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Leia o texto para responder a questão.
Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa
Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por
animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles
Por Paloma Lazzaro
Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm
à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No
entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam
mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são
responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com
dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in
Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600
mil membros da própria espécie por ano, também não é o
primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero
do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas
previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes
no mundo
No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano
têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em
si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas
pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal
de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é
transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda
mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras
100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a
dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito
Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo
mosquito Culex.
Cobras matam 100 mil pessoas por ano
As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e
os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis
por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta
fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas
ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos
e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de
uma picada, estão pouco disponíveis.
Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas
O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o
melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros
somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as
cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas
diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença
viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô
por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a
raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o
tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado
rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura
dos sistemas de saúde.
Disponível em https://exame.com/ciencia/animal-mais-letal-do-mundo-emenor-do-que-sepensa/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento
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Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa
Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por
animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles
Por Paloma Lazzaro
Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm
à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No
entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam
mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são
responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com
dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in
Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600
mil membros da própria espécie por ano, também não é o
primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero
do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas
previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes
no mundo
No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano
têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em
si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas
pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal
de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é
transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda
mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras
100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a
dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito
Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo
mosquito Culex.
Cobras matam 100 mil pessoas por ano
As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e
os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis
por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta
fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas
ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos
e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de
uma picada, estão pouco disponíveis.
Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas
O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o
melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros
somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as
cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas
diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença
viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô
por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a
raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o
tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado
rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura
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Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa
Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por
animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles
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Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm
à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No
entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam
mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são
responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com
dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in
Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600
mil membros da própria espécie por ano, também não é o
primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero
do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas
previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes
no mundo
No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano
têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em
si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas
pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal
de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é
transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda
mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras
100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a
dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito
Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo
mosquito Culex.
Cobras matam 100 mil pessoas por ano
As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e
os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis
por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta
fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas
ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos
e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de
uma picada, estão pouco disponíveis.
Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas
O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o
melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros
somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as
cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas
diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença
viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô
por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a
raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o
tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado
rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura
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Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por
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à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No
entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam
mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são
responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com
dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in
Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600
mil membros da própria espécie por ano, também não é o
primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero
do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas
previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes
no mundo
No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano
têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em
si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas
pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal
de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é
transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda
mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras
100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a
dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito
Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo
mosquito Culex.
Cobras matam 100 mil pessoas por ano
As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e
os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis
por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta
fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas
ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos
e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de
uma picada, estão pouco disponíveis.
Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas
O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o
melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros
somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as
cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas
diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença
viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô
por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a
raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o
tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado
rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura
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Durante a execução técnica da coleta do
citopatológico, a obtenção de material representativo
da região do colo do útero é vital para evitar
resultados falso-negativos. O enfermeiro deve
utilizar os instrumentos corretos e seguir a técnica
adequada para amostrar tanto a ectocérvice quanto
a endocérvice. Sobre o procedimento técnico e os
materiais utilizados na coleta, assinale a alternativa
correta.
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Na Atenção Primária à Saúde (APS), a consulta e a
coleta do exame citopatológico (preventivo) são
competências fundamentais do enfermeiro. Para
garantir a qualidade da amostra e um diagnóstico
preciso, o profissional deve orientar a paciente
corretamente sobre o preparo prévio ao exame.
Segundo os protocolos do Ministério da Saúde,
assinale a alternativa que apresenta corretamente as
orientações que devem ser fornecidas à mulher antes
da coleta.
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O câncer do colo do útero é uma das principais
neoplasias que acometem a população feminina,
sendo alvo de ações de rastreamento na Atenção
Primária. Segundo o protocolo nacional de
rastreamento do câncer do colo do útero, a
periodicidade correta para a realização do exame
citopatológico (preventivo), após dois exames anuais
consecutivos negativos, é de
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Durante a consulta de enfermagem na Unidade
Básica de Saúde, uma paciente procura atendimento
relatando prurido vulvar intenso, ardência e
leucorreia branca, espessa, semelhante a “leite
coalhado”, sem odor fétido. O exame especular
revela hiperemia vaginal e vulvar. Com base nas
diretrizes do Ministério da Saúde para o manejo de
corrimentos vaginais, assinale a alternativa sobre
qual a principal hipótese diagnóstica e qual a
conduta sindrômica mais indicada, respectivamente.
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A escolha do método de esterilização depende
diretamente da compatibilidade do material com o
agente esterilizante. Diante de materiais
termossensíveis (que não suportam altas
temperaturas), o enfermeiro gestor deve optar por
métodos de esterilização a baixa temperatura. Diante
do exposto, assinale a alternativa que apresenta
apenas métodos adequados para materiais
termossensíveis.
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O monitoramento do processo de esterilização a
vapor saturado sob pressão é uma atividade crucial
do enfermeiro na CME. Sobre a validação e o
controle de qualidade desse processo, assinale a
alternativa correta.
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