Foram encontradas 40 questões.
2126993
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
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Frequentemente, assistimos ao uso ambíguo de palavras que
estabelecem uma associação terminológica por sinonímia de
“moral e ética”, “moralidade e ética”, “valores e ética”, “valores
e norma”, “axiologia e ética” e, ainda, “filosofia moral e ética”
que se empregam em vários contextos do cotidiano como se de
sinônimos se tratassem, resultando, daqui, não raras vezes, uma
enorme confusão para quem necessita de as utilizar, dificultando, deste modo, a comunicação e a elaboração do pensamento. Para além disso, uma clarificação conceitual a este nível,
potencia o estabelecer de diferenciações quanto ao uso dos
conceitos referidos nos diversos contextos a que se referem,
sejam eles de natureza reflexiva, crítica ou normativo-legal com
expressivas consequências ao nível da construção do saber
teórico e do saber prático atuais. Dos conceitos relacionados,
assinale o que se encaixa corretamente à Ética.
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2107750
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Maria, professora, titular de emprego permanente, após cinco
anos de efetivo exercício ininterrupto de suas funções, adquiriu,
pela primeira vez, o direito à licença-prêmio. De acordo com a
Lei nº 1.158, de 2 de julho de 2010, assinale a alternativa correta
sobre a licença-prêmio.
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2107749
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Marcelo, servidor público de longa data do município do
Colômbia/SP, perdeu o seu sobrinho em um trágico acidente
de carro. De acordo com a Lei Municipal nº 639, de 3 de
novembro de 1993, Marcelo terá direito a licença nojo?
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Texto para responder à questão.
Carta aberta a Lourenço Diaféria*
Dom Lourenço:
Sou um assíduo leitor. Leio tudo e continuamente. No banheiro, no ônibus, no quintal, na calçada; de madrugada, tarde, noite; livros, livretos, folhetins, revistas, cartazes, pichações, jornais, jornalecos, folhas soltas, propagandas, guias telefônicos, bulas, portas de banheiro e até uma ou outra palma da mão.
Sou um leitor.
Sou um leitor por imagem refletida, como num espelho ou numa montanha de ecos, pois o que eu queria mesmo era ser escritor. Vã esperança. Louco sonho. Não fui ou não aconteci, como se diz agora. Daí virei leitor; não virei, nasci leitor... Mas, desgraça minha – ou sorte –, não sou um leitor técnico, erudito, de análise. Não, não consigo sequer desvendar normas gramaticais, estilos, influências... Dir-se-ia leitor cru? E como não bastasse: gringo, estrangeiro, Tupac-Amaru. Sou apenas um glutão de imagens, sentimentos, emoções e vibrações. Sou um leitor de nó na garganta e lágrimas fáceis. Sinto nas palavras, por outros escritas, aquilo tudo que está dentro de mim, que queria expressar e não consigo; que sinto e não sei transmitir.
Ah! Dom Lourenço... É a mesma coisa que ter um balão dentro da gente que vai enchendo de emoções, emoções, emoções, pronto a explodir, e, quando acontece, estoura o peito e espalha aquelas palavras todas – imagens e sentimentos – salpicando todos em volta, pintando-os todos multicolores, floridos, irmanando-os, tornando os homens mais humanos, mais compreensivos, mais amigos, mais altos, mais nobres e mais puros.
Sou um leitor. E como tal tenho um aferido e aguçado “sentimentômetro” de revoluções mil, de pique e médias, de luzes amarelas, verdes e vermelhas. E meu particular aparelho de medir sentimentos há muito não acusava pressão máxima. Há muito eu não sentia a faixa vermelha, o assobio estridente, a pulsação acelerada, o lacre de segurança quebrado, que anuncia próxima e inadiável explosão. Mas ao ler Morte sem colete o aparelho funcionou e senti em mim a caldeira de pressão, o rio sem barragem, a sombra fresca, cântaro na fonte, grito de liberdade, toque de recolher, queda e consciência...
Gracias, muchas gracias, por nos tornarmos irmãos no sentir e transmitir.
*Lourenço Carlos Diaféria foi um contista, cronista e jornalista brasileiro.
