Foram encontradas 27 questões.
Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder as próximas questões.
“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.
(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Na frase “pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la”, o termo “-la”, em “esquecê-la”, retoma no texto a expressão:
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“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.
(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Quanto à relação entre brancos e negros no Brasil, fora da escravidão, o autor do texto a considerou:
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“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.
(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Após assegurar que o povo brasileiro não é formado apenas de homens brancos, o autor afirma que “não devemos portanto admitir essa maldição da cor”. Nesse caso, o termo “portanto” indica um sentido:
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“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.
(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Ao tratar de características da escravidão moderna, o autor afirma que “ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro”. Nesse caso, um dos sentidos possíveis para o termo “reduzir” seria o de:
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Leia atentamente o texto a seguir, escrito à época do Brasil escravocrata, para responder as próximas questões.
“A escravidão moderna repousa sobre uma base diversa da escravidão antiga: a cor preta. Ninguém pensa em reduzir homens brancos ao cativeiro: para este ficaram reservados tão-somente os negros. Nós não somos um povo exclusivamente branco, e não devemos portanto admitir essa maldição da cor; pelo contrário, devemos tudo fazer por esquecê-la. A escravidão, por felicidade nossa, não azedou nunca a alma do escravo contra o senhor – falando coletivamente – nem criou entre as duas raças o ódio recíproco que existe naturalmente entre opressores e oprimidos. Por esse motivo, o contato entre elas foi sempre isento de asperezas, fora da escravidão, e o homem de cor achou todas as avenidas abertas diante de si. A cor no Brasil não é, como nos Estados Unidos, um preconceito social contra cuja obstinação pouco pode o caráter, o talento e o mérito de quem incorre nele. Essa boa inteligência em que vivem os elementos, de origem diferente, da nossa nacionalidade é um interesse público de primeira ordem para nós”.
(Joaquim Nabuco. O Abolicionismo. Brasília: Senado Federal, 2003, com adaptações).
Nas primeiras frases do texto, o autor emprega por duas vezes a pontuação denominada dois-pontos. Em ambos os casos, os dois-pontos serviram para:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
Assinale, abaixo, alternativa que indica um dos símbolos do Município de Campo Mourão, conforme a Lei Orgânica.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
Conforme o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Campo Mourão, NÃO constitui requisito básico para o ingresso no serviço público:
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