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Uma fratura é uma quebra estrutural na
continuidade de um osso, uma placa epifisária ou
uma superfície articular cartilaginosa. Quando
ocorre uma fratura, ocorre também algum grau de
lesão nos tecidos moles que cercam o osso. A
consolidação óssea após uma fratura apresenta três
fases e além disso, dependendo do local da fratura, a
lesão dos tecidos moles relacionados pode ser séria,
caso uma grande artéria ou nervo periférico também
estejam envolvidos. O diagnóstico, a redução, o
alinhamento e a imobilização para a cicatrização de
uma fratura são procedimentos médicos, entretanto,
o fisioterapeuta precisa estar ciente dos sintomas e
sinais de uma fratura em potencial. Se houver
suspeita de fratura, deve-se encaminhar o paciente
para exame radiográfico, diagnóstico médico e
tratamento. A respeito da consolidação óssea após
uma fratura, assinale a alternativa que preenche
corretamente as lacunas.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.
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O diagnóstico precoce é decisivo para o tratamento
da doença de Alzheimer. O tratamento para essa
doença, disponível atualmente, permite-nos basear a
estratégia terapêutica em três pilares: retardar a
evolução, tratar os sintomas e as alterações de
comportamento. Um dos principais objetivos do
tratamento desses indivíduos é controlar os sintomas
e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos
pela deterioração trazida pela sua condição. A
doença de Alzheimer não tem cura, a medicação
ajuda a corrigir os desequilíbrios, sendo mais eficaz
na fase inicial da doença, mas, infelizmente, tem
efeito temporário. O trabalho do fisioterapeuta na
doença de Alzheimer é de fundamental importância
para potencializar a capacidade e melhorar a
qualidade de vida, evitando complicações
debilitantes. Diante desta premissa, assinale a
alternativa incorreta com relação as condutas
fisioterapêuticas no atendimento dos pacientes com
doença de Alzheimer.
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Mesmo com os avanços técnicos, o exame físico
respiratório no paciente crítico internado em
unidade de terapia intensiva (UTI) é crucial. De
baixo custo e aplicabilidade ampla, ele fornece
informações imediatas, identificando alterações
antes de exames laboratoriais e de imagem. A
inspeção, palpação, percussão e ausculta pulmonar
revelam sinais que guiam condutas fisioterapêuticas
e exames complementares. Sendo que no primeiro
contato com o paciente já é possível identificar a
gravidade do quadro respiratório. Dessa forma, a
avaliação começa pela observação do paciente no
leito, conhecida como inspeção. Sendo assim,
relacione os padrões respiratórios com a sua
descrição correspondente e assinale a alternativa
com a sequência correta.
1. Biot.
2. Cheyne-Stokes.
3. Kussmaul.
4. Respiração paradoxal.
A. Ciclo respiratório caracterizado por incursões de amplitude progressivamente crescente, seguidas de diminuição gradual, intercaladas por apneia.
B. Há uma inversão do movimento esperado da caixa torácica e parede abdominal e, durante a inspiração, o abdome retrai ao invés de expandir. Esse padrão respiratório é comumente observado em pacientes com fraqueza muscular do diafragma e insuficiência respiratória.
C. Padrão respiratório irregular, com períodos de respirações de amplitude variável intercalados por apneias prolongadas.
D. Respirações rápidas, profundas e regulares, geralmente associadas à acidose metabólica.
1. Biot.
2. Cheyne-Stokes.
3. Kussmaul.
4. Respiração paradoxal.
A. Ciclo respiratório caracterizado por incursões de amplitude progressivamente crescente, seguidas de diminuição gradual, intercaladas por apneia.
B. Há uma inversão do movimento esperado da caixa torácica e parede abdominal e, durante a inspiração, o abdome retrai ao invés de expandir. Esse padrão respiratório é comumente observado em pacientes com fraqueza muscular do diafragma e insuficiência respiratória.
C. Padrão respiratório irregular, com períodos de respirações de amplitude variável intercalados por apneias prolongadas.
