A Secretaria de Saúde de um município elaborou um plano de vacinação em dias corridos, sem folga nos finais de semana e/ou feriados, sendo três dias de aplicação de vacinas seguidos de dois dias de folga para a equipe de trabalho, conforme quadro abaixo:
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado
Domingo
Vacina
Vacina
Vacina
Folga
Folga
Vacina
Vacina
Vacina
Folga
Folga
Vacina
Vacina
Vacina
Folga
Folga
...
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Começando em uma segunda-feira, é correto afirmar que o 150º dia da campanha será de
O total de vagas de um concurso para agente comunitário de saúde compõe-se de vagas para admissão imediata e vagas para o cadastro reserva. Se aumentarem 3 (três) vagas para o cadastro reserva, elas representarão 20 % (vinte por cento) das vagas para admissão imediata, no entanto, se diminuírem 4 (quatro) vagas para o cadastro reserva, elas serão equivalentes a 15% (quinze por cento) da vagas para admissão imediata. O total de vagas, inicialmente previstas, para admissão imediata e cadastro reserva, era igual a
O quadro abaixo apresenta alguns dados da Covid-19 disponibilizados na internet no dia 30 de agosto de 2021, referentes aos municípios de Abaetetuba, Cametá e Tucuruí.
Município
Número de casos
Casos por 100 mil habitantes
Número de mortos
Mortos por 100 mil habitantes
Abaetetuba
9.226
5.799,60
229
140,81
Cametá
9.740
6.988,89
263
188,71
Tucuruí
7.742
6.723,75
257
223,20
Fonte: http://especiais.g1.globo.com/bemestar/coronavirus/2021/mapa-cidades-brasil-mortes-covid/ Acesso em 30/08/2021
Com base nesses dados, relativamente a esses três municípios, é correto afirmar que, nessa data,
Para fins de cálculos do tempo de gotejamento de soro, considera-se que um 1 (um) mililitro equivale a 20 (vinte) gotas e que uma gota corresponde a 3 (três) microgotas. No tratamento de uma criança, foi prescrita a aplicação de 360 (trezentos e sessenta) mililitros de um soro, administrado em microgotas, durante 6 (seis) horas. Para atender à prescrição, o número de microgotas por minuto deve ser igual a
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
Cientistas calcularam a probabilidade de surgir outra pandemia no futuro
Os pesquisadores levaram em conta o registro histórico de epidemias dos últimos 400 anos – e verificaram que grandes surtos de doenças são mais frequentes do que se imagina
Epidemias são bem mais frequentes do que imaginamos. Essa é a
conclusão de um estudo estatístico realizado pela Universidade Duke, nos
Estados Unidos, e pela Universidade de Padova, na Itália. Os pesquisadores
calcularam a probabilidade de surgir uma pandemia de impacto semelhante à
Covid-19 no futuro. Analisando os surtos de doenças que ocorreram desde o
século 17, eles concluíram que as chances são em torno de 2% ao ano.
Segundo o estudo, uma pessoa nascida no ano 2000 já teria 38% de
chances de vivenciar uma pandemia como a atual – o que, de fato, aconteceu.
Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the National
Academy of Sciences.
Os cientistas utilizaram um modelo estatístico baseado em registros
históricos de todas as epidemias dos últimos 400 anos, o que inclui surtos de
peste bubônica, varíola, cólera, tifo e gripe, entre outras doenças. Há 476
epidemias documentadas (mais de uma por ano), mas não há registros do
número de mortes de 114 delas. Os pesquisadores não incluíram as epidemias
que ainda estão ocorrendo, como Covid-19, HIV e malária.
A probabilidade depende da intensidade da epidemia. Quanto maior é o
surto, mais raro de acontecer. Uma pandemia como a da gripe espanhola, que
matou mais de 50 milhões de pessoas em dois anos, têm uma probabilidade
anual entre 0,3% e 1,9%. Considerando esses números, é provável que uma
pandemia de impacto semelhante ocorra em algum momento dos próximos 400
anos.
Para uma pandemia ao nível da Covid-19, que já soma 4,4 milhões de
mortes registradas, as chances ficam em torno de 2% ao ano. Os cientistas
apontam que é provável que ocorra uma outra pandemia semelhante nos
próximos 59 anos – um período de tempo que é “bem menor do que
esperaríamos intuitivamente”, escrevem eles.
