Foram encontradas 30 questões.
2944789
Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
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Hoje em dia a proteção de informações pessoais em
computadores é de fundamental importância, para isso
foi desenvolvido um aplicativo que a partir da senha
anterior gera uma nova senha para o usuário, toda vez
que o mesmo acessar o aplicativo, sendo impossível
utilizar senhas antigas.
Renato, sendo uma pessoa muito organizada, anotou as suas diversas senhas e começou a observar um padrão matemático nelas. Conseguiu a partir desta observação deduzir as suas próximas senhas.
Sabendo que até agora Renato utilizou as senhas: 1234, 3575, 8336, 2607 e 8678. Após utilizar a senha 8678 a sua próxima senha será
Renato, sendo uma pessoa muito organizada, anotou as suas diversas senhas e começou a observar um padrão matemático nelas. Conseguiu a partir desta observação deduzir as suas próximas senhas.
Sabendo que até agora Renato utilizou as senhas: 1234, 3575, 8336, 2607 e 8678. Após utilizar a senha 8678 a sua próxima senha será
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2944787
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Provas:
A norma brasileira ABNT NBR 9050:2020 Acessibilidade a
edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbano,
estabelece parâmetros técnicos que visam o bom
desempenho ergonômico dos ambientes internos e
externos para pessoas em diferentes condições físicas.
Analise a figura que mostra um sanitário acessível em
Vista superior e em Vista lateral e em seguida marque a
alternativa que identifica uma inadequação a esta norma.


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2944786
Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Provas:
Segundo a NBR ABNT 9077/2001, que trata das Saídas de
Emergência em Edifícios, as escadas de emergência,
localizadas nas rotas de fuga, precisam
necessariamente:
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A respeito do uso do acento indicador de crase, está de
acordo com a norma padrão a alternativa:
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Assinale a alternativa em que a pontuação está de acordo
com o que preceitua a gramática normativa:
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Texto para a questão
O GRANDE ENCONTRO DOS DESAPARECIDOS
(Crônica de Moacyr Scliar)
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Folha de São Paulo, caderno C - Cotidiano, 10 jul. 1999
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em
data diferente e em local diferente: às margens de um
grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha.
Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação,
do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia
chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão. Usam máscaras, naturalmente.
Alguns – precaução adicional – colocam vendas sobre os
olhos: não querem ver os rostos, mesmos disfarçados,
dos outros desaparecidos.
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os
desaparecidos são divididos em comissões temáticas,
que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é
lícito desaparecer quando há uma crise na família? O
desemprego é uma boa razão para o desaparecimento?
Deve uma possível reaparição ser precedida de
exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há
também tempo para amenidades, para amável convívio,
em que os desaparecidos intercambiam experiências e
relatam episódios diversos, pitorescos ou não. Entre as
figuras mais interessantes está a de um ancião com
cerca de 90 anos, desaparecido quando bebê. Criado por
feras do mato, ele preferiu, no entanto, desaparecer na
civilização e assim percorreu o Brasil de sul a norte e de
leste a oeste, desaparecendo em cidades, em fazendas,
em feiras livres e até numa grande convenção do
comércio lojista. Suas histórias, engraçadas ou trágicas,
são muito apreciadas.
À medida que se aproxima o final do encontro, os
desaparecidos vão ficando cada vez mais inquietos;
consultam o relógio ou miram o crepúsculo. Em breve
terão de desaparecer, e isso será um choque. Sentir-seão melhor depois que sumirem, depois que se
dissolverem no anonimato. Mas a ânsia os acompanhará
para sempre, mesmo nos momentos de maior liberdade.
Dentro de cada desaparecido há um ser incógnito que faz
força para aparecer. E que, em algum momento, o
conseguirá.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/o-grande-encontro-dos-desaparecidos-cronicade-moacyr-scliar/
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Texto para a questão
O GRANDE ENCONTRO DOS DESAPARECIDOS
(Crônica de Moacyr Scliar)
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Folha de São Paulo, caderno C - Cotidiano, 10 jul. 1999
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em
data diferente e em local diferente: às margens de um
grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha.
Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação,
do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia
chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão. Usam máscaras, naturalmente.
Alguns – precaução adicional – colocam vendas sobre os
olhos: não querem ver os rostos, mesmos disfarçados,
dos outros desaparecidos.
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os
desaparecidos são divididos em comissões temáticas,
que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é
lícito desaparecer quando há uma crise na família? O
desemprego é uma boa razão para o desaparecimento?
Deve uma possível reaparição ser precedida de
exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há
também tempo para amenidades, para amável convívio,
em que os desaparecidos intercambiam experiências e
relatam episódios diversos, pitorescos ou não. Entre as
figuras mais interessantes está a de um ancião com
cerca de 90 anos, desaparecido quando bebê. Criado por
feras do mato, ele preferiu, no entanto, desaparecer na
civilização e assim percorreu o Brasil de sul a norte e de
leste a oeste, desaparecendo em cidades, em fazendas,
em feiras livres e até numa grande convenção do
comércio lojista. Suas histórias, engraçadas ou trágicas,
são muito apreciadas.
À medida que se aproxima o final do encontro, os
desaparecidos vão ficando cada vez mais inquietos;
consultam o relógio ou miram o crepúsculo. Em breve
terão de desaparecer, e isso será um choque. Sentir-seão melhor depois que sumirem, depois que se
dissolverem no anonimato. Mas a ânsia os acompanhará
para sempre, mesmo nos momentos de maior liberdade.