D. Respirações rápidas, profundas e regulares, geralmente associadas à acidose metabólica.
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Diversas estruturas pélvicas atuam a fim de garantir
a sustentação dos órgãos pélvicos. Sendo que a
sustentação adequada das estruturas pélvicas
femininas depende da interação dinâmica entre os
tecidos fasciais (fáscia endopélvica), dos ligamentos e
da estrutura muscular da pelve (elevadores do ânus,
membrana perineal, corpo perineal e musculatura
do períneo superficial). Os prolapsos genitais,
também chamados de “prolapsos urogenitais”, são
definidos como a exteriorização dos órgãos pélvicos
através da vagina. Logo, a protrusão do órgão
pélvico é uma disfunção que pode ser permanente ou
apenas surgir aos esforços, e que pode ser
assintomática em alguns casos. Todavia, na maioria
dos casos, os prolapsos genitais representam uma
morbidade, afetando intensamente a qualidade de
vida da mulher, por causar uma gama de
manifestações clínicas e limitações funcionais. De
acordo com o órgão que se encontra fora de seu
posicionamento anatômico, os prolapsos podem ser
classificados em diversos tipos. Diante do exposto,
assinale a alternativa que apresenta a descrição
correta de enterocele.
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A partir do conhecimento dos efeitos do exercício
físico no organismo, o fisioterapeuta pode refletir
sobre quais efeitos gostaria de proporcionar ao
organismo do seu paciente, e, a partir dessa
definição, pode estabelecer qual exercício físico se
torna mais adequado para aquele indivíduo que será
tratado. E, independente do objetivo do treinamento
físico proposto como conduta fisioterapêutica,
existem alguns princípios que podem ser utilizados
para qualquer programa de exercício físico. Diante
do exposto, analise as assertivas a respeito dos
princípios do treinamento físico e assinale a
alternativa correta.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.
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A síndrome do desconforto respiratório (SDR),
também conhecida como doença da membrana
hialina (DMH), é considerada uma das causas mais
frequentes de insuficiência respiratória e de
mortalidade no neonato prematuro. É causada,
primariamente, pela deficiência de surfactante ao
nascimento e está associada à imaturidade estrutural
pulmonar. Além da deficiência na produção do
surfactante, a imaturidade estrutural dos músculos
respiratórios também influencia no desenvolvimento
da insuficiência respiratória. Para o diagnóstico
clínico da síndrome do desconforto respiratório, são
determinantes o conhecimento da história materna e
familiar, das condições do nascimento do neonato e a
identificação dos fatores de risco dessa patologia.
Diante dessa afirmativa, são manifestações clínicas
da síndrome do desconforto respiratório, exceto:
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A terapia manual se refere a um conjunto de técnicas
cujo objetivo é reduzir a dor e melhorar a função em
inúmeras disfunções musculoesqueléticas. Dentre as
técnicas de terapia manual, as mobilizações e
manipulações são amplamente utilizadas na prática
profissional dos fisioterapeutas para corrigir e/ou
melhorar as disfunções da coluna vertebral e assim e
auxiliar no processo de reabilitação física dos
pacientes. Logo, todas as técnicas de mobilização e
manipulação articular podem ser aplicadas no
contexto da reabilitação física das disfunções da
coluna vertebral, desde que seja realizada uma
anamnese criteriosa e, a partir disso, a identificação
de qual técnica será mais adequada para cada
paciente e a sua disfunção. Diante dessa afirmativa,
acerca das técnicas de mobilização e manipulação
articular aplicadas à coluna vertebral, assinale a
alternativa incorreta.
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O quadril, formado pela cabeça do fêmur e
acetábulo, é crucial para sustentação e locomoção.
Lesões ortopédicas do quadril são comuns em
adultos e idosos, frequentemente causadas por
traumas que geram dor, rigidez e dificuldade de
movimento. A nomenclatura para sintomas que
aparecem na região lateral do quadril é a síndrome
da dor trocantérica. Esta inclui sintomas de dor
peritrocantérica, tendinopatia do glúteo
médio/mínimo e bursite trocantérica. Diante do
exposto, analise as assertivas a respeito da bursite
trocantérica e assinale a alternativa correta.
I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
I. A bursite é a inflamação da bursa, estrutura com membrana sinovial perto de proeminências ósseas, articulações, tendões e ligamentos. Sua função é reduzir atrito, evitar desgaste e facilitar movimentos, sendo crucial na biomecânica articular. Existem muitas bursas no corpo, com algumas bursites, como a trocantérica, sendo mais comuns em mulheres entre 40 e 60 anos, embora ocorra em todas as idades. Além disso, em jovens, pode surgir por estilo de vida ou atividade física.
