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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
Leia com atenção estes versos para responder a questão.
Canção do exílio
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Canção do exílio
Murilo Mendes
Minha terra tem macieiras da Califórnia
onde cantam gaturamos da Veneza.
Os poetas da minha terra
são pretos que vivem em torres de ametista,
[...]
Nossas flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia.
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade
e ouvir um sabiá com certidão de idade!
O poema de Gonçalves Dias pertence ao seguinte movimento literário:
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Disciplina: Português
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Leia com atenção estes versos para responder a questão.
Canção do exílio
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Canção do exílio
Murilo Mendes
Minha terra tem macieiras da Califórnia
onde cantam gaturamos da Veneza.
Os poetas da minha terra
são pretos que vivem em torres de ametista,
[...]
Nossas flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia.
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade
e ouvir um sabiá com certidão de idade!
No último verso da Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, “Nossa vida mais amores”, o verbo ficou implícito, caracterizando a seguinte figura de linguagem:
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Disciplina: Português
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Leia com atenção estes versos para responder a questão.
Canção do exílio
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Canção do exílio
Murilo Mendes
Minha terra tem macieiras da Califórnia
onde cantam gaturamos da Veneza.
Os poetas da minha terra
são pretos que vivem em torres de ametista,
[...]
Nossas flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia.
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade
e ouvir um sabiá com certidão de idade!
Conforme William Cereja, a intertextualidade é a relação entre dois textos em que um cita o outro.
Marque a alternativa que apresenta o tipo de intertextualidade no poema de Murilo Mendes.
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Disciplina: Português
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“Com relação à aplicação de lonas em morros, o Secretário de Defesa Civil do Recife, Coronel Cássio Sinomar, afirmou: ‘Isso é um paliativo, mas é necessário e tem salvado vidas’.”
Sobre a pontuação do período acima é correto afirmar:
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Disciplina: Português
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"São fatores do meio físico que influenciam e que devem ser observados, de uma forma muito criteriosa, quando se faz um planejamento urbano." Nesse período, a palavra atrativa que definiu a próclise, na última oração, foi o(a):
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Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
“Jardins de chuva", para aumentar a permeabilidade urbana e o escoamento. Trata-se de jardins rebaixados que captam, limpam e infiltram água de captação de chuva de telhados, pisos e vias.” A palavra “se” sublinhada no período acima exerce a função de:
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Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
Leia com atenção o trecho da reportagem a seguir, para responder a questão.
O que foi feito e o que falta fazer para evitar mais tragédias causadas por chuvas.
[...]
“Para especialistas, a construção de piscinões não é suficiente para absorver a chuva de grande intensidade nas marginais. A limpeza urbana e o aumento da calha de pequenos rios que deságuam no Tietê e no Pinheiros poderiam evitar inundações a curto prazo.
[...]
Em Belo Horizonte, o professor Lemos aponta que uma política de habitação precisa ser pensada para evitar mortes, já que os locais que oferecem mais riscos são justamente aqueles onde os mais pobres buscam moradias, devido à falta de condições financeiras.
(Texto Adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com)
No segundo parágrafo do texto acima, a conjunção sublinhada exprime ideia de:
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Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
Leia com atenção o trecho da reportagem a seguir, para responder a questão.
O que foi feito e o que falta fazer para evitar mais tragédias causadas por chuvas.
[...]
“Para especialistas, a construção de piscinões não é suficiente para absorver a chuva de grande intensidade nas marginais. A limpeza urbana e o aumento da calha de pequenos rios que deságuam no Tietê e no Pinheiros poderiam evitar inundações a curto prazo.
[...]
Em Belo Horizonte, o professor Lemos aponta que uma política de habitação precisa ser pensada para evitar mortes, já que os locais que oferecem mais riscos são justamente aqueles onde os mais pobres buscam moradias, devido à falta de condições financeiras.
(Texto Adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com)
No primeiro parágrafo do texto acima, a oração sublinhada exprime ideia de:
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Disciplina: Português
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Prevenção e catástrofes
Necessária parceria entre poder público e sociedade
Marcus Pestana
03/02/2020
De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.
Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.
O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.
Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.
Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.
A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?
A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.
Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.
Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br
“O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas [...].”8º§
Marque a alternativa em que o termo destacado apresenta a mesma função sintática do termo acima sublinhado.
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Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Prevenção e catástrofes
Necessária parceria entre poder público e sociedade
Marcus Pestana
03/02/2020
De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.
Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.
O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.
Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.
Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.
A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?
A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.
Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.
Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br
Considere a seguinte frase:
“As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis.” 3º§
Assinale a alternativa cuja palavra não apresenta a mesma sequência do termo sublinhado, conforme prevê a classificação fonológica da Língua Portuguesa.
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