Foram encontradas 40 questões.
Considere uma matriz
tal que seu determinante seja –10. Sabendo-se que x admite dois valores reais
possíveis, quanto vale o produto desses valores?
tal que seu determinante seja –10. Sabendo-se que x admite dois valores reais
possíveis, quanto vale o produto desses valores?Provas
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Pela emancipação masculina
Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca. Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado” (sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe, às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal. É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão, estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida por um apelo emocionado do organizador ao microfone: “Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em: 10/09/2019. Manuela Cantuária.)
Considere as afirmativas a seguir.
- A finalidade do texto é narrar uma sequência de ações inusitadas para entreter o leitor.
- O foco narrativo do texto está na primeira pessoa do discurso e o narrador é o personagem principal da história.
- O texto é exemplo do gênero crônica narrativa, que se caracteriza pela flexibilidade de circular tanto no domínio discursivo jornalístico como também no literário.
- O narrador do texto apresenta ao leitor suas impressões e inferências acerca de um acontecimento real, que serviu apenas de pretexto para expor suas reflexões.
Está correto o que se afirma apenas em
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Pela emancipação masculina
Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a
faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
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Pela emancipação masculina
Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a
faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Pela emancipação masculina
Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a
faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
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Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a
faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
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Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
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faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
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Pela emancipação masculina
Uma pequena aglomeração na orla da Barra da Tijuca.
Homens, em sua esmagadora maioria. O carro de som
parado, o zunido do microfone enquanto passam o som, a
faixa ligeiramente torta. É a primeira passeata masculinista
do Brasil.
João Marcelo é aquele cara ali, vestindo regata. Ele
organizou o evento pelo WhatsApp. Tudo começou por
causa de um controle remoto. Sempre que Miriam, sua
esposa, botava o pé para fora de casa, o controle da TV
desaparecia. E só quando ela voltava, o mistério era solucionado: estava na cara dele o tempo todo.
Foi nesse meio-tempo, assistindo ao Rodrigo Hilbert a
contragosto, que João Marcelo se deu conta da violência
diária e silenciosa que ele sofria: a dependência do sexo
feminino.
Agora, João Marcelo quer que todos os homens sejam
livres. E ele não está sozinho. Paulão é segurança particular e já
perdeu dois empregos por causa de seu terno “abarrotado”
(sic). Depois que a Sandra foi embora, ele parece um cosplay de
Agostinho Carrara. Vocifera ao megafone em defesa de
meninos inocentes que dependem dos caprichos de uma mãe,
às vezes até de um pai – “porque homem oprime homem
também!” – para se alimentar e fazer a própria higiene pessoal.
É um projeto de dominação diabólico que visa domesticar os
homens para sempre, desde pequenos.
Uma ciclista curiosa interpela os manifestantes. Lidiane
quer saber que injustiças são essas que esses homens alegam
estar sofrendo. O tom da moça causa revolta. O feminismo é a
pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele
for gay. Ela claramente não conhece a angústia de sair de casa
para comprar rúcula e voltar com um ramo de espinafre. Ou de
abrir uma gaveta cheia de meias soltas e não conseguir formar
um par. Paulão tira a camisa envergonhado, exibindo os cravos
que se alastram em suas costas.
Indiferente àquele tumulto em prol do empoderamento masculino, Lidiane pedala para longe, sob algumas
vaias.
Os cartazes começam a despontar na pequena multidão,
estampando frases de efeito como: “minha próstata, minhas
regras”, “a cada 11 minutos, um homem é obrigado a trocar um
pneu no Brasil” e “paternidade é uma escolha, não uma obrigação”. A passeata segue pacificamente até ser interrompida
por um apelo emocionado do organizador ao microfone:
“Alguém viu minha carteira?”.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/manuelacantuaria/2019/09/pela-emancipacao-masculina.shtml. Acesso em:
10/09/2019. Manuela Cantuária.)
I. “E só quando ela voltava, o mistério era solucionado.” (2º§)
II. “O feminismo é a pauta da vez, ninguém fala das mazelas do homem, só se ele for gay.” (5º§)
As palavras destacadas explicitam, respectivamente, sentido de:
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Questão presente nas seguintes provas
“O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários [...] A (O) _____________ do auditor sobre as demonstrações contábeis trata de determinar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com o estruturado _____________ contábil aplicável, comum a todas as auditorias das demonstrações contábeis.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Questão presente nas seguintes provas
Com base em conhecimentos gerais sobre tributação, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
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