II. O diagnóstico assertivo da bursite do quadril requer combinação de história clínica detalhada e exame físico. Dor na região lateral do quadril que piora à palpação e limitação da abdução são sintomas comuns. A investigação dos hábitos do paciente é crucial para identificar as causas. Entretanto, caso os sinais e sintomas levem à dúvida diagnóstica, o médico poderá solicitar exames complementares para descartar outras causas de dor no quadril. A ultrassonografia pode auxiliar na identificação da inflamação da bursa, e a ressonância magnética é o exame mais preciso para avaliar a bursa e diferenciar de outras patologias, como tendinites.
III. A avaliação fisioterapêutica é crucial para identificar alterações biomecânicas que causam recidiva da bursite. Avaliar o paciente estática e dinamicamente (postura, assimetria, padrões motores, compensações musculares, marcha) direciona a reabilitação. E, a orientação do paciente é vital. Para evitar a recidiva, deve-se minimizar impactos laterais no quadril com superfícies macias, evitar deitar-se no lado afetado inicialmente, movimentos repetitivos e manter um peso saudável.
IV. O tratamento não medicamentoso inicial foca na redução da inflamação e dor. O uso da crioterapia no local por 20 minutos (mínimo três vezes ao dia) e a aplicação do laser de baixa intensidade são recursos que podem ser utilizados. Além disso, a redução da atividade física pode acelerar o controle inflamatório e a dor. E, a liberação miofascial pode ser usada em casos de aumento da tensão muscular local, evitando compressão direta na bursa.
V. Exercícios para fortalecimento muscular do quadril e melhora da flexibilidade devem ser introduzidos à medida que o paciente relata melhora do quadro de dor. Para isso, são alguns dos exercícios recomendados: exercícios de elevação de quadril (ponte), elevação de quadril com perna elevada para fortalecimento glúteo (a orientação deve ser de associar a contração abdominal durante o movimento), agachamento (ter cuidado para o joelho não ultrapassar a linha da ponta do pé para evitar sobrecarga nessa articulação), exercícios para fortalecimento de abdutores de quadril, além de alongamentos. E, com a progressão do tratamento e melhora dos sinais e sintomas, exercícios de propriocepção em superfícies instáveis podem ser associados. Por fim, para a última fase do processo de recuperação serão priorizados exercícios funcionais para simular atividades do dia a dia, como subir e descer escadas.
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No momento do trabalho de parto, a gestante é
exigida física e emocionalmente e, para estar
preparada para isso, é importante que ela realize
fisioterapia no período pré-natal, pois essa atividade
fornece uma série de vantagens para a gestante. E,
além de realizar essa preparação, a fisioterapia
aplicada nas duas fases do trabalho de parto
consegue aliviar a dor, reduzir o tempo de duração
do parto e promover bem-estar, confiança,
acolhimento e segurança para a gestante nesse
momento tão importante. Assim como na primeira
fase, a atuação fisioterapêutica é muito importante
durante a segunda fase do trabalho de parto. Essa
segunda fase se caracteriza pelo momento da
expulsão do bebê e requer contrações mais intensas e
uma dilatação ainda maior. Diante do exposto,
assinale a alternativa incorreta com relação a
abordagem fisioterapêutica na segunda fase do
trabalho de parto.
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A espirometria é um exame a partir do qual se avalia
de forma funcional os fluxos e volumes pulmonares
estáticos. Esse exame geralmente representa dados
por meio de gráficos que podem ter dois tipos de
curva, a de fluxo-volume e a de volume-tempo. A
partir da espirometria, é possível identificar
alterações da função pulmonar, observando uma
disfunção restritiva, obstrutiva, mista ou até mesmo
inespecífica. Existem dois tipos de espirometria, a
estática e a dinâmica. A espirometria dinâmica por
sua vez, abrange volumes, capacidades e a velocidade
com que o ar deixa os pulmões, ou seja, o fluxo
expiratório. O fisioterapeuta precisa saber o
significado de cada parâmetro apresentado na
espirometria para poder interpretá-la de forma mais
precisa. Diante desse pressuposto a respeito dos
volumes pulmonares e das capacidades respiratórias,
assinale a alternativa que apresenta a descrição
correta da capacidade vital (CV).
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