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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaÓrteses e Próteses
- Biomecânica e Cinesiologia (Marcha)
As órteses da coluna vertebral podem ser associadas
com as órteses dos membros inferiores ou destinadas
apenas para disfunções lombares, torácicas e/ou
cervicais. Essas órteses têm a função de estabilizar a
coluna, controlar os movimentos que estejam
causando os sintomas e corrigir/prevenir
deformidades. De acordo com a sua fabricação e os
materiais utilizados, elas podem ser rígidas ou
semirrígidas. Além disso, as órteses para coluna são
muito aplicadas, seja no tratamento conservador,
seja no pós-cirúrgico, de modo que o fisioterapeuta
deve conhecer a biomecânica da coluna para
conseguir escolher a órtese mais adequada para cada
lesão e necessidade do paciente. Sendo assim,
relacione os tipos de órteses para coluna vertebral
indicados com a sua descrição correspondente e
assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston.
A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.
1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston.
A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.
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Para muitas mulheres, o climatério é um período
difícil devido às diversas alterações que podem
ocorrer, desde físicas a emocionais. Sendo assim, é
imprescindível uma abordagem integral da mulher
climatérica para amenizar os impactos dessas
alterações na sua qualidade de vida. O fisioterapeuta,
como membro da equipe multidisciplinar que atende
a mulher no climatério, deve ter conhecimento sobre
as alterações que ocorrem no climatério, pois assim
realizará sua intervenção de forma mais completa,
respeitando a individualidade de cada mulher. E,
embora a fisioterapia possa auxiliar em diferentes
tratamentos na mulher climatérica, ela deve ser
priorizada antes das primeiras manifestações, pois
assim, poderá atuar na prevenção da ocorrência
desses sinais e sintomas. Diante do exposto, assinale
a alternativa incorreta com relação às intervenções
fisioterapêuticas no climatério.
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O acidente vascular cerebral (AVC) é definido pela
Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma
síndrome clínica que consiste em sinais clínicos de
desenvolvimento rápido de distúrbios focais (ou
globais em caso de coma) da função cerebral com
duração superior a 24 horas ou levando à morte sem
causa aparente além de origem vascular. Assim
sendo, o acidente vascular cerebral é um distúrbio
neurológico caracterizado pelo prejuízo da perfusão
sanguínea para o tecido encefálico. O acidente
vascular cerebral pode ocorrer em detrimento de
causa isquêmica ou hemorrágica. Portanto, é
possível destacar que a manutenção da função
cerebral depende de um suprimento sanguíneo
constante. Diante do exposto, são características do
ataque isquêmico transitório, exceto:
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Inúmeros são os distúrbios e patologias que afetam o
sistema musculoesquelético. Pacientes com esse tipo
de problema geralmente apresentam uma ou mais
das seguintes queixas: dor, inchaço, perda de função
ou deformidade. Sendo de suma importância ter
conhecimento a respeito das patologias, para poder
realizar uma avalição de qualidade. Enquanto a
história clínica revela a perspectiva do paciente, o
exame físico e as imagens radiográficas são aspectos
de importância vital no diagnóstico. Assim sendo,
leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que
apresenta o nome da patologia que acomete o sistema
musculoesquelético descrita: “É caracterizada pelo
deslizamento do colo do fêmur em relação à epífise
femoral, devido ao enfraquecimento da placa
epifisária. A cabeça do fêmur é geralmente deslocada
medial e posteriormente em relação ao colo do
fêmur. Essa doença é mais comumente observada em
adolescentes obesos do sexo masculino. Ela ocorre
quando o estresse sobre a placa epifisária proximal
aumenta ou quando a resistência ao cisalhamento é
reduzida. Os fatores que podem levar a esse aumento
do estresse ou diminuição da resistência incluem
distúrbios endócrinos ou renais, obesidade, coxa
profunda (uma cavidade acetabular profunda) e
retroversão femoral ou acetabular. Clinicamente, é
classificada como estável ou instável e, em relação ao
tempo, pode ser classificada como aguda ou crônica.
