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Com a publicação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), em 23 de dezembro de 1996, alterações são propostas para as instituições formadoras e os cursos de formação de professores, tendo sido definido o período de transição para efetivação de sua implantação. Assim, a estrutura curricular dos cursos de formação de professores ficou ainda com a marca da legislação anterior por um período relativamente longo, iniciando-se as primeiras adaptações de currículo a partir de 2002, quando as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores são promulgadas, e nos anos subsequentes, quando diretrizes curriculares para cada curso de licenciatura passam a ser aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação.
(GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (Coord). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009. p. 239)
O período que antecede o marco histórico mencionado no texto caracterizou-se por:
I- Organização dos estudos que já apontavam problemas nos cursos de formação de professores no país.
II- Instituição de uma política nacional para a formação de profissionais do magistério da educação básica.
III- Normatizações e autorizações de cursos formadores de professores que permitiram a instauração de escolas normais superiores, isoladamente.
IV- Consolidação da formação de professores para o primário nas Escolas Normais de nível médio e a formação dos professores para o curso secundário nas instituições de nível superior (licenciaturas).
V- Reformulação da educação básica no Brasil, que extinguiu as escolas normais, e a formação que elas proviam passa a ser feita em uma habilitação do ensino de segundo grau chamada Magistério.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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“Independentemente da perspectiva geográfica, a maneira mais comum de ensinar Geografia tem sido por meio do discurso do professor ou do livro didático. Este discurso sempre parte de alguma noção ou conceito-chave e versa sobre algum fenômeno social, cultural ou natural, descrito e explicado de forma descontextualizada do lugar em que se encontra inserido. Após a exposição, ou trabalho de leitura, o professor avalia, mediante exercícios de memorização, se os alunos aprenderam o conteúdo”.
(BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: geografia. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Brasília:
MEC/SEF, 1998. 156 p. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/geografia.pdf>.Acesso em: 14 jun. 2015.)
As abordagens atuais da Geografia têm buscado alternativas a essa prática docente. Essas abordagens atuais têm como característica, EXCETO:
 

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Considere os excertos transcritos a seguir.
I- "Segundo o Ministério das Cidades (2004) as principais formas de promover a Mobilidade Urbana Sustentável são: (...) Reduzir o consumo de energia e o uso de energia alternativa nos transportes coletivos."
II- "Esses dados são reforçados pelo consenso quanto à adoção desse tipo de medida no licenciamento de PGVs, considerada de extrema importância por 83% dos especialistas."
III- "A partir dessas premissas pode-se, então, conceituar que as MMUA são medidas acionáveis adaptadas da literatura e alinhadas com os princípios de mobilidade urbana sugeridas no meio acadêmico e recomendadas em documentos federais, como a Política Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável."
IV- "Todos esses documentos acordam a mobilidade urbana sustentável como um objetivo firmado pelo país e definem princípios e diretrizes para alcançá-la."
(SANTOS & FREITAS, 2014. Disponível em:<http://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/689>. Acesso em:06 maio.2015)
Apresentam erro de concordância:
 

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748260 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Uma das teorias populacionais clássicas baseava-se na proposição de que a capacidade biológica do ser humano para se reproduzir é maior do que sua capacidade para aumentar a oferta de alimentos. Atualmente uma das grandes preocupações é aumentar a oferta de água, e tal situação também é abordada por essa teoria, conhecida como:
 

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Os modelos pedagógicos atuais para a orientação do processo de ensino-aprendizagem atravessam uma fase bastante crítica por tudo aquilo de insignificante que encerram em reação às problemáticas social e educacional autenticamente brasileiras (RAYS, 1998).
(CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão. 29. ed. São Paulo: Vozes, 2009, p. 43-52.)
Segundo a perspectiva presente no texto acima, esses modelos pedagógicos estão alicerçados no(s):
 

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"Objetiva. Essa é a palavra que traduz R.P. . Mesmo que não tivesse dito, a maior característica ficou visível durante um papo da gata com o Super Notícia. E é essa qualidade que leva a SuperGata longe. Morena, dos cabelos de fogo, ela corre atrás até o fim daquilo que quer, e não é qualquer palavra de desmotivação que faz com que desista de seus sonhos. E olha que são muitos!..."
Super Notícia, 7/2/2015. p. 14
A palavra "objetiva", em conformidade com a intenção com que foi empregada no texto, só NÃO poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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732740 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Analise as proposições.
A terra própria, o acesso à renda da terra, a perspectiva de viver bem da agricultura, ou no meio rural, ainda não se mostram como realidade para a maioria da população rural brasileira.
PORQUE
A presença de novas atividades, funções, sujeitos e agentes sociais nos espaços rurais têm causado uma revalorização do campo, entendido não somente como o lugar de desenvolvimento das atividades agropecuárias, mas também como espaço para se viver.
A alternativa CORRETA é:
 

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Os direitos fundamentais são os considerados indispensáveis à pessoa e necessários para assegurar a todos uma existência digna, livre e igual. Não basta ao Estado reconhecê-los formalmente. É preciso ainda buscar sua concretização, incorporando-os no dia a dia dos cidadãos e de seus agentes. O direito a educação como um direito fundamental está previsto na Constituição Federal e nela todos têm o direito à educação, que é dever do Estado e da família, mas a sociedade tem a responsabilidade social de promover e incentivar a educação.

O artigo 142 da Lei Orgânica do município de Contagem (1990) afirma que o dever do Município para com a educação será concretizado mediante, entre outros, a garantia de:

 

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729264 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
“A água, afinal, não cabe naquela simplificação típica dos livros didáticos, e que comanda o imaginário dos cientistas, em que uma superfície líquida submetida à radiação solar transforma-se em vapor e, depois, em nuvens que se condensam e precipitam, dando origem a rios e lagos e outras superfícies líquidas que submetidas à radiação solar...” perpetuam o processo.
(PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Água não se nega a ninguém. Observatório Latino Americano de Geopolítica. Disponível em:
<http://www.geopolitica.ws/media/uploads/Wporto2.pdf>.Acesso em :14 jun. 2015.)
O processo descrito pelo autor recebe o nome de:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa em que o referente NÃO foi corretamente identificado entre parênteses é:
 

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