(MEYER, Luís Aberto. In: Magistrando a Língua Portuguesa: literatura
brasileira, redação, gramática, metodologia do ensino e literatura
infantil. Rose Sordi. São Paulo: Moderna, 1991.)
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Texto para responder à questão.
Carta aberta a Lourenço Diaféria*
Dom Lourenço:
Sou um assíduo leitor. Leio tudo e continuamente. No banheiro, no ônibus, no quintal, na calçada; de madrugada, tarde, noite; livros, livretos, folhetins, revistas, cartazes, pichações, jornais, jornalecos, folhas soltas, propagandas, guias telefônicos, bulas, portas de banheiro e até uma ou outra palma da mão.
Sou um leitor.
Sou um leitor por imagem refletida, como num espelho ou numa montanha de ecos, pois o que eu queria mesmo era ser escritor. Vã esperança. Louco sonho. Não fui ou não aconteci, como se diz agora. Daí virei leitor; não virei, nasci leitor... Mas, desgraça minha – ou sorte –, não sou um leitor técnico, erudito, de análise. Não, não consigo sequer desvendar normas gramaticais, estilos, influências... Dir-se-ia leitor cru? E como não bastasse: gringo, estrangeiro, Tupac-Amaru. Sou apenas um glutão de imagens, sentimentos, emoções e vibrações. Sou um leitor de nó na garganta e lágrimas fáceis. Sinto nas palavras, por outros escritas, aquilo tudo que está dentro de mim, que queria expressar e não consigo; que sinto e não sei transmitir.
Ah! Dom Lourenço... É a mesma coisa que ter um balão dentro da gente que vai enchendo de emoções, emoções, emoções, pronto a explodir, e, quando acontece, estoura o peito e espalha aquelas palavras todas – imagens e sentimentos – salpicando todos em volta, pintando-os todos multicolores, floridos, irmanando-os, tornando os homens mais humanos, mais compreensivos, mais amigos, mais altos, mais nobres e mais puros.
Sou um leitor. E como tal tenho um aferido e aguçado “sentimentômetro” de revoluções mil, de pique e médias, de luzes amarelas, verdes e vermelhas. E meu particular aparelho de medir sentimentos há muito não acusava pressão máxima. Há muito eu não sentia a faixa vermelha, o assobio estridente, a pulsação acelerada, o lacre de segurança quebrado, que anuncia próxima e inadiável explosão. Mas ao ler Morte sem colete o aparelho funcionou e senti em mim a caldeira de pressão, o rio sem barragem, a sombra fresca, cântaro na fonte, grito de liberdade, toque de recolher, queda e consciência...
Gracias, muchas gracias, por nos tornarmos irmãos no sentir e transmitir.
*Lourenço Carlos Diaféria foi um contista, cronista e jornalista brasileiro.
(MEYER, Luís Aberto. In: Magistrando a Língua Portuguesa: literatura
brasileira, redação, gramática, metodologia do ensino e literatura
infantil. Rose Sordi. São Paulo: Moderna, 1991.)
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Texto para responder à questão.
Carta aberta a Lourenço Diaféria*
Dom Lourenço:
Sou um assíduo leitor. Leio tudo e continuamente. No banheiro, no ônibus, no quintal, na calçada; de madrugada, tarde, noite; livros, livretos, folhetins, revistas, cartazes, pichações, jornais, jornalecos, folhas soltas, propagandas, guias telefônicos, bulas, portas de banheiro e até uma ou outra palma da mão.
Sou um leitor.
Sou um leitor por imagem refletida, como num espelho ou numa montanha de ecos, pois o que eu queria mesmo era ser escritor. Vã esperança. Louco sonho. Não fui ou não aconteci, como se diz agora. Daí virei leitor; não virei, nasci leitor... Mas, desgraça minha – ou sorte –, não sou um leitor técnico, erudito, de análise. Não, não consigo sequer desvendar normas gramaticais, estilos, influências... Dir-se-ia leitor cru? E como não bastasse: gringo, estrangeiro, Tupac-Amaru. Sou apenas um glutão de imagens, sentimentos, emoções e vibrações. Sou um leitor de nó na garganta e lágrimas fáceis. Sinto nas palavras, por outros escritas, aquilo tudo que está dentro de mim, que queria expressar e não consigo; que sinto e não sei transmitir.