A dor pode ser referida na coxa ou na face medial do
joelho, tornando o exame da articulação do quadril
importante em qualquer criança obesa com queixa
de dor no joelho. O exame físico invariavelmente
revela uma limitação da rotação interna do quadril.
E, a investigação diagnóstica apropriada deve incluir
radiografias anteroposteriores e em perfil.”
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaReumatologia
- Fisioterapia GeralPlano de tratamento
- Fisioterapia GeralReabilitação
Por ser uma doença articular inflamatória, crônica e
multissistêmica, que afeta as pequenas articulações
das mãos e dos pés, a artrite reumatoide (AR) têm
como característica principal, uma sinovite
inflamatória persistente de causa desconhecida e que
acomete mais as mulheres. E que apesar de poder ter
início em qualquer idade, existe uma predisposição à
ocorrência aproximadamente em torno dos 40 anos
de idade. A melhor forma de tratamento da artrite
reumatoide é quando se envolve uma equipe
multidisciplinar, para que seja possível fazer o
diagnóstico o mais precocemente possível; avaliar
regularmente a atividade da doença; e, reduzir ao
máximo o risco de incapacidades funcionais e
deformidades. Para tanto, a fisioterapia desempenha
um papel de suma importância em todas as fases da
doença, para que se possa diminuir a dor, recuperar
ou manter a mobilidade articular, e prevenir as
atrofias e deformidades. Diante do exposto, analise
as assertivas a respeito das condutas
fisioterapêuticas no tratamento de pacientes com
artrite reumatoide e assinale a alternativa correta.
I. A crioterapia é contraindicada nas fases agudas ou inflamatórias e indicada em pacientes que apresentem vasculite ou fenômeno de Raynaud. Já o calor superficial pode ser usado no caso de articulações agudamente inflamadas. Nas crises ou na fase crônica, o tratamento é baseado em orientação para repouso relativo e prevenção de deformidades, o que pode ser feito com o uso de órteses. Já nos estágios subagudos ou agudos, devemse estimular gradualmente os movimentos ativos.
II. A cinesioterapia é parte fundamental do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. Apesar da capacidade aeróbia, da resistência e da força muscular ter uma tendência à diminuição nestes indivíduos, a prática do exercício físico pode levar à melhora do estado geral, para tanto, exercícios respiratórios, mobilização articular, exercícios isométricos e exercícios de amplitude de movimento podem ser empregados. Já o treinamento para obter aumento da força deve envolver a cuidadosa aplicação de resistência, para evitar danos aos ligamentos já afetados.
III. Os exercícios de marcha, equilíbrio e propriocepção também fazem parte do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. E, se necessário, pode-se fazer uso de dispositivos auxiliares, além disso, deve-se reeducar a marcha dirigida principalmente aos objetivos do paciente. O condicionamento cardiovascular é muito importante pois exerce um efeito positivo sobre a qualidade dos indivíduos com artrite reumatoide. Além disso, nos estágios posteriores da doença, é importante a atenção individual para as grandes articulações, tendo em vista a profilaxia e a correção das deformidades.
IV. Quanto à coluna dos pacientes com artrite reumatoide, estimulam-se períodos em posição supina para corrigir as contraturas em flexão, exercícios para glúteos, mobilização ativa oscilatória e sobrecarga ilimitada de peso, quando as articulações não estiverem ativas. Para os joelhos não devem ser realizados exercícios de manutenção, nem fortalecimento da musculatura do quadril e é contraindicada o uso de talas mesmo que necessário.
V. Para os pés, são muito importantes o uso de suportes em arco e sapatos adequados, além de banhos farádicos do pé e contração dos músculos intrínsecos como medida preliminar para as atividades. O segredo de controlar as dores e as inflamações está em balancear corretamente o repouso nas fases mais agudas, seguido de exercícios adequados, tão logo o paciente melhore. E, quando há envolvimento grave dos membros inferiores (que limite o movimento), deve-se instruir o paciente a usar órteses que ajudem na sustentação do peso do indivíduo. Além disso, deve ser realizado o fortalecimento isométrico de quadríceps.
