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Foram encontradas 231 questões.

116314 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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O Sujeito está corretamente grifado em, exceto:
 

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116313 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG

Complete o texto com os sinais de pontuação adequados:

Clarisse muito triste perguntou __

__Carlos, por que você foi embora __

__Sabe Clarisse__eu não te amo mais __

A sequência correta da pontuação é:

 

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116312 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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São advérbios de modo, exceto:
 

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116311 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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Leia os trechos abaixo, retirados do texto: “Onde já se viu pagamento sem guia?” “No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-lhe que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.” Marque a alternativa em que a classificação morfológica das palavras destacadas está correta:
 

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116310 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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Leia as frases abaixo, extraídas do texto: I - “... mas outras pessoas protestaram...” II - “...o funcionário lhe fechasse na cara...” III - “...agora iria até o fim...” IV - “...ao guichê onde recebera o dinheiro...” Os verbos destacados estão classificados em tempo e modo, correta e respectivamente, na alternativa:
 

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116309 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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Assinale a alternativa em que a circunstância indicada pela conjunção ou locução conjuntiva destacada não está correta:
 

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116308 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG

Leia, abaixo, o poema de João Cabral de Melo Neto:

Cemitério Pernambucano

(Nossa Senhora da Luz)

Nenhum dos mortos daqui

vem vestido de caixão.

Portanto, eles não se enterram,

são derramados no chão.

Marque a afirmação que não está correta:

 

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116307 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG

Banquete dos mendigos

Lindolfo Paoliello

As grandes cidades do Brasil de hoje, como Paris do século XIX, têm suas ruelas, seu mundo ____ as pontes (aqui se chamam viadutos), sua vida subterrânea.

Aqui, como lá, vivem nesse submundo criaturas que vagueiam pelas ruas, dormem ao relento, removem aqui e ali os monturos, latas de lixo, vivendo de dejetos da sociedade.

São seres que há muito tempo desceram da condição de pobreza para um outro patamar, onde se vive em estado habitual de privação dos bens necessários ____ vida.

A essas criaturas, Victor Hugo dedicou, há um século, um romance – Os miseráveis – onde as conceituou assim: “Esse querubim do enxurro possui às vezes uma camisa, mas nunca mais do que uma; possui às vezes um albergue a que consagra afeição, porque nele vive sua mãe, mas prefere a rua, porque vive nela a liberdade.”

Em uma rua de São Paulo, próxima ___ Praça da Sé, ligando as zonas Leste e Norte ao centro da cidade, fica o Viaduto do Glicério. É _____ suas marquises bolorentas e imundas que, ____quartas-feiras, se realiza o banquete dos mendigos.

Eles vêm _____ dezenas, catadores de papeis, pedintes, aleijados, e logo que se vão os consumidores da feira-livre, por volta do meio-dia, uma outra atividade começa a agitar ____ rua, que é a de recolher os restos para o preparo do banquete.

Logo vão sendo lançados ____ um velho tambor de gasolina, montado _______ uma grande fogueira, os ingredientes que cada um recolheu: carcaça de peixe, tomates, cenoura, vagens, sobras de carne, tudo mexido com uma concha improvisada com um cabo de vassoura.

Algum tempo depois, em meio ____ muita alegria, é servida a sopa que cheira a cebola e alho. Dela vão se servindo os mendigos em velhas latas de leite em pó. Sorvem-na com vontade, repetem, sabem que só na outra quarta-feira vão ter outra refeição como essa.

A muitos deles a sopa cheirosa e quente traz lembranças de uma outra vida. São antigas empregadas domésticas, operários desempregados, motoristas que se acidentaram.

Esses costumam sentar-se no meio-fio, após o banquete, e vão passar os olhos nos jornais que cataram na jornada da manhã.

Um repórter entrevistou alguns desses _________ brasileiros que vivem nos subterrâneos de São Paulo.

- Só o que está congelado neste país é a madrugada mesmo – falou um deles.

- Quando o governo diz que é aquilo, tem que ser aquilo – disse um outro.

- Devem parar de mentir para o povo – acrescentou o terceiro.

E detrás do repórter, cutucando timidamente o ombro, um dos comensais do banquete dos mendigos pediu licença para dar sua opinião:

- Olha, moço, a gente anda muito, sente na carne tudo o que aconteceu e, mesmo assim, a gente quer acreditar. Mas hoje em dia, eu vou dizer pra você uma coisa, torço para o Brasil como antigamente torcia para o Corinthians: com uma vontade danada de acreditar. Mas sabendo que têm umas coisas boas que nunca vão acontecer com a gente.

Assinale a afirmação incorreta:
 

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116306 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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Marque a alternativa em que o verbo está no Pretérito:
 

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116305 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: REIS & REIS
Orgão: Pref. Cipotânea-MG
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“Como nasceram as estrelas”
Pois é, todo mundo pensa que sempre houve no mundo estrelas pisca-pisca. Mas é erro. Antes os índios olhavam de noite para o céu escuro — e bem escuro estava esse céu. Um negror. Vou contar a história singela do nascimento das estrelas. Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer.
Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas dos riachos buliçosos. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça.
— Vamos voltar e trazer conosco uns curumins. (Assim chamavam os índios as crianças.) Curumim dá sorte.
E deu mesmo. Os garotos pareciam adivinhar as coisas: foram retinho em frente e numa clareira da floresta — eis um milharal viçoso crescendo alto. As índias maravilhadas disseram: toca a colher tanta espiga. Mas os gatinhos também colheram muitas e fugiram das mães voltando à taba e pedindo à avó que lhes fizesse um bolo de milho. A avó assim fez e os curumins se encheram de bolo que logo se acabou. Só então tiveram medo das mães que reclamariam por eles comerem tanto. Podiam esconder numa caverna a avó e o papagaio porque os dois contariam tudo. Mas — e se as mães dessem falta da avó e do papagaio tagarela? Aí então chamaram os colibris para que amarrassem um cipó no topo do céu. Quando as índias voltaram ficaram assustadas vendo os filhos subindo pelo ar. Resolveram, essas mães nervosas, subir atrás dos meninos e cortar o cipó embaixo deles.
Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita: as mães caíram no chão, transformando-se em onças. Quanto aos curumins, como já não podiam voltar para a terra, ficaram no céu até hoje, transformados em gordas estrelas brilhantes.
Mas, quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, "sempre" não acaba nunca.

LISPECTOR, Clarice. Como nasceram as estrelas: doze lendas brasileiras. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Em todas alternativas a palavra destacada está corretamente interpretada, de acordo com o seu sentido no texto, exceto em:
 

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