“A conclusão mais importante é que grandes pandemias como a Covid-
19 e a gripe espanhola são relativamente prováveis”, diz o pesquisador William
Pan, professor em Duke e um dos coautores do estudo. E pior: essa
probabilidade tem aumentado com o passar do tempo.
Nos últimos 50 anos, os pesquisadores observaram um aumento de
surtos causados por novos patógenos. Além do Sars-CoV-2, podemos citar as
variações do influenza causador da gripe suína e gripe aviária, o vírus do ebola
e o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Só este último já matou 36 milhões
de pessoas desde o início da pandemia de Aids, em 1981.
A razão para isso pode ser apenas o aumento de registros – afinal, temos
mais informação sobre o ano 1970 do que sobre 1670. Mas os pesquisadores
apontam outras causas prováveis: o aumento populacional, mudanças no
sistema alimentar, degradação ambiental e maior contato entre humanos e
animais que podem carregar doenças.
“Isso mostra a importância de ter uma resposta rápida à surtos de
doenças e de se construir uma vigilância local e global”, afirma Pan. “Além de
estabelecer pesquisas para entender por que os surtos estão se tornando mais
comuns”.
Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-calcularam-a-probabilidade-de-surgir-outra-pandemia-no-futuro/
Acessado em 25/08/2021
A classe a que pertence a palavra grifada está corretamente indicada em
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
Cientistas calcularam a probabilidade de surgir outra pandemia no futuro
Os pesquisadores levaram em conta o registro histórico de epidemias dos últimos 400 anos – e verificaram que grandes surtos de doenças são mais frequentes do que se imagina
Epidemias são bem mais frequentes do que imaginamos. Essa é a
conclusão de um estudo estatístico realizado pela Universidade Duke, nos
Estados Unidos, e pela Universidade de Padova, na Itália. Os pesquisadores
calcularam a probabilidade de surgir uma pandemia de impacto semelhante à
Covid-19 no futuro. Analisando os surtos de doenças que ocorreram desde o
século 17, eles concluíram que as chances são em torno de 2% ao ano.
Segundo o estudo, uma pessoa nascida no ano 2000 já teria 38% de
chances de vivenciar uma pandemia como a atual – o que, de fato, aconteceu.
Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the National
Academy of Sciences.
Os cientistas utilizaram um modelo estatístico baseado em registros
históricos de todas as epidemias dos últimos 400 anos, o que inclui surtos de
peste bubônica, varíola, cólera, tifo e gripe, entre outras doenças. Há 476
epidemias documentadas (mais de uma por ano), mas não há registros do
número de mortes de 114 delas. Os pesquisadores não incluíram as epidemias
que ainda estão ocorrendo, como Covid-19, HIV e malária.
A probabilidade depende da intensidade da epidemia. Quanto maior é o
surto, mais raro de acontecer. Uma pandemia como a da gripe espanhola, que
matou mais de 50 milhões de pessoas em dois anos, têm uma probabilidade
anual entre 0,3% e 1,9%. Considerando esses números, é provável que uma
pandemia de impacto semelhante ocorra em algum momento dos próximos 400
anos.
Para uma pandemia ao nível da Covid-19, que já soma 4,4 milhões de
mortes registradas, as chances ficam em torno de 2% ao ano. Os cientistas
apontam que é provável que ocorra uma outra pandemia semelhante nos
próximos 59 anos – um período de tempo que é “bem menor do que
esperaríamos intuitivamente”, escrevem eles.
“A conclusão mais importante é que grandes pandemias como a Covid-
19 e a gripe espanhola são relativamente prováveis”, diz o pesquisador William
Pan, professor em Duke e um dos coautores do estudo. E pior: essa
probabilidade tem aumentado com o passar do tempo.
Nos últimos 50 anos, os pesquisadores observaram um aumento de
surtos causados por novos patógenos. Além do Sars-CoV-2, podemos citar as
variações do influenza causador da gripe suína e gripe aviária, o vírus do ebola
e o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Só este último já matou 36 milhões
de pessoas desde o início da pandemia de Aids, em 1981.
