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Foram encontradas 30 questões.

1318245 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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“A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas indica produção da ordem de 158,7 milhões de toneladas, superior em 6,0% à safra recorde obtida em 2010. É o que indica a quarta estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) em 2011.”
Fonte: IBGE
Podemos afirmar que a safra obtida em 2010 equivale a:
 

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1315716 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
Leia o trecho: “ E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito,...”
A linguagem não literal presente no texto nomeia-se na alternativa:
 

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1313628 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
A institucionalização da violência se justifica, principalmente, por:
 

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1305618 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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No jogo de xadrez a peça chamada de cavalo pode movimentar-se em qualquer direção da tábua desde que sempre faça um trajeto de 4 casas (contando com a casa de onde a peça está posicionad
 

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1298415 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
A palavra “até”, presente no primeiro parágrafo, registra uma idéia de:
 

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575244 Ano: 2011
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Marque a alternativa que NÃO corresponde aos princípios da Administração Pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios previstos pela Constituição Brasileira:
 

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567769 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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O dia da Independência do Brasil, 07 de setembro, em 2011 será numa quarta-feira. Às 13 horas desse dia um cronômetro será acionado. O cronômetro será desligado dias depois, quando marcar 21.840 minutos, passados desde o seu acionamento. Marque a alternativa que contém o dia da semana e a hora em que o cronômetro foi desligado.
 

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566288 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Considere a seguinte expressão numérica:
2a0 x 15 + 3 = ab5a
As letras a, e b representam algarismos, portanto 2a0 é um número de três algarismos e ab5a é um número de quatro algarismos.
Nessas condições podemos afirmar que a + b equivale a:
 

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564602 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Analise a sequência de figuras abaixo:
enunciado 564602-1
Marque a opção que contém a figura que melhor completa o quadro na posição IV.
 

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502330 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
A partir da leitura do texto, compreende-se:
 

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