Foram encontradas 255 questões.
Determine o volume de um cubo que está inscrito numa
esfera de raio igual a 4,5 cm.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere n um inteiro qualquer. Marque a única alternativa
que apresenta um conjunto com propriedade de fechamento para
a multiplicação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dada a função ƒ: ℝ → B, com B ⊂ ℝ, tal que ƒ(x) = 1 +
sen(x − π/4
), determine a única alternativa falsa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dada a função ƒ(x) = ln e√x + x√x, sua derivada ƒ'(x) é igual a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Seja a elipse determinada pela equação 3x2 + y2 = 3 e as
retas de coeficiente angular igual 3 que tangenciam a elipse dada.
É certo que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É certo que resolvendo a equação 1 /sen2x +
1 /cos2x = 4 no
intervalo [0,2π] encontra-se:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sejam os números complexos z1 = 2 (cos π/3 + i sen π/3 ) e
z2 = 2(cos (απ) + i sen (απ)), onde α é o menor valor real
positivo. Para que o número z1 ∙ z2 seja imaginário puro é certo
que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sejam as funções polinomiais F(x) = ax3 + bx2 + cx + d, H(x) = ƒx2 + gx + k e G(x) = mx + n.
Sabe-se que para G(x) há um p real tal que p = − n/m e que F (H(G(p))) = d. Dessa forma pode-se afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a média harmônica das raízes do polinômio P(x) =
5x4 + 3x2 − x + 4 pode-se dizer que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto
Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?
Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania. As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década. “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos? A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha! Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram. O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos. O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema. Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.
(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container