A razão para isso pode ser apenas o aumento de registros – afinal, temos
mais informação sobre o ano 1970 do que sobre 1670. Mas os pesquisadores
apontam outras causas prováveis: o aumento populacional, mudanças no
sistema alimentar, degradação ambiental e maior contato entre humanos e
animais que podem carregar doenças.
“Isso mostra a importância de ter uma resposta rápida à surtos de
doenças e de se construir uma vigilância local e global”, afirma Pan. “Além de
estabelecer pesquisas para entender por que os surtos estão se tornando mais
comuns”.
Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-calcularam-a-probabilidade-de-surgir-outra-pandemia-no-futuro/
Acessado em 25/08/2021
Em “Uma pandemia como a da gripe espanhola, que matou mais de 50 milhões de pessoas em dois anos, têm uma probabilidade anual entre 0,3% e 1,9%. (linhas 18 a 20) ocorreu um problema quanto à
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
Cientistas calcularam a probabilidade de surgir outra pandemia no futuro
Os pesquisadores levaram em conta o registro histórico de epidemias dos últimos 400 anos – e verificaram que grandes surtos de doenças são mais frequentes do que se imagina
Epidemias são bem mais frequentes do que imaginamos. Essa é a
conclusão de um estudo estatístico realizado pela Universidade Duke, nos
Estados Unidos, e pela Universidade de Padova, na Itália. Os pesquisadores
calcularam a probabilidade de surgir uma pandemia de impacto semelhante à
Covid-19 no futuro. Analisando os surtos de doenças que ocorreram desde o
século 17, eles concluíram que as chances são em torno de 2% ao ano.
Segundo o estudo, uma pessoa nascida no ano 2000 já teria 38% de
chances de vivenciar uma pandemia como a atual – o que, de fato, aconteceu.
Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the National
Academy of Sciences.
Os cientistas utilizaram um modelo estatístico baseado em registros
históricos de todas as epidemias dos últimos 400 anos, o que inclui surtos de
peste bubônica, varíola, cólera, tifo e gripe, entre outras doenças. Há 476
epidemias documentadas (mais de uma por ano), mas não há registros do
número de mortes de 114 delas. Os pesquisadores não incluíram as epidemias
que ainda estão ocorrendo, como Covid-19, HIV e malária.
A probabilidade depende da intensidade da epidemia. Quanto maior é o
surto, mais raro de acontecer. Uma pandemia como a da gripe espanhola, que
matou mais de 50 milhões de pessoas em dois anos, têm uma probabilidade
anual entre 0,3% e 1,9%. Considerando esses números, é provável que uma
pandemia de impacto semelhante ocorra em algum momento dos próximos 400
anos.
Para uma pandemia ao nível da Covid-19, que já soma 4,4 milhões de
mortes registradas, as chances ficam em torno de 2% ao ano. Os cientistas
apontam que é provável que ocorra uma outra pandemia semelhante nos
próximos 59 anos – um período de tempo que é “bem menor do que
esperaríamos intuitivamente”, escrevem eles.
“A conclusão mais importante é que grandes pandemias como a Covid-
19 e a gripe espanhola são relativamente prováveis”, diz o pesquisador William
Pan, professor em Duke e um dos coautores do estudo. E pior: essa
probabilidade tem aumentado com o passar do tempo.
Nos últimos 50 anos, os pesquisadores observaram um aumento de
surtos causados por novos patógenos. Além do Sars-CoV-2, podemos citar as
variações do influenza causador da gripe suína e gripe aviária, o vírus do ebola
e o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Só este último já matou 36 milhões
de pessoas desde o início da pandemia de Aids, em 1981.
A razão para isso pode ser apenas o aumento de registros – afinal, temos
mais informação sobre o ano 1970 do que sobre 1670. Mas os pesquisadores
apontam outras causas prováveis: o aumento populacional, mudanças no
sistema alimentar, degradação ambiental e maior contato entre humanos e
animais que podem carregar doenças.
“Isso mostra a importância de ter uma resposta rápida à surtos de
doenças e de se construir uma vigilância local e global”, afirma Pan. “Além de
estabelecer pesquisas para entender por que os surtos estão se tornando mais
comuns”.
Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-calcularam-a-probabilidade-de-surgir-outra-pandemia-no-futuro/
Acessado em 25/08/2021
O autor do texto desobedeceu a uma regra de acentuação em
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 05.
Cientistas calcularam a probabilidade de surgir outra pandemia no futuro
Os pesquisadores levaram em conta o registro histórico de epidemias dos últimos 400 anos – e verificaram que grandes surtos de doenças são mais frequentes do que se imagina
Epidemias são bem mais frequentes do que imaginamos. Essa é a
conclusão de um estudo estatístico realizado pela Universidade Duke, nos
Estados Unidos, e pela Universidade de Padova, na Itália. Os pesquisadores
calcularam a probabilidade de surgir uma pandemia de impacto semelhante à
Covid-19 no futuro. Analisando os surtos de doenças que ocorreram desde o
século 17, eles concluíram que as chances são em torno de 2% ao ano.
Segundo o estudo, uma pessoa nascida no ano 2000 já teria 38% de
chances de vivenciar uma pandemia como a atual – o que, de fato, aconteceu.
Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the National
Academy of Sciences.
Os cientistas utilizaram um modelo estatístico baseado em registros
históricos de todas as epidemias dos últimos 400 anos, o que inclui surtos de
peste bubônica, varíola, cólera, tifo e gripe, entre outras doenças. Há 476
epidemias documentadas (mais de uma por ano), mas não há registros do
número de mortes de 114 delas. Os pesquisadores não incluíram as epidemias
que ainda estão ocorrendo, como Covid-19, HIV e malária.
A probabilidade depende da intensidade da epidemia. Quanto maior é o
surto, mais raro de acontecer. Uma pandemia como a da gripe espanhola, que
matou mais de 50 milhões de pessoas em dois anos, têm uma probabilidade
anual entre 0,3% e 1,9%. Considerando esses números, é provável que uma
pandemia de impacto semelhante ocorra em algum momento dos próximos 400
anos.
Para uma pandemia ao nível da Covid-19, que já soma 4,4 milhões de
mortes registradas, as chances ficam em torno de 2% ao ano. Os cientistas
apontam que é provável que ocorra uma outra pandemia semelhante nos
próximos 59 anos – um período de tempo que é “bem menor do que
esperaríamos intuitivamente”, escrevem eles.
“A conclusão mais importante é que grandes pandemias como a Covid-
19 e a gripe espanhola são relativamente prováveis”, diz o pesquisador William
Pan, professor em Duke e um dos coautores do estudo. E pior: essa
probabilidade tem aumentado com o passar do tempo.
Nos últimos 50 anos, os pesquisadores observaram um aumento de
surtos causados por novos patógenos. Além do Sars-CoV-2, podemos citar as
variações do influenza causador da gripe suína e gripe aviária, o vírus do ebola
e o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Só este último já matou 36 milhões
de pessoas desde o início da pandemia de Aids, em 1981.
A razão para isso pode ser apenas o aumento de registros – afinal, temos
mais informação sobre o ano 1970 do que sobre 1670. Mas os pesquisadores
apontam outras causas prováveis: o aumento populacional, mudanças no
sistema alimentar, degradação ambiental e maior contato entre humanos e
animais que podem carregar doenças.
“Isso mostra a importância de ter uma resposta rápida à surtos de
doenças e de se construir uma vigilância local e global”, afirma Pan. “Além de
estabelecer pesquisas para entender por que os surtos estão se tornando mais
comuns”.
Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-calcularam-a-probabilidade-de-surgir-outra-pandemia-no-futuro/
Acessado em 25/08/2021
O estudo de que trata o texto indica que a probabilidade de haver grandes pandemias
A Prefeitura Municipal de Cametá publicou o desenvolvimento da Covid-19 no município, no período de 29 de abril a 05 de maio de 2020, em forma de gráfico de coluna dupla, conforme a figura abaixo.
Disponível em https://prefeituradecameta.pa.gov.br/grafico-de-crescimento-da-covid-19-em-cameta/#prettyPhoto/0/ Acesso dia 30/08/2021.
O maior crescimento percentual no número de mortes, em relação ao dia anterior, ocorreu entre os dias