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TEXTO 01
Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
Texto adaptado.)
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Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
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Quanto tempo falta até
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
Texto adaptado.)
I. O ensaio discorre sobre um assunto específico sem esgotá-lo.
II. Pode ser um artigo científico, um relato de caso, um relatório científico.
III. Caracteriza-se pela visão de síntese e tratamento crítico.
IV. Predomina o discurso expositivo-argumentativo.
Marque a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
No exercício de suas funções, o servidor da administração tributária municipal deve conciliar a ética profissional, o dever de sigilo fiscal e a necessidade de integração
entre os órgãos públicos. Sobre essas boas práticas e responsabilidades, assinale a alternativa correta:
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No que diz respeito à administração tributária,
ao lançamento de tributos em espécie, como o Imposto
Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a
Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e ao correspondente processo administrativo, assinale a alternativa
correta:
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Questão presente nas seguintes provas
Toda a produção mensal de um produto de uma
fábrica foi vendida a três lojas. Para a loja A, foi vendida
metade da produção, para a loja B foram vendidos 1/3 da
produção e para a loja C foram vendidas 2.500 unidades.
Quantas unidades foram vendidas para Loja A?
Quantas unidades foram vendidas para Loja A?
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