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Foram encontradas 30 questões.

2246964 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Sobre o tratamento de feridas, é CORRETO afirmar que:
 

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2246955 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), é CORRETO afirmar que:
 

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2246953 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), é CORRETO afirmar que:
 

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2246941 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Ney Aminthas de Barros Braga, ou apenas Ney Braga, foi um dos políticos mais influentes na história do Paraná. Porém, dentre os cargos políticos que ocupou NÃO está incluído o de:

 

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2246929 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Sobre a notificação compulsória de doenças, é CORRETO afirmar que:
 

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2246916 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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CHATÔ E O BRASIL DE SEMPRE

Ana Waiss (ana.weiss@istoe.com.br)

Guilherme Fontes era um novato quando nos anos 1990 passou na frente de Luís Carlos Barreto, cineasta já reconhecido(B) e (E), e fechou com o escritor Fernando Moraes a filmagem de sua biografia sobre Assis Chateaubriand(C). Começava ali um dos maiores imbróglios do cinema nacional, que ganha mais um capítulo, surpreendendo público e crítica. “Chatô – O Rei do Brasil”, que acaba de estrear nos cinemas do País, é, apesar da inexperiência do diretor na época, um bom filme, construído por uma história espetacular emoldurada por uma atualíssima crítica à estrutura do poder no Brasil.

A vida de Assis Chateaubriand é metade do show. O longa-metragem mostra a desenvoltura com que o paraibano que fundou os “Diários Associados” atravessava a fronteira da malandragem oportunista para o comportamento corrupto a fim de construir seuimpério. As falcatruas e o total desprezo por qualquer norte ético nos negócios da comunicação, diz Guilherme Fontes, incomodou imprensa atual. Para ele, as críticas motivaram o noticiário – desde aqueles idos, até os dias de hoje – a lembrarem do seu nome como um descumpridor da lei, que fez mau uso de verba pública.

Na realidade, não foi a corrupção denunciada pela história do magnata da imprensa que colocou Fontes na berlinda(D). Quase duas décadas depois de obter a assinatura do ministro da Cultura Francisco Weffort (1995-2002) em um contrato inédito que lhe permitia captar R$ 12 milhões – da época – por meio de renúncia fiscal para filmar “Chatô”, ainda não conseguia apresentar uma data para chegar às telas. Nesse meio tempo, o diretor cometeu excentricidades com o orçamento, quase todo de origem pública, como convidar a equipe de FrancisFord Copolla para trabalhar no longa ou alugar um castelo francês para as locações famosas pelo exagero nos figurinos.

Da turma de Copolla, restou só o excelente roteiro de Matthew Robbins. Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação(A), sem medir esforços e deslizes.

Adaptação de: http://www.istoe.com.br/reportagens/441108

_CHATO +E+O+BRASIL+DE+SEMPRE?pathImagens=&path= &actualArea=internalPage, acesso em 28 de novembro de 2015.

Assinale a opção em que a oração sublinhada está corretamente classificada:

 

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2246902 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Jéssica realizou durante um semestre quatro avaliações, sendo que três com pesos iguais a 0,2 e a quarta com peso de 0,4. Suas notas foram respectivamente 6,8 ; 7,4 ; 6,6 e 7,2 na quarta prova, para ser aprovada precisa de 7,0 ou mais. Podemos afirmar que Jéssica:
 