Dentro de cada desaparecido há um ser incógnito que faz
força para aparecer. E que, em algum momento, o
conseguirá.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/o-grande-encontro-dos-desaparecidos-cronicade-moacyr-scliar/
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Texto para a questão
O GRANDE ENCONTRO DOS DESAPARECIDOS
(Crônica de Moacyr Scliar)
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Folha de São Paulo, caderno C - Cotidiano, 10 jul. 1999
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em
data diferente e em local diferente: às margens de um
grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha.
Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação,
do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia
chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão. Usam máscaras, naturalmente.
Alguns – precaução adicional – colocam vendas sobre os
olhos: não querem ver os rostos, mesmos disfarçados,
dos outros desaparecidos.
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os
desaparecidos são divididos em comissões temáticas,
que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é
lícito desaparecer quando há uma crise na família? O
desemprego é uma boa razão para o desaparecimento?
Deve uma possível reaparição ser precedida de
exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há
também tempo para amenidades, para amável convívio,
em que os desaparecidos intercambiam experiências e
relatam episódios diversos, pitorescos ou não. Entre as
figuras mais interessantes está a de um ancião com
cerca de 90 anos, desaparecido quando bebê. Criado por
feras do mato, ele preferiu, no entanto, desaparecer na
civilização e assim percorreu o Brasil de sul a norte e de
leste a oeste, desaparecendo em cidades, em fazendas,
em feiras livres e até numa grande convenção do
comércio lojista. Suas histórias, engraçadas ou trágicas,
são muito apreciadas.
À medida que se aproxima o final do encontro, os
desaparecidos vão ficando cada vez mais inquietos;
consultam o relógio ou miram o crepúsculo. Em breve
terão de desaparecer, e isso será um choque. Sentir-seão melhor depois que sumirem, depois que se
dissolverem no anonimato. Mas a ânsia os acompanhará
para sempre, mesmo nos momentos de maior liberdade.
Dentro de cada desaparecido há um ser incógnito que faz
força para aparecer. E que, em algum momento, o
conseguirá.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/o-grande-encontro-dos-desaparecidos-cronicade-moacyr-scliar/
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O GRANDE ENCONTRO DOS DESAPARECIDOS
(Crônica de Moacyr Scliar)
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Folha de São Paulo, caderno C - Cotidiano, 10 jul. 1999
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em
data diferente e em local diferente: às margens de um
grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha.
Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação,
do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia
chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão. Usam máscaras, naturalmente.
Alguns – precaução adicional – colocam vendas sobre os
olhos: não querem ver os rostos, mesmos disfarçados,
dos outros desaparecidos.
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os
desaparecidos são divididos em comissões temáticas,
que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é
lícito desaparecer quando há uma crise na família? O
desemprego é uma boa razão para o desaparecimento?
Deve uma possível reaparição ser precedida de
exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há
também tempo para amenidades, para amável convívio,
em que os desaparecidos intercambiam experiências e
relatam episódios diversos, pitorescos ou não. Entre as
figuras mais interessantes está a de um ancião com
cerca de 90 anos, desaparecido quando bebê. Criado por
feras do mato, ele preferiu, no entanto, desaparecer na
civilização e assim percorreu o Brasil de sul a norte e de
leste a oeste, desaparecendo em cidades, em fazendas,
em feiras livres e até numa grande convenção do
comércio lojista. Suas histórias, engraçadas ou trágicas,
são muito apreciadas.
À medida que se aproxima o final do encontro, os
desaparecidos vão ficando cada vez mais inquietos;
consultam o relógio ou miram o crepúsculo. Em breve
terão de desaparecer, e isso será um choque. Sentir-seão melhor depois que sumirem, depois que se
dissolverem no anonimato. Mas a ânsia os acompanhará
para sempre, mesmo nos momentos de maior liberdade.
Dentro de cada desaparecido há um ser incógnito que faz
força para aparecer. E que, em algum momento, o
conseguirá.
FONTE: https://contobrasileiro.com.br/o-grande-encontro-dos-desaparecidos-cronicade-moacyr-scliar/
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Texto para a questão
O GRANDE ENCONTRO DOS DESAPARECIDOS
(Crônica de Moacyr Scliar)
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Folha de São Paulo, caderno C - Cotidiano, 10 jul. 1999
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em
data diferente e em local diferente: às margens de um
grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha.
Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação,
do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia
chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão. Usam máscaras, naturalmente.
Alguns – precaução adicional – colocam vendas sobre os
olhos: não querem ver os rostos, mesmos disfarçados,
dos outros desaparecidos.
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os
desaparecidos são divididos em comissões temáticas,
que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é
lícito desaparecer quando há uma crise na família? O
desemprego é uma boa razão para o desaparecimento?
Deve uma possível reaparição ser precedida de
exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há
também tempo para amenidades, para amável convívio,
em que os desaparecidos intercambiam experiências e
relatam episódios diversos, pitorescos ou não. Entre as
figuras mais interessantes está a de um ancião com
cerca de 90 anos, desaparecido quando bebê. Criado por
feras do mato, ele preferiu, no entanto, desaparecer na
civilização e assim percorreu o Brasil de sul a norte e de
leste a oeste, desaparecendo em cidades, em fazendas,
em feiras livres e até numa grande convenção do
comércio lojista. Suas histórias, engraçadas ou trágicas,
são muito apreciadas.
À medida que se aproxima o final do encontro, os
desaparecidos vão ficando cada vez mais inquietos;
consultam o relógio ou miram o crepúsculo. Em breve
terão de desaparecer, e isso será um choque. Sentir-seão melhor depois que sumirem, depois que se
dissolverem no anonimato. Mas a ânsia os acompanhará
para sempre, mesmo nos momentos de maior liberdade.
Dentro de cada desaparecido há um ser incógnito que faz
força para aparecer. E que, em algum momento, o
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