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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalProposições
“João estuda Matemática e Maria estuda Física”.
A negação lógica dessa proposição é:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. “a Segunda Revolução da Longevidade”.
2. “Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas”.
3. “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”.
4. “cidades mais amigáveis para idosos”.
Coluna 2
( ) Derivação imprópria.
( ) Derivação regressiva.
( ) Derivação sufixal.
( ) Derivação prefixal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) Em “um movimento recente e de grande importância: a Segunda Revolução da Longevidade”, os dois pontos introduzem uma explicação do termo anteriormente mencionado, especificando qual é esse movimento.
( ) Na frase “Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas nos últimos anos”, as vírgulas poderiam ser substituídas por um par de travessões sem prejuízo sintático ou de sentido.
( ) No trecho “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”, a vírgula antes de “como” é utilizada para separar uma oração subordinada adverbial comparativa.
( ) Em “Não é só sobre ciência, a Segunda Revolução depende de nós”, a vírgula após “ciência” poderia ser substituída por ponto e vírgula ou por ponto final, sem prejuízo da correção gramatical nem alteração significativa do sentido do trecho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto evidencia que a Segunda Revolução da Longevidade não se restringe aos avanços científicos, pois sua consolidação também depende de mudanças de comportamento individuais e da implementação de políticas públicas voltadas à promoção do envelhecimento saudável.
II. O texto sugere que o aumento da expectativa de vida tem sido acompanhado, em proporção semelhante, pela ampliação da qualidade de vida.
III. A ampliação da expectativa de vida resultou de diversos fatores, entre os quais avanços na medicina, melhorias no saneamento e maior acesso à educação.
IV. A intenção comunicativa do texto é dupla: informar o leitor sobre a Segunda Revolução da Longevidade e conscientizá-lo acerca da importância de associar o aumento da longevidade à promoção da qualidade de vida.
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• Ana não apresentou Álgebra nem Estatística.
• Bruno apresentou uma área diferente da de Daniela.
• Carlos apresentou Estatística.
• Daniela não apresentou Computação.
Considerando as proposições, é correto afirmar que:
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