Foram encontradas 265 questões.
Um aluno do quinto ano empilhou alguns cubos, conforme figura abaixo.

Quantos cubos o aluno empilhou?
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LIBÂNEO, em seu livro Didática, afirma que “O uso adequado e eficaz dos métodos de ensino visa assegurar, no processo de transmissão/assimilação de conhecimentos e habilidades, a atualização das capacidades potenciais dos alunos, de modo que adquiram e dominem métodos próprios de aprender.” Observada essa concepção, é CORRETO dizer:
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O profissional da saúde deve estar em dia com a vacinação, pois ele tem um risco duas vezes maior que a população comum para adquirir doenças. Todas as vacinas apresentadas abaixo são VIRAIS e indicadas para profissionais da saúde, EXCETO
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Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
Observe o trecho: “O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais.”
No contexto em que aparece, o termo em destaque pode ser substituído por
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O tipo de cocção utilizado na preparação de bife a milanesa é:
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Em relação à doença de Graves, é correto afirmar, EXCETO
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Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
A afirmação do jornalista inglês Matt Ridley permite inferir que, EXCETO
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Equipamento respiratório, espéculo vaginal e sonda nasogástrica são exemplos de
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2465998
Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
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As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada, constituindo um sistema único, organizado com as seguintes diretrizes, EXCETO
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Rio+20 é ponto de partida e não de chegada, diz Dilma
A presidente Dilma Rousseff disse em entrevista no Riocentro que a Rio+20 é "um ponto de partida e não ponto de chegada". Para ela, o documento final da conferência foi o possível, mas "é óbvio que não atende" à prática brasileira. "Somos, talvez, o país mais avançado no gasto ambiental, mas não posso medir todos os países com a medida do Brasil. O multilateralismo se respeita. Pode querer diferente, mas se não deu, não pode criticar [o consenso]".
A entrevista foi concedida pouco antes de a presidente discursar na sessão de encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro. Para Dilma, o que se fez no Rio foi construir "consensos históricos". A presidente disse que o documento "O futuro que queremos" não limita a ação dos países.
"A partir deste momento, as nações devem avançar. Ninguém pode ficar aquém, todos devem e podem ir além dessa posição. Isso significa que a próxima conferência tem que dar um passo à frente". A presidente disse que a Rio+20 teve "ampla participação" da sociedade civil como nunca antes em outras conferências da ONU. Confrontada com as críticas que recebeu do terceiro setor, disse: "Eu vejo com normalidade a reação da sociedade civil; o que está acontecendo aqui é uma conferência de países soberanos". E mais: "É óbvio que as ONGs podem fazer um documento delas”, mas "nós construímos um espaço para escutá-las".
Dilma lembrou que numa outra conferência sobre desenvolvimento sustentável, em 2010, em Copenhague, "não houve consenso nenhum". Daí a razão de ela achar a Rio+20 um avanço por ter um documento formal – ainda que seja apenas uma lista de declaração de intenções. Dilma fez uma crítica velada aos países desenvolvidos, Estados Unidos à frente, que rejeitaram a criação de um fundo verde para ajudar na transição de países emergentes e pobres para um modelo de desenvolvimento sustentável.
"Em Los Cabos, no México, os países Brics colocaram US$75 bilhões no FMI. Um país africano, a África do Sul, teve a generosidade de compreender a crise da Europa e contribuiu com US$2 bilhões. Por entender a gravidade da situação da Europa", disse Dilma, quando indagada sobre a razão de os países ricos terem rejeitado o fundo verde.
Mais adiante, Dilma matizou suas críticas. "Não acho que ninguém é responsável pelo atraso de nada", declarou. Para a presidente "muitos países estão enfrentando uma conjuntura difícil". Isso teria contribuído para a dificuldade em se firmar muitos compromissos objetivos no documento final da Rio+20. Indagada se o texto atendia às suas expectativas, Dilma disse: "Atende a nossa prática? É óbvio que não". Em seguida comparou a matriz energética do Brasil (47% de fontes renováveis) com a de outros países desenvolvidos, muito menor.
"Mas não posso medir os outros países pela medida do Brasil", declarou a presidente. Ela exaltou a "capacidade" do Brasil de fazer uma "conferência de porte" como a Rio+20 e oferecer uma "plataforma comum", no caso, o documento final. "Isso é uma grande conquista". E concluiu: "Minha expectativa está amplamente satisfeita".
O documento final servirá, a partir de agora, de base para cobrança dos países signatários sobre atitudes a serem seguidas: "A partir de agora vamos medir com esse metro".
Folha de São Paulo, Caderno de Ciência, 22/6/2012.
Na palavra consenso, o prefixo con- tem valor de companhia, concomitância. Indique o item em que o valor semântico do prefixo destacado foi incorretamente dado.
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