Foram encontradas 160 questões.
Dada a sequência lógica a seguir:
4.200, 840, ?, 70, 35
Qual é o elemento faltante nessa sequência?
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Para alimentar um exército com 240 soldados, são necessárias 15 caixas de ração militar, cada uma com 12 sachês de refeição. Quantas caixas de ração militar, cada uma contendo 18 sachês de refeição, serão necessárias para alimentar um exército com 960 soldados?
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Em um canil há cães das raças pug e bulldog francês, sendo o número de pugs igual à metade do número de bulldogs franceses. Se o número de pugs for aumentado em 20%, o total de cães aumentará em 15 unidades. Considerando essas informações, conclui-se que o número total de cães nesse canil está compreendido entre:
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Ana e Bruno foram a uma sorveteria e, juntos, consumiram um total de 850 gramas de sorvete. Se a quantidade de sorvete consumida por Bruno representa 8/9 da quantidade consumida por Ana, quantos gramas de sorvete um comeu a mais do que o outro?
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Um turista deseja viajar para o Paraná e criou o seguinte conjunto de cidades que ele pretende conhecer: PR = {Corbélia, Curitiba, Catanduvas, Maringá, Londrina, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Pato Branco}. Caso ele faça uma seleção aleatória sobre a primeira cidade que irá visitar, qual é a probabilidade de que seja uma cidade, cujo nome inicie com a letra “C” e termine com a letra “A”?
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As estrelas
Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei: “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?” De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma. Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.
Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. “Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas”.
(Walcyr Carrasco. Livro: Estrelas Tortas. Série: Do meu jeito. Editora Moderna. 3ª Edição. Com adaptações.)
Considerando o trecho “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?”, o ponto de interrogação ( ? ) tem como finalidade:
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As estrelas
Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei: “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?” De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma. Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.
Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. “Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas”.
(Walcyr Carrasco. Livro: Estrelas Tortas. Série: Do meu jeito. Editora Moderna. 3ª Edição. Com adaptações.)
No fragmento “Talvez elas sejam como a gente.”, a expressão assinalada exprime circunstância de:
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As estrelas
Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei: “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?” De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma. Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.
Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. “Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas”.
(Walcyr Carrasco. Livro: Estrelas Tortas. Série: Do meu jeito. Editora Moderna. 3ª Edição. Com adaptações.)
Em “A outra tem um brilho especial.”, a expressão “especial” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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As estrelas
Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei: “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?” De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma. Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.
Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. “Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas”.
(Walcyr Carrasco. Livro: Estrelas Tortas. Série: Do meu jeito. Editora Moderna. 3ª Edição. Com adaptações.)
Ao afirmar que “Cada estrela é especial. (...) Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas.”, o autor:
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As estrelas
Todos olhamos o céu cheio de estrelas. De repente, lembrei também de uma aula que tive, quando olhei no microscópio. O professor pôs um pedaço de vidro, com uma manchinha, no microscópio. Olhando a manchinha, a gente não dava por ela. Mas, no microscópio, deu pra ver tantas coisas que eu nem poderia descrever. O microscópio aumentava a mancha tanto, tanto, que a gente descobria um mundo lá dentro! Olhando as estrelas de longe, eu pensei: “E se eu tivesse um microscópio para observar as estrelas? Quer dizer, um telescópio?” De longe, elas parecem todas iguais, mas, chegando perto, acho que eu descobriria as diferenças de cada uma. Quem sabe, uma é torta. Na outra, falta um pedaço. A outra é mais apagada. A outra tem um brilho especial.
Estrelas, estrelas, estrelas! Pensei muito nelas. Talvez elas sejam como a gente. Quando olho pras pessoas que não conheço direito, parece que está bem, que tudo está certo. Que só eu, minha irmã e meus pais temos problemas tão difíceis. Que a vida dos outros é tranquila. Que todos são iguais, como as estrelas que a gente vê de longe. Mas, se a gente se aproxima, como quando olhei a mancha no microscópio, ah, nem se fala! É outra história. Cada mancha é diferente. Cada estrela é especial. Quando as estrelas entraram pela janela, foi nisto que pensei. “Que a gente é como um pedaço da noite. De longe, estrelas perfeitas. De perto, estrelas tortas”.
(Walcyr Carrasco. Livro: Estrelas Tortas. Série: Do meu jeito. Editora Moderna. 3ª Edição. Com adaptações.)
De acordo com as ideias expostas, é possível afirmar que o texto aborda:
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