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Foram encontradas 35 questões.

1306563 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Analise as proposições.
I- A vivência das modalidades esportivas no âmbito das aulas de Educação Física confronta o(a) professor(a) da disciplina no sentido de se posicionar sobre dar continuidade às maneiras excludentes, alienantes e preconceituosas de se ensinar essa prática corporal ou, rompendo com essa lógica, apostar em seu potencial educativo, na perspectiva do seu tratamento como conhecimento, como cultura a ser produzida e transformada pela prática docente na interação com os alunos.
II- A presença do esporte como conteúdo das aulas de Educação Física no Brasil se tornou significativa e hegemônica a partir da década de 1920. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e início da Guerra Fria, a pressão pelo reconhecimento do país no cenário geopolítico internacional encontrou no esporte uma estratégia potente, atribuindo ao sistema educacional o objetivo de formar atletas para representarem a nação nas competições, transformando a aula de Educação Física em um momento de treinamento esportivo.
A alternativa CORRETA é:
 

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1299386 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
A crise hídrica é um problema socioambiental que afeta o sudeste do Brasil, inclusive a região metropolitana de Belo Horizonte, e que se tornou mais grave nos últimos meses, obrigando todos a se envolverem em um esforço coletivo pelo uso racional da água. O forte calor, a drástica redução da precipitação e o racionamento de água podem interferir diretamente na realização das aulas de Educação Física.
Isabella, aluna do 9º ano do ensino fundamental de Contagem, tem o hábito de seguir celebridades cada vez mais magras nas redes sociais, o que a deixou insatisfeita com o seu próprio corpo. Apesar de ter uma alimentação saudável e de não ser sedentária, Isabella desenvolveu um pouco de sobrepeso, passando a se considerar gorda em comparação com as celebridades em quem se inspira. Por isso, ela resolveu adotar como método de emagrecimento participar das aulas de Educação Física com filmes plásticos enrolados em sua barriga (aqueles usados para envolver os alimentos). Em um dia muito quente e seco, Isabella passou mal no fim da aula de Educação Física, perdendo os sentidos. Ao socorrer a aluna, seu professor percebeu o problema e resolveu orientar a turma sobre a importância da hidratação para a saúde.
Considerando o problema descrito, analise as afirmativas utilizadas pelo professor na orientação de sua turma.
I- O uso de filme plástico enrolado no corpo pode causar desidratação por aumento de sudorese, levando o praticante a sentir-se mal. Em alguns casos, pode levar a pessoa à morte.
II- Em dias de muito calor e baixa umidade, as aulas de Educação Física devem ser realizadas em locais cobertos e bem ventilados. Caso não tenha água abundante disponível para os alunos, a aula deve suprimir as atividades práticas.
III- Apesar de Isabella ter perdido algum peso após o exercício físico, perda de peso e emagrecimento não são a mesma coisa. No caso dessa aluna, a perda de peso provocada pelo excesso de suor eliminado do corpo não representa emagrecimento, pois não foi o resultado da redução da gordura corporal.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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1295658 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Leia o excerto sobre o racismo.
O mundo do futebol experimenta uma escalada racista. No Brasil, uma torcedora gremista, durante a última partida disputada contra o Santos, atacou a dignidade e o decoro do goleiro visitante. Xingou-o de macaco. Em defesa da torcedora, e a culpar o goleiro santista, Aranha, saiu o vice-presidente do Grêmio, que perdeu a oportunidade de ficar calado ante a fúria racista mostrada ao vivo e em cores. Não bastasse, parte da torcida gremista entoou uma canção tirada do fundo do baú, de menosprezo a negros, criada para atacar os rivais torcedores do Internacional. (...)
No Brasil, o repúdio ao racismo foi colocado na Constituição e considerado crime imprescritível e inafiançável. Quando o ofendido em sua honra subjetiva é pessoa certa, identificada como no caso do goleiro Aranha, que se disse ferido na sua autoestima, o enquadramento legal se dá pelo Código Penal e com subsunção da conduta da torcedora gremista ao tipo conhecido por “injúria racial” (art. 140, p. 3º). A pena é branda, não passa de três anos, e enseja ao primário regime aberto, na modalidade de prisão albergue domiciliar. (...)
Para enfrentar o racismo, apenas a repressão não basta. É necessária a prevenção e a educação para a legalidade democrática, tudo sem esquecer poder um campo de futebol lotado servir muitas vezes como amplificador do pensamento de parte da sociedade. O racismo também já restou notado entre atletas e técnicos de futebol. Segundo muitos especialistas, a discriminação nasce da não tomada de consciência do medo ao diferente e, assim, campanhas podem ser empregadas com sucesso e estimular a consciência igualitária. (...)
( Disponível em <http://www.cartacapital.com.br/revista/816/preconceito-no-futebol-7474.html>. Acesso em: 30 maio 2015. Adaptado.)
As autoras Goellner, Guimarães e Macedo (2011) propõem que os professores de Educação Física considerem situações ocorridas no cotidiano de nossa sociedade para problematizar o corpo em relação às diferenças de gênero, sexualidade e étnico-raciais em suas práticas pedagógicas.
Com base nas discussões propostas pelas autoras, é imprescindível que os profissionais, no âmbito da escola e também fora dela, considerem estas situações apresentadas no excerto, porque:
 

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O século XX foi marcado por transformações cruciais e intensas mudanças na mentalidade e no comportamento da sociedade, provocando uma crise nos seus sistemas, principalmente, no campo educativo e nos modelos pedagógicos.
A alternativa que apresenta características relativas à Primeira República, à Segunda República e à República Nova, respectivamente, é:
 

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Leia o fragmento a seguir.

