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Foram encontradas 255 questões.

101174 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Determine o volume de um cubo que está inscrito numa esfera de raio igual a 4,5 cm.
 

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101173 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Considere n um inteiro qualquer. Marque a única alternativa que apresenta um conjunto com propriedade de fechamento para a multiplicação.
 

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101172 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Dada a função ƒ: ℝ → B, com B ⊂ ℝ, tal que ƒ(x) = 1 + sen(x − π/4 ), determine a única alternativa falsa.
 

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101171 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Dada a função ƒ(x) = ln ex + xx, sua derivada ƒ'(x) é igual a:

 

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101170 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Seja a elipse determinada pela equação 3x2 + y2 = 3 e as retas de coeficiente angular igual 3 que tangenciam a elipse dada. É certo que:
 

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101169 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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É certo que resolvendo a equação 1 /sen2x + 1 /cos2x = 4 no intervalo [0,2π] encontra-se:
 

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101168 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Sejam os números complexos z1 = 2 (cos π/3 + i sen π/3 ) e z2 = 2(cos (απ) + i sen (απ)), onde α é o menor valor real positivo. Para que o número z1 ∙ z2 seja imaginário puro é certo que:
 

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101167 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Sejam as funções polinomiais F(x) = ax3 + bx2 + cx + d, H(x) = ƒx2 + gx + k e G(x) = mx + n.

Sabe-se que para G(x) há um p real tal que p = − n/m e que F (H(G(p))) = d. Dessa forma pode-se afirmar que:

 

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101166 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Chã Grande-PE
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Sobre a média harmônica das raízes do polinômio P(x) = 5x4 + 3x2x + 4 pode-se dizer que:
 

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Texto
Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?
Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania. As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década. “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos? A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha! Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram. O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos. O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema. Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.
(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
A equivalência semântica é mantida substituindo o termo destacado pelo apresentado entre parênteses em:
 

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