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Foram encontradas 35 questões.

Os eixos temáticos dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Geografia, propostos para o quarto ciclo, que abrangem os temas e itens que trabalham a questão da crise hídrica, são:
 

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O século XX foi marcado por transformações cruciais e intensas mudanças na mentalidade e no comportamento da sociedade, provocando uma crise nos seus sistemas, principalmente, no campo educativo e nos modelos pedagógicos.
A alternativa que apresenta características relativas à Primeira República, à Segunda República e à República Nova, respectivamente, é:
 

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819446 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Analise os itens a seguir sobre a crise hídrica, identificando com (V) as assertivas Verdadeiras e com (F), as Falsas.
( ) O nível dos reservatórios para abastecimento de água comporta-se de maneira inversamente proporcional ao regime pluviométrico sobre as bacias hidrográficas, principalmente nas áreas de nascente.
( ) Os padrões de qualidade das águas são as características de ordem física (turbidez, cor, gosto, odor e temperatura), química (cloretos, cloro residual livre, micropoluentes inorgânicos, micropolunetes orgânicos, fluoretos, nitrogênio, fósforo, pH, metais, dureza e oxigênio dissolvido) e biológica (coliformes) desejáveis nas águas em função dos usos preponderantes estabelecidos pela sociedade.
( ) A crise hídrica colocou em pauta a discussão a respeito do reuso da água. O reuso da água implica em se tentar reaproveitá-la depois que ela cumpriu sua função inicial, sendo necessário para isso, na maioria dos casos, um tratamento prévio que varia de complexidade dependendo do uso que dela foi feito.
( ) Os problemas da escassez da água são enfrentados por países de todo o mundo em decorrência do desenvolvimento ordenado das cidades, da poluição dos recursos hídricos, do baixo crescimento populacional e estagnação industrial, entre outros. Esse fatores geram um aumento na demanda pela água doce, provocando o esgotamento desse recurso.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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Leia o fragmento a seguir.

A representação da docência como "vocação" e "missão" de certa forma afastou socialmente a categoria dos professores da ideia de uma categoria profissional de trabalhadores que lutam por sua sobrevivência, prevalecendo a perspectiva de "doação de si", o que determinou, e determina em muitos casos, as dificuldades que professores encontram em sua luta categorial por salários, dificuldades estas que estão presentes no âmbito social e político, bem como na cultura intracategoria. Essa representação está associada à própria gênese histórica da profissão e tem peso não só nas dimensões materiais dos sistemas educacionais, como também nas "mentalidades dos professores, suas identidades e suas práticas", [...]. Hoje o trabalho docente vem sendo, cada vez mais, colocado em contexto de progressiva especialidade profissional, porém, nem sempre prevalece essa visão nas políticas locais ou regionais no trato das questões da carreira docente.

(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)

A valorização do magistério passa por instâncias de gestão da educação pública. Sob esta perspectiva, a existência de planos de carreira para o magistério é um princípio que foi consolidado na:

 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
O argumento com que o especialista em educação fundamenta sua opinião é:
 

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804320 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Considerando que a escala numérica de um mapa está representada como 1:25.000 e que duas localidades, A e B, nesse mapa, estão distantes, entre si, 5 centímetros, a distância real entre esses pontos é de:
 

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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando, corretamente, de acordo com os Conteúdos Básicos Comuns (CBCs) em Geografia, os eixos temáticos aos seus tópicos.
COLUNA I
1) Eixo Temático I As geografias do cotidiano.
2) Eixo Temático II A sociodiversidade das paisagens brasileiras e suas manifestações espaço culturais.
3) Eixo Temático III A globalização e regionalização no mundo contemporâneo.
4) Eixo Temático IV Meio ambiente e cidadania planetária.
COLUNA II
( ) Território e territorialidade; paisagens do cotidiano; cidadania e direitos sociais; lazer; segregação espacial; redes e circulação.
( ) Desenvolvimento sustentável; indústria e meio ambiente; cidades sustentáveis; Agenda 21; padrão de produção e consumo que alinhavam as relações sociedade e natureza nas suas discussões mais contemporâneas de sustentabilidade.
( ) Regionalização e mercados; nova ordem mundial; revolução técnico-científica; redes técnicas das telecomunicações; fragmentação.
( ) Turismo; cultura e natureza; populações tradicionais; região cultural.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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As pessoas com deficiência se reposicionam socialmente a partir da tomada de consciência, dessa minoria política, enquanto sujeitos de direitos. Dentre esses direitos está o direito à educação, à aprendizagem, em um sistema educacional inclusivo, que inclua as crianças com deficiência e promova o seu desenvolvimento, dando-lhes oportunidades de aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras à aprendizagem, como por exemplo, a comunicacional e a pedagógica.
( FÁVERO, Osmar et al. Tornar a educação inclusiva. Brasília: UNESCO, 2009. p.34. Disponível em:<
http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formação/Educação_Especial_MIOLO.pdf>. Acesso em: 19 jun2015)
A educação especial, à luz de uma nova perspectiva, é entendida como uma modalidade:
 

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797867 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Geografia.
COLUNA I
1) O processo técnico-econômico, a política e os problemas socioambientais.
2) Alimentar o mundo: os dilemas socioambientais para a segurança alimentar.
3) Ambiente urbano, indústria e modo de vida.
COLUNA II
( ) Saneamento básico: água e esgoto e qualidade ambiental urbana.
( ) Ambiente urbano: água para todos.
( ) Agricultura tecnificada, insumos agrícolas e poluição das águas de superfície.
( ) Recursos naturais, esgotabilidade e reversibilidade: usar e recuperar.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A matéria lida foi publicada em mídia digital. Os Textos I, II e III (assim nomeados para efeito didático) estavam lincados, de modo que o leitor teve acesso a eles por etapas. Considerando essa diagramação e outros elementos linguísticos, é CORRETO afirmar que a intenção dessa matéria é:
 

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