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Sobre o diagnóstico da cirrose hepática, assinale a
alternativa incorreta.
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O manejo tradicional da síndrome coronariana
aguda tem se baseado na identificação do infarto
agudo do miocárdio com supradesnivelamento do
segmento ST (IAMCSST) como um indicador de
oclusão coronariana aguda. Essa associação entre
IAMCSST e oclusão coronariana aguda
historicamente ofuscou o infarto agudo do miocárdio
sem supradesnivelamento do segmento ST
(IAMSSST), apesar de evidências sugerirem que
25% a 34% dos casos de IAMSSST também podem incluir oclusão coronariana aguda. Sobre o infarto
agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do
segmento ST, é incorreto afirmar que
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Considerando as informações mais atuais sobre o
Diabetes Insípido, analise as assertivas e assinale a
alternativa correta.
I. A vasopressina (AVP) natural é adequada para uso terapêutico crônico no Diabetes Insípido devido à sua meia-vida plasmática prolongada de 6 a 8 horas.
II. A administração de desmopressina nasal apresenta duração de ação antidiurética mais previsível e menos variável (entre 5 e 21 horas) do que a forma oral.
III. A desmopressina (dDAVP) oral é preferida pela maioria dos pacientes em relação à forma nasal devido à facilidade de administração e à manutenção da eficácia mesmo na presença de congestão nasal por infecções virais.
IV. Medicamentos como carbamazepina, clorpropamida e clofibrato têm papel importante no manejo atual do diabetes insípido central devido à sua eficácia e perfil de segurança superiores aos análogos da AVP.
V. A principal modificação estrutural da desmopressina em relação à AVP que elimina os efeitos vasopressores é a substituição do L-arginina por D-arginina, resultando em uma razão antidiurética/vasopressora de aproximadamente 3000.
I. A vasopressina (AVP) natural é adequada para uso terapêutico crônico no Diabetes Insípido devido à sua meia-vida plasmática prolongada de 6 a 8 horas.
II. A administração de desmopressina nasal apresenta duração de ação antidiurética mais previsível e menos variável (entre 5 e 21 horas) do que a forma oral.
III. A desmopressina (dDAVP) oral é preferida pela maioria dos pacientes em relação à forma nasal devido à facilidade de administração e à manutenção da eficácia mesmo na presença de congestão nasal por infecções virais.
IV. Medicamentos como carbamazepina, clorpropamida e clofibrato têm papel importante no manejo atual do diabetes insípido central devido à sua eficácia e perfil de segurança superiores aos análogos da AVP.
V. A principal modificação estrutural da desmopressina em relação à AVP que elimina os efeitos vasopressores é a substituição do L-arginina por D-arginina, resultando em uma razão antidiurética/vasopressora de aproximadamente 3000.
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Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A diarreia é definida como “uma condição na qual as fezes são moles ou aquosas e a frequência das evacuações aumenta”. A diarreia crônica é definida como “uma condição na qual a diarreia persiste ou recorre por 4 semanas ou mais, e causa diversos problemas na vida diária”.
II. A frequência normal de evacuações varia entre 1 vez por semana e 1 a 5 vezes por dia.
III. Não existem estudos que tenham definido com precisão a diarreia crônica refratária, o que torna este um tema para futuras investigações.
IV. No manejo clínico da diarreia crônica, é essencial identificar a doença primária; portanto, exames físicos úteis incluem avaliação do estado geral/exame da pele, exame craniocervical, exame abdominal/anal e observação das fezes.
V. Não se observou uma diminuição significativa de Eubacterium rectale, Bacteroides e Faecalibacterium prausnitzii, as principais bactérias da flora habitual, presentes nas fezes, em pacientes com diarreia crônica em comparação com indivíduos saudáveis.
I. A diarreia é definida como “uma condição na qual as fezes são moles ou aquosas e a frequência das evacuações aumenta”. A diarreia crônica é definida como “uma condição na qual a diarreia persiste ou recorre por 4 semanas ou mais, e causa diversos problemas na vida diária”.
II. A frequência normal de evacuações varia entre 1 vez por semana e 1 a 5 vezes por dia.
III. Não existem estudos que tenham definido com precisão a diarreia crônica refratária, o que torna este um tema para futuras investigações.
IV. No manejo clínico da diarreia crônica, é essencial identificar a doença primária; portanto, exames físicos úteis incluem avaliação do estado geral/exame da pele, exame craniocervical, exame abdominal/anal e observação das fezes.
V. Não se observou uma diminuição significativa de Eubacterium rectale, Bacteroides e Faecalibacterium prausnitzii, as principais bactérias da flora habitual, presentes nas fezes, em pacientes com diarreia crônica em comparação com indivíduos saudáveis.
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Na digestão de carboidratos, a amilase salivar é
liberada na boca e a amilase pancreática no intestino
delgado. Qual é a principal função dessas enzimas?
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Com base em evidências de revisões sistemáticas
recentes sobre os fatores de risco para nefrolitíase,
assinale a alternativa incorreta.
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Qual das seguintes condições tubulares renais é
caracterizada por defeito no túbulo contorcido distal,
resultando em perda renal persistente de magnésio e
potássio, hipocalciúria, alcalose metabólica
hipocalêmica e quadro clínico similar ao uso crônico
de diuréticos tiazídicos?
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No contexto da patofisiologia do câncer de pulmão
não-pequenas células, qual é o mecanismo principal
pelo qual o fator de crescimento endotelial vascular
contribui para a progressão tumoral em lesões
maiores que 3 mm, quando ocorre o “switch
angiogênico”, devido à hipóxia?
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A tuberculose é mais antiga que a agricultura, há
evidências da doença em fósseis humanos de mais de
9 mil anos. Desde a publicação do primeiro genoma
do Mycobacterium tuberculosis em 1998, grandes
avanços foram feitos na compreensão da biologia
desse patógeno, a principal causa infecciosa de morte
na história moderna da humanidade. Sobre os nichos
e etapas do ciclo de vida do Mycobacterium
tuberculosis (M. tuberculosis), assinale a alternativa
incorreta.
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Mulher de 30 anos, com diagnóstico de asma desde
os 9 anos, apresenta piora progressiva da dispneia
nas últimas 72 horas. Refere chiado, tosse seca e
aperto torácico, especialmente ao esforço leve. Relata
rinite alérgica desde a infância e episódios frequentes
de exacerbação após exposição à poeira e pelos de
animais. Ela admite baixa adesão ao corticosteroide
inalatório de manutenção. Nos últimos meses, teve
duas crises após resfriados virais e percebe que
quando está gripada sua asma “fica muito pior”. O
exame físico demonstra FR 24 irpm, sibilância difusa
bilateral, leve uso de musculatura acessória e
saturação de O₂ de 94% em ar ambiente. Sem febre.
Pulso regular. Não há sinais de pneumonia. Sendo
assim, assinale a alternativa que seja menos
adequada ou contraindicada no seguimento dessa
paciente.
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