J.L.M., homem de 61 anos, hipertenso e tabagista,
procura atendimento por dor torácica em repouso, iniciada há 2 horas, com duração superior a 20 minutos, associada a náuseas. Refere episódios semelhantes nos últimos
dois dias, com aumento progressivo da frequência e da intensidade da dor. O eletrocardiograma não mostra supradesnivelamento persistente do segmento ST. A troponina
ultrassensível encontra-se dentro da faixa de normalidade
em dosagem inicial e seriada, sem elevação dinâmica. Segundo a diretriz “2020 ESC Guidelines for the management
of acute coronary syndromes in patients presenting without
persistent ST-segment elevation”, qual é o diagnóstico clínico mais adequado nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
O Sr. JCT, com insuficiência cardíaca crônica avançada de etiologia não isquêmica, encontra-se em seguimento ambulatorial. Apresenta classe funcional NYHA IV,
apesar de tratamento farmacológico otimizado, e internações recorrentes por descompensação. No teste cardiopulmonar, o VO₂ pico é de 10 mL/kg/min. Não há contraindicações maiores descritas. Segundo a diretriz “2023 Focused
Update of the ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of heart failure”, qual é a conduta mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde
ao questionamento.
O Sr. ACS 58 anos sofre colapso súbito em unidade
de emergência. Encontra-se inconsciente, sem pulso palpável. O monitor cardíaco evidencia fibrilação ventricular.
A equipe dispõe de desfibrilador e suporte avançado imediato. Segundo as diretrizes da American Heart Association
(AHA) para Suporte Avançado de Vida em Cardiologia
(ACLS), qual é a conduta inicial prioritária nesse cenário?
Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
R.A.S., homem de 28 anos, com antecedente de febre reumática associada a cardite, evoluiu com insuficiência mitral leve residual. Encontra-se assintomático, em seguimento ambulatorial regular e em uso de penicilina benzatina intramuscular a cada 21 dias para profilaxia secundária. Não apresentou novos surtos desde o diagnóstico inicial. Segundo as recomendações normativas da Organização Mundial da Saúde (WHO) para prevenção da cardiopatia reumática, por quanto tempo deve ser mantida a profilaxia secundária nesse paciente? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Homem de 59 anos, com dispneia progressiva e
edema de membros inferiores, é submetido a cateterismo
cardíaco direito para elucidação diagnóstica. As pressões
medidas mostram:
• Pressão média da artéria pulmonar (mPAP): 35 mmHg
• Pressão de oclusão da artéria pulmonar / pressão capilar
pulmonar (PAWP): 22 mmHg
• Débito cardíaco reduzido
Qual é a interpretação hemodinâmica correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao
questionamento.
A Srta. L.F.S., de 28 anos, assintomática, apresenta
sopro sistólico em foco pulmonar identificado em exame
de rotina. O ecocardiograma revela comunicação interatrial do tipo ostium secundum, com sobrecarga de câmaras
direitas e pressão arterial pulmonar normal. Qual é a conduta mais adequada nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
J.T.S., homem de 64 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica avançada, apresenta piora progressiva de dispneia, edema de membros inferiores e distensão jugular. O ecocardiograma evidencia dilatação e
disfunção do ventrículo direito, com pressão sistólica da
artéria pulmonar elevada, sem sinais de doença cardíaca
esquerda significativa. Qual é a medida terapêutica de base
mais apropriada nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
O Sr. E.F.S., de 35 anos, assintomático, apresenta
ecocardiograma com espessura septal máxima de 22 mm,
sem dilatação ventricular. Não há história de síncope inexplicada, taquicardia ventricular documentada ou morte
súbita em familiares de primeiro grau. O teste ergométrico não evidenciou queda anormal da pressão arterial
ao esforço. Qual é a conduta mais adequada em relação à
prevenção primária de morte súbita nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao
questionamento.
D.S.M., homem de 42 anos, apresenta dor torácica
aguda, de caráter pleurítico, com piora ao decúbito dorsal e melhora ao sentar-se e inclinar o tronco para frente.
Refere quadro viral há cerca de 10 dias. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento difuso do segmento ST e
infradesnivelamento do PR. Não há sinais de instabilidade
hemodinâmica. Qual é a conduta terapêutica inicial mais
adequada nesse cenário? Assinalar entre as alternativas
abaixo a que melhor responde ao questionamento
L.R.S., homem de 66 anos, com antecedente de infarto prévio, é admitido na UTI com hipotensão arterial
persistente (PA 78/46 mmHg), extremidades frias, oligúria
e rebaixamento do nível de consciência. O ecocardiograma
evidencia disfunção grave do ventrículo esquerdo. Após
reposição volêmica criteriosa, mantém sinais de hipoperfusão. Qual é a conduta inicial mais adequada para suporte
hemodinâmico nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.