VI. A hidrocinesioterapia é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis. A temperatura da água normalmente ao redor dos 36°C ajuda a relaxar os espasmos musculares superficiais e alivia a dor. Deve ser usada nos estágios crônicos para estimular a marcha com sobrecarga limitada de peso e para aumentar os movimentos articulares, principalmente, se há contraturas. E, o programa de exercícios deve ser estabelecido de forma gradual, usando a flutuação e a turbulência para fazer o fortalecimento muscular, sem, na realidade, proporcionar impacto sobre as articulações.
I. A crioterapia é contraindicada nas fases agudas ou inflamatórias e indicada em pacientes que apresentem vasculite ou fenômeno de Raynaud. Já o calor superficial pode ser usado no caso de articulações agudamente inflamadas. Nas crises ou na fase crônica, o tratamento é baseado em orientação para repouso relativo e prevenção de deformidades, o que pode ser feito com o uso de órteses. Já nos estágios subagudos ou agudos, devemse estimular gradualmente os movimentos ativos.
II. A cinesioterapia é parte fundamental do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. Apesar da capacidade aeróbia, da resistência e da força muscular ter uma tendência à diminuição nestes indivíduos, a prática do exercício físico pode levar à melhora do estado geral, para tanto, exercícios respiratórios, mobilização articular, exercícios isométricos e exercícios de amplitude de movimento podem ser empregados. Já o treinamento para obter aumento da força deve envolver a cuidadosa aplicação de resistência, para evitar danos aos ligamentos já afetados.
III. Os exercícios de marcha, equilíbrio e propriocepção também fazem parte do tratamento fisioterapêutico de pacientes com artrite reumatoide. E, se necessário, pode-se fazer uso de dispositivos auxiliares, além disso, deve-se reeducar a marcha dirigida principalmente aos objetivos do paciente. O condicionamento cardiovascular é muito importante pois exerce um efeito positivo sobre a qualidade dos indivíduos com artrite reumatoide. Além disso, nos estágios posteriores da doença, é importante a atenção individual para as grandes articulações, tendo em vista a profilaxia e a correção das deformidades.
IV. Quanto à coluna dos pacientes com artrite reumatoide, estimulam-se períodos em posição supina para corrigir as contraturas em flexão, exercícios para glúteos, mobilização ativa oscilatória e sobrecarga ilimitada de peso, quando as articulações não estiverem ativas. Para os joelhos não devem ser realizados exercícios de manutenção, nem fortalecimento da musculatura do quadril e é contraindicada o uso de talas mesmo que necessário.
V. Para os pés, são muito importantes o uso de suportes em arco e sapatos adequados, além de banhos farádicos do pé e contração dos músculos intrínsecos como medida preliminar para as atividades. O segredo de controlar as dores e as inflamações está em balancear corretamente o repouso nas fases mais agudas, seguido de exercícios adequados, tão logo o paciente melhore. E, quando há envolvimento grave dos membros inferiores (que limite o movimento), deve-se instruir o paciente a usar órteses que ajudem na sustentação do peso do indivíduo. Além disso, deve ser realizado o fortalecimento isométrico de quadríceps.
VI. A hidrocinesioterapia é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis. A temperatura da água normalmente ao redor dos 36°C ajuda a relaxar os espasmos musculares superficiais e alivia a dor. Deve ser usada nos estágios crônicos para estimular a marcha com sobrecarga limitada de peso e para aumentar os movimentos articulares, principalmente, se há contraturas. E, o programa de exercícios deve ser estabelecido de forma gradual, usando a flutuação e a turbulência para fazer o fortalecimento muscular, sem, na realidade, proporcionar impacto sobre as articulações.
