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Foram encontradas 40 questões.

2394083 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O Bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.

(Manuel Bandeira)

É correto afirmar que o poema:

 

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2393249 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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“Forma pela qual as atividades de uma organização são divididas, organizadas e coordenadas”. Assinale a opção a que se refere a afirmação acima.

 

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2393118 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Enunciado 2769366-1

É incorreto afirmar que:

 

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2393024 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Considerando os seguintes enunciados:

I - Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva.

II – Na liderança autocrática, apenas o líder determina qual tarefa que cada um deverá executar.

III – No estilo de liderança democrática, a divisão de tarefas fica a critério do grupo, sem nenhuma participação do líder.

IV – Na liderança liberal, as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, estimulado e assistido pelo líder.

Está correto o seguinte grupo de frases:

 

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2392410 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Drogas: Como estamos lidando com o problema?

O modelo atual de combate às drogas busca nada mais nada menos que a abstinência completa das substâncias ilegais. Qualquer outro resultado que não passe pelo abandono dessas substâncias de uma vez por todas é considerado um fracasso. O argumento para chegar lá é forte: quem não largar o baseado ou a seringa vai para a cadeia.

Essa guerra tem três frentes de batalha. A primeira é tentar acabar com a oferta, ou seja, combater os fornecedores, os narcotraficantes. A Polícia Federal brasileira, que apreende toneladas de entorpecentes todo ano, trabalha nessa frente. Outro exemplo saído desse front foi a substituição de cultivo realizada na Bolívia e no Peru, pela qual os agricultores receberam incentivos para trocar a lavoura de coca por outras culturas.

A segunda frente de combate é a redução da demanda, Há duas maneiras de convencer o sujeito a não usar drogas, ou seja, de prevenir o uso das drogas. Além de ameaçar prendê-lo, processá-lo e condená-lo – ou seja, reprimi-lo, pode-se: ensinar-lhe os riscos que determinada substância traz à sua saúde e colocá-lo em contato com pessoas que já foram dependentes. A terceira frente de batalha é o tratamento. Chegar à eliminação das drogas não pelo ataque à oferta ou ao consumo, mas tratando aqueles que já estão dependentes da droga como vítimas que precisam de ajuda médica em vez de algozes que merecem repressão policial.

Das três estratégias, a que tem recebido mais atenção e recursos é, disparado, o combate ao tráfico. Após sucessivos aumentos do orçamento destinado à guerra contra as drogas, os Estados Unidos são hoje o país que mais gasta com isso. Há 18 anos, o país dispendia 2 bilhões de dólares nesse combate. No ano 2000, o governo federal, sozinho, torrou 20 bilhões nessa guerra – outros 19 bilhões foram gastos por Estados e prefeituras. Desse total, 13,6 bilhões (68%) foram usados no combate ao tráfico de drogas e 6,4 bilhões (32%) destinaram-se a ações de redução da demanda. Destes últimos, porém mais da metade acabou financiando a repressão: prisão, investigação e processo de usuários. As campanhas educativas receberam 3 bilhões. Em 1998, houve uma tentativa de correção de rumos. Em uma reunião da assembléia geral da ONU (com a presença do então presidente americano Bill Clinton e de Fernando Henrique Cardoso), a entidade fez uma recomendação, que todos os países membros acharam, de que deveria haver mais equilíbrio entre os recursos destinados à redução da oferta e da demanda. Mas isso ainda não acontece.

(Superinteressante, jan. 2002.)

Os valores investidos pelos Estados Unidos no combate às drogas indicam que o problema:

 

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Em 1948, CARAPICUÍBA foi elevada a categoria de Distrito de Paz, sendo desanexada do

 

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2391240 Ano: 2010
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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O artigo 58 da Consolidação das Leis do Trabalho determina que:

 

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2391161 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Em um plantão de 4 horas 5 médicos atendem 40 pacientes. Supondo que os médicos gastam o mesmo tempo para atender um paciente e que o plantão passou a ser de 6 horas, o número de médicos necessários para atender 60 pacientes é igual a:

 

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2390623 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Drogas: Como estamos lidando com o problema?

O modelo atual de combate às drogas busca nada mais nada menos que a abstinência completa das substâncias ilegais. Qualquer outro resultado que não passe pelo abandono dessas substâncias de uma vez por todas é considerado um fracasso. O argumento para chegar lá é forte: quem não largar o baseado ou a seringa vai para a cadeia.

Essa guerra tem três frentes de batalha. A primeira é tentar acabar com a oferta, ou seja, combater os fornecedores, os narcotraficantes. A Polícia Federal brasileira, que apreende toneladas de entorpecentes todo ano, trabalha nessa frente. Outro exemplo saído desse front foi a substituição de cultivo realizada na Bolívia e no Peru, pela qual os agricultores receberam incentivos para trocar a lavoura de coca por outras culturas.

A segunda frente de combate é a redução da demanda, Há duas maneiras de convencer o sujeito a não usar drogas, ou seja, de prevenir o uso das drogas. Além de ameaçar prendê-lo, processá-lo e condená-lo – ou seja, reprimi-lo, pode-se: ensinar-lhe os riscos que determinada substância traz à sua saúde e colocá-lo em contato com pessoas que já foram dependentes. A terceira frente de batalha é o tratamento. Chegar à eliminação das drogas não pelo ataque à oferta ou ao consumo, mas tratando aqueles que já estão dependentes da droga como vítimas que precisam de ajuda médica em vez de algozes que merecem repressão policial.

Das três estratégias, a que tem recebido mais atenção e recursos é, disparado, o combate ao tráfico. Após sucessivos aumentos do orçamento destinado à guerra contra as drogas, os Estados Unidos são hoje o país que mais gasta com isso. Há 18 anos, o país dispendia 2 bilhões de dólares nesse combate. No ano 2000, o governo federal, sozinho, torrou 20 bilhões nessa guerra – outros 19 bilhões foram gastos por Estados e prefeituras. Desse total, 13,6 bilhões (68%) foram usados no combate ao tráfico de drogas e 6,4 bilhões (32%) destinaram-se a ações de redução da demanda. Destes últimos, porém mais da metade acabou financiando a repressão: prisão, investigação e processo de usuários. As campanhas educativas receberam 3 bilhões. Em 1998, houve uma tentativa de correção de rumos. Em uma reunião da assembléia geral da ONU (com a presença do então presidente americano Bill Clinton e de Fernando Henrique Cardoso), a entidade fez uma recomendação, que todos os países membros acharam, de que deveria haver mais equilíbrio entre os recursos destinados à redução da oferta e da demanda. Mas isso ainda não acontece.

(Superinteressante, jan. 2002.)

Indique a alternativa em que o trecho do texto apresenta emprego de linguagem figurada:

 

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2390497 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Segundo o decreto-lei 200/1967: As atividades da Administração Federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais:

 

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