A representação da docência como "vocação" e "missão" de certa forma afastou socialmente a categoria dos professores da ideia de uma categoria profissional de trabalhadores que lutam por sua sobrevivência, prevalecendo a perspectiva de "doação de si", o que determinou, e determina em muitos casos, as dificuldades que professores encontram em sua luta categorial por salários, dificuldades estas que estão presentes no âmbito social e político, bem como na cultura intracategoria. Essa representação está associada à própria gênese histórica da profissão e tem peso não só nas dimensões materiais dos sistemas educacionais, como também nas "mentalidades dos professores, suas identidades e suas práticas", [...]. Hoje o trabalho docente vem sendo, cada vez mais, colocado em contexto de progressiva especialidade profissional, porém, nem sempre prevalece essa visão nas políticas locais ou regionais no trato das questões da carreira docente.

(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)

A valorização do magistério passa por instâncias de gestão da educação pública. Sob esta perspectiva, a existência de planos de carreira para o magistério é um princípio que foi consolidado na:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
O argumento com que o especialista em educação fundamenta sua opinião é:
 

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805541 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Tendo como referência a discussão apresentada por Goellner et al.(2011), em relação ao gênero, indique (V) para as alternativas Verdadeiras e (F), para as Falsas.
( ) Gênero é sinônimo de sexo, aquilo que no corpo indica ser masculino ou feminino existe naturalmente de acordo com a anatomia de cada sujeito.
( ) O corpo é generificado, o que implica dizer que as marcas do feminino e do masculino inscrevem-se nele.
( ) O gênero não é algo que está dado, mas é construído social e culturalmente e envolve um conjunto de processos que vão marcando os corpos.
( ) O termo orientação sexual significa a orientação que cada sujeito recebe ao longo da vida, do grupo familiar, dos amigos e a partir dela define sua sexualidade.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA,de cima para baixo, é:
 

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As pessoas com deficiência se reposicionam socialmente a partir da tomada de consciência, dessa minoria política, enquanto sujeitos de direitos. Dentre esses direitos está o direito à educação, à aprendizagem, em um sistema educacional inclusivo, que inclua as crianças com deficiência e promova o seu desenvolvimento, dando-lhes oportunidades de aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras à aprendizagem, como por exemplo, a comunicacional e a pedagógica.
( FÁVERO, Osmar et al. Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.34. Disponível em:<
http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formação/Educação_Especial_MIOLO.pdf>. Acesso em: 19 jun2015)
A educação especial, à luz de uma nova perspectiva, é entendida como uma modalidade:
 

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797472 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Darido et al. (2011) apoiam-se em Daólio (2004) para afirmar que o objetivo da Educação Física Escolar é a inserção e a intervenção dos educandos na esfera da cultura corporal de movimentos. Para esses autores, adotar este conceito como concepção da área exige dos professores:
I- Compreender que o corpo é natural, algo dado aprioristicamente ao sujeito que ao nascer incorpora as práticas corporais presentes em sua cultura por meio dos processos educativos escolarizados ou não.
II- Desconsiderar a dimensão biológica do corpo, passando a priorizar os conhecimentos culturais historicamente construídos de modo que o educando usufrua, partilhe e produza qualquer forma de manifestação corporal.
III- Propiciar ao educando o exercício da cidadania, a formação crítica e a conquista da autonomia por meio da reflexão, do conhecimento e da transformação dos conteúdos propostos por esta concepção.
IV- Sistematizar o conhecimento da área considerando o “fazer“ e o “saber sobre o fazer” das diferentes manifestações das atividades rítmicas, dos esportes, das ginásticas, dos jogos e brincadeiras e das lutas.
As afirmativas CORRETAS são:
 

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797387 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Ao longo do século XX, foi bastante comum a realização de campanhas contra a fome no Brasil, nas grandes cidades, nas áreas rurais ou mesmo nas regiões atingidas por longos períodos de seca, como no nordeste. Entretanto, nas últimas décadas, por meio de diferentes políticas públicas desenvolvidas pelos governos federal, estaduais e municipais, a fome foi deixando de ser um problema grave no país, até que, nos últimos anos, a Organização das Nações Unidas (ONU) retirou o Brasil do seu mapa mundial da fome. Todo esse esforço é louvável e reconhecido pela sociedade, no entanto, convivemos com o aumento da incidência de outro grave problema de saúde pública que é a obesidade. Dessa maneira, em qualquer escola pública ou privada em que um professor de Educação Física vier a trabalhar, ele encontrará alunos nessa situação.
Ao lidar com o problema em suas aulas, o professor deverá ensinar que, independente das razões que levaram uma pessoa a engordar, o acúmulo de gordura corporal sempre está relacionado com:
 

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