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A massoterapia é o conjunto de diversas técnicas
terapêuticas manuais não invasivas, é aplicada como
tratamento complementar, associada a outros
tratamentos fisioterapêuticos, nas disfunções
cinético-funcionais. E, para que os objetivos sejam
atingidos, o fisioterapeuta deve realizar uma boa
avaliação e levar em consideração todos os sinais e
sintomas apresentados pelo paciente. Diante do
exposto, são objetivos da massoterapia quando
aplicada em pacientes com disfunções cinéticofuncionais, exceto:
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A ventilação mecânica (VM) ou o suporte
ventilatório mecânico tem como objetivo substituir o
ato natural de respirar, levando quantidade
suficiente de ar para os pulmões, propiciando ajuste
da ventilação alveolar e oxigenação do sangue
arterial. A forma como o ventilador mecânico libera
o ar depende do modo ventilatório programado e dos
ajustes necessários em cada modo. Portanto, o
conhecimento do funcionamento de cada modo
ventilatório permite melhor compreensão de como
realizar o ajuste mais adequado para cada paciente.
Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a
alternativa que apresenta o nome do modo
ventilatório descrito: “É um modo que procura
complementar o esforço do paciente, permitindo que
as forças elásticas e resistivas sejam vencidas mais
facilmente. Quando o paciente inicia um esforço
ventilatório, o aparelho aumenta a pressão na via
aérea, gerando uma diferença de pressão entre o Y
do circuito do ventilador e o alvéolo, o que libera o
fluxo de ar para os pulmões. Da mesma forma que na
pressão controlada, quanto maior a diferença de
pressão (maior a pressão de suporte e/ou maior o
esforço do paciente), maior será o pico de fluxo
inicial. À medida que o alvéolo enche de ar, a pressão
alveolar aumenta, reduzindo o fluxo inspiratório.
Quando o fluxo inspiratório cai a um nível crítico
programado pelo operador, a válvula inspiratória
fecha e o aparelho cicla. Esse recurso é denominado
trigger ou sensibilidade expiratória. Nessa
modalidade, o paciente controla a frequência
respiratória e o tempo inspiratório e, dessa forma, o
volume de ar inspirado.”
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A ataxia é definida como sintoma neurológico de
alteração na coordenação motora. Esse distúrbio do
movimento pode aparecer devido a alterações na
estrutura cerebelar e em estruturas que levam
informação sensorial ao cerebelo, como o sistema
vestibular, o sistema somatossensorial (corno
posterior da medula, principalmente) e o córtex
cerebral (área frontal e pré-motora). As ataxias
cerebelares podem ser classificadas em primárias ou
adquiridas. O diagnóstico da ataxia irá depender
principalmente da fenomenologia. Além disso, o
prognóstico das ataxias hereditárias não é favorável
do ponto de vista funcional devido à progressiva
perda de independência funcional e da mobilidade.
Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a
respeito dos sinais e sintomas das ataxias no âmbito
motor.
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- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaÓrteses e Próteses
- Ortopedia e Traumatologia na Fisioterapia
- Fisioterapia GeralReabilitação
Independentemente da etiologia das amputações ou
se elas acometem membros superiores ou inferiores,
é importante lembrar que a realização de uma
amputação visa a garantir melhora da
funcionalidade da região amputada. Com a
realização desse procedimento, cria-se um novo
órgão de contato com o meio exterior, o coto de
amputação. E, com a formação desse novo órgão de
contato com o meio externo, é necessário que o
paciente se submeta a um processo de reabilitação
integral, considerando-se a nova condição do
paciente. A reabilitação nos casos de amputação
deverá ser realizada com apoio integral de uma
equipe multiprofissional. Desse modo, é de suma
importância que o fisioterapeuta esteja apto a
participar dessa equipe de atendimento, para que
possa realizar um atendimento e acompanhamento
integral do paciente. A respeito dos níveis de
amputação de membros inferiores e superiores,
informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se
afirma e assinale a alternativa com a sequência
correta.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus e calcâneo, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 5º metatarsal corresponde ao hálux, e o 1º, ao dedo mínimo. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e/ou dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção total dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular fibular. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da fíbula, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A desarticulação de joelho é um tipo de amputação em que se preconiza a preservação da patela, estando indicada em casos de amputação de causa traumática, e não de causa vascular. O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril. Assim como na amputação transtibial, a amputação transfemoral pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Nos tipos de amputações chamados de hemipelvectomias, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
( ) A desarticulação escapulotorácica é uma amputação em que é feita a separação entre a escápula e o peitoral maior, removendo parte da clavícula e a escápula. A desarticulação glenoumeral, ou de ombro, envolve a retirada parcial do úmero, preservando a integridade da clavícula e da escápula, sendo feita a retirada completa do membro superior. A amputação chamada de transumeral, por sua vez, consiste na amputação no âmbito do úmero, a qual pode ser feita em diferentes níveis de proximidade. A desarticulação de cotovelo consiste na retirada parcial dos ossos do antebraço (rádio ou a ulna), preservando a integridade proximal do úmero.
