, a seguinte quantidade, em gramas:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Verbal e Não Verbal
Leia o Texto 2 para responder às questões 09 e 10.
Texto 2

Disponível em: <http://www.pitadadecultura.com/2013/04/tirinhas-dengue.html> . Acesso em: 27 maio 2016.
Considerando o cenário e a articulação entre os textos verbal e não verbal, é usada na tira uma variedade linguística considerada
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia o Texto 2 para responder às questões 09 e 10.
Texto 2

Disponível em: <http://www.pitadadecultura.com/2013/04/tirinhas-dengue.html> . Acesso em: 27 maio 2016.
O emprego de “Buzz” para denominar o mosquito na tira é um tipo de uso figurado da linguagem. Trata-se de uma
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
A construção “se eles se repetem fora do laboratório”, no terceiro parágrafo, equivale a:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
No primeiro parágrafo, em “mosquito Aedes aegypti”, tem-se a relação entre:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
O Texto 1 tem função informativa e, por isso, predomina nele
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
Ao afirmar, no texto, que Fernando de Noronha é uma “região isolada do continente”, subentende-se que Fernando de Noronha é uma
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
Fernando de Noronha foi escolhido para o experimento por ser uma área
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 08. Texto 1
Física nuclear é utilizada por cientistas da Fundação
Oswaldo Cruz e Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) para tornar machos da espécie incapazes de
aumentar a população
1 Raios gama são o novo método pesquisado por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, dengue, chikungunya e febre amarela. Por meio da física nuclear, os pesquisadores analisam a possibilidade de utilizar um tipo de radiação eletromagnética para incapacitar os mosquitos machos de se reproduzirem em Fernando de Noronha. A técnica pode ser uma forma de controlar a população do Aedes aegypti. Iniciado em 2013, o estudo foi motivado pela incidência cada vez maior de casos de dengue no Brasil.
[…]
2 Na primeira etapa, os pesquisadores definiram a dose mais eficiente de radiação para esterilizar os machos da espécie. Foram avaliados os efeitos da exposição aos raios gama. Os cientistas observaram que os mosquitos estéreis são capazes de competirem com os considerados selvagens. Para cada inseto normal, foram soltos na natureza dez machos modificados.
3 A segunda fase, mais recente, serviu para analisar os resultados, se eles se repetem fora do laboratório. A Praia da Conceição, uma das vilas de Fernando de Noronha, foi escolhida para soltar aproximadamente 3 mil mosquitos toda semana desde dezembro.
4 “Em fevereiro, devemos saber se os resultados obtidos em condições simuladas se reproduzem em campo real para então fazer a expansão do projeto para todas as vilas, englobar a ilha como um todo, e, de posse desses resultados, o Ministério da Saúde decide se isso poderá ser aplicado no contexto de outros estados e municípios no Brasil”, detalhou a coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz Alice Varjal.
5 Por ser uma região isolada do continente, os pesquisadores escolheram Fernando de Noronha por contar com menor interação do mosquito com fatores externos para aumentar a precisão do resultado do estudo.
6 “Fernando de Noronha é uma área de proteção ambiental, onde muitos dos métodos, sobretudo de controle químico, não podem ser empregados para que não haja impacto sobre espécies não alvo. Por ser uma tecnologia limpa ambientalmente, que não gera resíduo químico, tóxico, é indicada nesse caso”, explicou Alice.
7 De acordo com Edvane Borges, pesquisadora do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, a radiação não prejudica o meio ambiente. “A radiação, ao interagir com o material biológico, vai provocar os danos, mas o mosquito não fica radioativo. Ele não vai passar nenhum tipo de contaminação radioativa. Inclusive porque quando ele copula com a fêmea ela não vai conseguir se reproduzir.”
8 Além disso, Edvane lembra que é a fêmea a responsável pelas picadas. “Mesmo que houvesse alguma modificação genética significativa, não teria como afetar a população”, detalhou. (Com Agência Brasil)
Disponível em: <http://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/radiacaoe-usada-por-pesquisadores-para-impedir-reproducao-do-mosquito58889/>. Acesso em: 27 maio 2016.
De acordo com o texto, a pesquisa ainda está em fase experimental. O trecho do texto que evidencia essa afirmação é:
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