Ah! Dom Lourenço... É a mesma coisa que ter um balão dentro da gente que vai enchendo de emoções, emoções, emoções, pronto a explodir, e, quando acontece, estoura o peito e espalha aquelas palavras todas – imagens e sentimentos – salpicando todos em volta, pintando-os todos multicolores, floridos, irmanando-os, tornando os homens mais humanos, mais compreensivos, mais amigos, mais altos, mais nobres e mais puros.
Sou um leitor. E como tal tenho um aferido e aguçado “sentimentômetro” de revoluções mil, de pique e médias, de luzes amarelas, verdes e vermelhas. E meu particular aparelho de medir sentimentos há muito não acusava pressão máxima. Há muito eu não sentia a faixa vermelha, o assobio estridente, a pulsação acelerada, o lacre de segurança quebrado, que anuncia próxima e inadiável explosão. Mas ao ler Morte sem colete o aparelho funcionou e senti em mim a caldeira de pressão, o rio sem barragem, a sombra fresca, cântaro na fonte, grito de liberdade, toque de recolher, queda e consciência...
Gracias, muchas gracias, por nos tornarmos irmãos no sentir e transmitir.
*Lourenço Carlos Diaféria foi um contista, cronista e jornalista brasileiro.
(MEYER, Luís Aberto. In: Magistrando a Língua Portuguesa: literatura
brasileira, redação, gramática, metodologia do ensino e literatura
infantil. Rose Sordi. São Paulo: Moderna, 1991.)
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2085840
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Pode-se dizer que, até o início da década de 1970, o
pensamento mundial dominante era o de que o meio ambiente seria fonte inesgotável de recursos e que qualquer ação
de aproveitamento da natureza fosse infinita. Mas fenômenos
como secas que afetaram lagos e rios, a chuva ácida e a
inversão térmica fizeram com que essa visão ambiental do
mundo começasse a ser questionada, com base em estudos
científicos que identificavam problemas especialmente por
conta da poluição atmosférica. Em 15 de setembro de 1971, na
Sede das Nações Unidas, Nova York, Maurice F. Strong, Secretário-Geral da Conferência das Nações Unidas para o Meio
Ambiente Humano, mostrou ao Secretário-Geral das Nações
Unidas, U Thant, um desenho para o cartaz oficial da 1ª
Conferência. Sobre as conferências das Nações Unidas para o
Meio Ambiente, analise as afirmativas a seguir.
I. A primeira grande conferência-marco na área de meio
ambiente foi a Conferência de Estocolmo, em 1972.
II. Em 1992 ocorreu, no Rio de Janeiro, a Conferência das
Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92).
III. Em 2002, ocorreu, em Joanesburgo, na África do Sul, a
Rio+10.
IV. Em2012, novamente no Rio de Janeiro, ocorreu a Conferência
das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a
Rio+20. Estão corretas as afirmativas
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2085836
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
“Uma investigação conjunta do The New York Times e The
Observer revela que, em 2014, a empresa obteve uma base
de dados de pretenso uso acadêmico e a explorou sem
permissão para elaborar estratégias eleitorais durante as
eleições [...]. É um dos maiores roubos de informação da
história do Facebook.” A notícia do El País é referente às
seguintes afirmativas, EXCETO:
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2085835
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Colômbia-SP
Provas:
Analise as afirmativas correlatas.
I. “Em 2016, a maior parte dos refugiados estava abrigada
no Oriente Médio e na Ásia, enquanto apenas 6% se
refugiaram no continente europeu.”
PORQUE
II. “A centralidade da crise migratória só passou a vigorar a
partir do momento em que os países centrais do continente
europeu passaram a receber grandes fluxos de refugiados,
abrigando a maior porcentagem dos refugiados da África e
Oriente Médio.”
Assinale a alternativa correta.
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De acordo com o RCNEI, uma parte significativa da autoestima advém do êxito conseguido diante de diferentes tipos
de desafios. Neste sentido, a obtenção de êxito, por parte
das crianças, na realização de algumas ações é um ponto
que merece atenção. Para que se possa garantir que as
crianças tenham êxito em suas ações, é preciso:
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