( ) A amputação de antebraço, também chamada de amputação transradial, consiste na secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho, podendo ser proximal, média ou distal, a qual representa o nível mais comum de amputação de membro superior. A desarticulação de punho/ou radiocárpica consiste na retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço. Além desses níveis de amputação de membro superior, as amputações podem ocorrer na região da mão, podendo ser feitas em diferentes níveis nessa região, desde amputações que promovam a desarticulação intercárpica, carpometacarpal, transmetacarpal, amputações metacarpofalangeanas até amputações de interfalangeanas distais ou proximais.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus e calcâneo, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 5º metatarsal corresponde ao hálux, e o 1º, ao dedo mínimo. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e/ou dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção total dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular fibular. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da fíbula, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A desarticulação de joelho é um tipo de amputação em que se preconiza a preservação da patela, estando indicada em casos de amputação de causa traumática, e não de causa vascular. O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril. Assim como na amputação transtibial, a amputação transfemoral pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Nos tipos de amputações chamados de hemipelvectomias, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
( ) A desarticulação escapulotorácica é uma amputação em que é feita a separação entre a escápula e o peitoral maior, removendo parte da clavícula e a escápula. A desarticulação glenoumeral, ou de ombro, envolve a retirada parcial do úmero, preservando a integridade da clavícula e da escápula, sendo feita a retirada completa do membro superior. A amputação chamada de transumeral, por sua vez, consiste na amputação no âmbito do úmero, a qual pode ser feita em diferentes níveis de proximidade. A desarticulação de cotovelo consiste na retirada parcial dos ossos do antebraço (rádio ou a ulna), preservando a integridade proximal do úmero.
( ) A amputação de antebraço, também chamada de amputação transradial, consiste na secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho, podendo ser proximal, média ou distal, a qual representa o nível mais comum de amputação de membro superior. A desarticulação de punho/ou radiocárpica consiste na retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço. Além desses níveis de amputação de membro superior, as amputações podem ocorrer na região da mão, podendo ser feitas em diferentes níveis nessa região, desde amputações que promovam a desarticulação intercárpica, carpometacarpal, transmetacarpal, amputações metacarpofalangeanas até amputações de interfalangeanas distais ou proximais.
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O ciclo da marcha corresponde à sequência de
movimentos que ocorre entre dois contatos iniciais
do mesmo pé. Cada ciclo da marcha é dividido em
duas fases, a de apoio, que compreende todo o
momento em que o pé está em contato com o solo, e a
de balanço, que tem início quando o pé perde o
contato com o solo. A marcha necessita da perfeita
integração dos sistemas central, vestibular e
musculoesquelético, permitindo o deslocamento livre
de um lugar a outro. A análise da marcha é de suma
importância e tem como auxiliares na avaliação
diversos equipamentos. O objetivo dessa análise é
compreender a cinemática atuante no sistema
musculoesquelético durante o ciclo da marcha. Além
disso, a marcha apresenta parâmetros de avaliação
cinemático que são conhecidos como temporais e
espaciais. As características espaciais por sua vez,
são facilmente visualizadas observando-se os pés
enquanto realizam a deambulação. Diante do
exposto, assinale a alternativa que não apresenta
características espaciais da marcha.
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