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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. Cardiovascular.
2. Desempenho.
3. Disfunção.
4. Envelhecimento.
Coluna 2
( ) Derivação prefixal.
( ) Derivação sufixal.
( ) Derivação regressiva.
( ) Composição.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
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( ) Em “Mas esse efeito não é apenas cumulativo” (l. 19-20), a articulação entre o conectivo “mas” e a expressão “não é apenas” contribui para ampliar a informação apresentada anteriormente, indicando que os efeitos da obesidade infantil vão além do que já era conhecido.
( ) O pronome demonstrativo “essas” em “Essas crianças não fumam, não bebem [...]” (l. 24) evita a repetição imediata da expressão “crianças com sobrepeso ou obesidade”, contribuindo para a progressão textual.
( ) Em “uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais” (l. 25-26), a expressão sublinhada estabelece uma relação de explicação/reformulação.
( ) A repetição do termo “obesidade” ao longo do texto não contribui para a coesão textual, por limitar-se a repetir uma informação já mencionada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
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imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto evidencia que a obesidade infantil constitui um problema de saúde pública, pois seus efeitos comprometem a saúde das crianças e podem gerar impactos futuros no sistema de saúde.
II. Os resultados da pesquisa indicam que a obesidade infantil pode causar danos à saúde cardiovascular antes mesmo do surgimento de outros fatores de risco.
III. O texto sustenta que medidas preventivas devem se concentrar na fase adulta, quando os problemas cardiovasculares já estão estabelecidos.
IV. Infere-se do texto que a produção de evidências científicas não é suficiente, por si só, para enfrentar a obesidade infantil.
Quais estão corretas?
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Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Obesidade infantil causa danos vasculares precoces
Por Maria Fernanda Ziegler
Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
com 130 crianças entre 6 e 11 anos identificou que a obesidade pode causar, por si só, danos
imediatos à saúde cardiovascular infantil, aumentando o risco de doenças como
aterosclerose, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) já na infância. O trabalho identificou
sinais precoces de inflamação e disfunção no endotélio — camada que reveste os vasos
sanguíneos — em crianças com sobrepeso e obesidade.
“Os resultados do estudo reforçam a gravidade da obesidade infantil, mostrando que ela
precisa ser revertida desde cedo. Alertamos também sobre a necessidade de políticas públicas
para a redução da obesidade na infância, sobretudo em populações em vulnerabilidade
socioeconômica”, afirma Maria do Carmo Pinho Franco, professora da Unifesp e autora do
estudo publicado no International Journal of Obesity.
A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma
inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante
alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento
prematuro das células imunes. No endotélio, o foco do estudo, os pesquisadores identificaram
que esse processo inflamatório provoca dano celular, mesmo em crianças, o que aumenta a
gravidade da obesidade infantil. “Já era sabido que crianças com sobrepeso ou obesidade
tendem a se tornar adolescentes e adultos com o mesmo problema, o que aumenta o risco
de desenvolver doenças cardiovasculares e cardiometabólicas no futuro. Mas esse efeito não
é apenas cumulativo. O estudo identificou que as crianças com sobrepeso ou obesidade já
apresentam sinais de inflamação e disfunção endotelial, indicando que o processo de
adoecimento cardiovascular começa já na infância, mesmo antes de outros fatores de risco
aparecerem”, diz Franco.
“Essas crianças não fumam, não bebem e não têm décadas de maus hábitos
considerados fatores de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se também de uma
população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais. O único fator presente
é o excesso de peso. Portanto, a análise mostrou que a obesidade, por si só, é suficiente para
iniciar um processo inflamatório crônico de baixo grau, com impacto direto na saúde vascular”,
completa.
A pesquisa também mediu indicadores como Índice de Massa Corporal (IMC),
circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________. Crianças com
sobrepeso e obesidade apresentaram pior desempenho no Índice de Hiperemia Reativa, que
avalia a saúde dos vasos, além de maior expressão do gene TNF-alfa, fator que se
correlacionou com os níveis elevados de micropartículas endoteliais e a piora da função
endotelial.
Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e
responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no
cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis.
Os pesquisadores defendem a necessidade urgente de ampliar e fortalecer políticas
públicas para prevenir a obesidade infantil, especialmente em comunidades com
vulnerabilidade socioeconômica. “Além de todo o problema de cunho individual, sem a
intervenção precoce essas crianças tendem a se tornar adultos com doenças cardiovasculares
e metabólicas, o que representa um impacto preocupante para a saúde pública e para a
sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, alerta Franco.
(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudo-com-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Trata-se também de uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais”.
• “A pesquisa também mediu indicadores como índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________”.
• “Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis”.
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