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2246898 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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CHATÔ E O BRASIL DE SEMPRE
Ana Waiss (ana.weiss@istoe.com.br)
Guilherme Fontes era um novato quando nos anos 1990 passou na frente de Luís Carlos Barreto, cineasta já reconhecido, e fechou com o escritor Fernando Moraes a filmagem de sua biografia sobre Assis Chateaubriand. Começava ali um dos maiores imbróglios do cinema nacional, que ganha mais um capítulo, surpreendendo público e crítica. “Chatô – O Rei do Brasil”, que acaba de estrear nos cinemas do País, é, apesar da inexperiência do diretor na época, um bom filme, construído por uma história espetacular emoldurada por uma atualíssima crítica à estrutura do poder no Brasil.
A vida de Assis Chateaubriand é metade do show. O longa-metragem mostra a desenvoltura com que o paraibano que fundou os “Diários Associados” atravessava a fronteira da malandragem oportunista para o comportamento corrupto a fim de construir seuimpério. As falcatruas e o total desprezo por qualquer norte ético nos negócios da comunicação, diz Guilherme Fontes, incomodou imprensa atual. Para ele, as críticas motivaram o noticiário – desde aqueles idos, até os dias de hoje – a lembrarem do seu nome como um descumpridor da lei, que fez mau uso de verba pública.
Na realidade, não foi a corrupção denunciada pela história do magnata da imprensa que colocou Fontes na berlinda. Quase duas décadas depois de obter a assinatura do ministro da Cultura Francisco Weffort (1995-2002) em um contrato inédito que lhe permitia captar R$ 12 milhões – da época – por meio de renúncia fiscal para filmar “Chatô”, ainda não conseguia apresentar uma data para chegar às telas. Nesse meio tempo, o diretor cometeu excentricidades com o orçamento, quase todo de origem pública, como convidar a equipe de FrancisFord Copolla para trabalhar no longa ou alugar um castelo francês para as locações famosas pelo exagero nos figurinos.
Da turma de Copolla, restou só o excelente roteiro de Matthew Robbins. Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação, sem medir esforços e deslizes.
Adaptação de: http://www.istoe.com.br/reportagens/441108
_CHATO +E+O+BRASIL+DE+SEMPRE?pathImagens=&path= &actualArea=internalPage, acesso em 28 de novembro de 2015.
O texto discorre sobre:
 

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2246895 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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CHATÔ E O BRASIL DE SEMPRE
Ana Waiss (ana.weiss@istoe.com.br)
Guilherme Fontes era um novato quando nos anos 1990 passou na frente de Luís Carlos Barreto, cineasta já reconhecido, e fechou com o escritor Fernando Moraes a filmagem de sua biografia sobre Assis Chateaubriand. Começava ali um dos maiores imbróglios do cinema nacional, que ganha mais um capítulo, surpreendendo público e crítica. “Chatô – O Rei do Brasil”, que acaba de estrear nos cinemas do País, é, apesar da inexperiência do diretor na época, um bom filme, construído por uma história espetacular emoldurada por uma atualíssima crítica à estrutura do poder no Brasil.
A vida de Assis Chateaubriand é metade do show. O longa-metragem mostra a desenvoltura com que o paraibano que fundou os “Diários Associados” atravessava a fronteira da malandragem oportunista para o comportamento corrupto a fim de construir seuimpério. As falcatruas e o total desprezo por qualquer norte ético nos negócios da comunicação, diz Guilherme Fontes, incomodou imprensa atual. Para ele, as críticas motivaram o noticiário – desde aqueles idos, até os dias de hoje – a lembrarem do seu nome como um descumpridor da lei, que fez mau uso de verba pública.
Na realidade, não foi a corrupção denunciada pela história do magnata da imprensa que colocou Fontes na berlinda. Quase duas décadas depois de obter a assinatura do ministro da Cultura Francisco Weffort (1995-2002) em um contrato inédito que lhe permitia captar R$ 12 milhões – da época – por meio de renúncia fiscal para filmar “Chatô”, ainda não conseguia apresentar uma data para chegar às telas. Nesse meio tempo, o diretor cometeu excentricidades com o orçamento, quase todo de origem pública, como convidar a equipe de FrancisFord Copolla para trabalhar no longa ou alugar um castelo francês para as locações famosas pelo exagero nos figurinos.
Da turma de Copolla, restou só o excelente roteiro de Matthew Robbins. Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação, sem medir esforços e deslizes.
Adaptação de: http://www.istoe.com.br/reportagens/441108
_CHATO +E+O+BRASIL+DE+SEMPRE?pathImagens=&path= &actualArea=internalPage, acesso em 28 de novembro de 2015.
As palavras sublinhadas, no período abaixo, classificam-se, morfologicamente, como:
Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação, sem medir esforços e deslizes.
 

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2246879 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Cantagalo-PR
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Todo adulto com 18 anos ou mais de idade, quando vier à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta, atividades educativas, procedimentos, entre outros, e não tiver registro no prontuário de ao menos uma verificação da pressão arterial nos últimos dois anos, deverá têla verificada e registrada. Assinale a alternativa que apresenta uma das condições padronizadas para a medida da pressão arterial:
 

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