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(1) eu ( ) Ele montou um castelo de cartas para _____ acreditar. (2) mim ( ) Não há dinheiro disponível para _____ gastar. ( ) Traga sanduíches para _____. ( ) Para _____ descansar, quero um sofá. ( ) Para _____, viajar é indispensável.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
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(1) eu (2) mim
( ) Ele montou um castelo de cartas para _____ acreditar. ( ) Não há dinheiro disponível para _____ gastar. ( ) Traga sanduíches para _____. ( ) Para _____ descansar, quero um sofá. ( ) Para _____, viajar é indispensável.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Texto 2
O homem trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma
enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no
berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o
fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus
verdadeiros pais.
Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não
soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não
fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na
universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia.
Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? – perguntou hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Atente para a oração que está disponível no texto 2: “Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:- O senhor está desenganado” (linhas 27-28).
Por que o paciente ficou alegre ao saber que ia morrer?
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Quadro 2

A alternativa que contém uma substituição do termo grifado sem prejuízo para o sentido do trecho acima é
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De acordo com a norma culta, analise as orações a seguir e identifique com C as grafadas corretamente e com E as grafadas de forma errada.
( ) Não houve nenhum impecilho nos meus estudos para a prova.
( ) O deputado chegou atrasado para a cessão solene na Câmara.
( ) Não há exceções para atrasos na prova.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Quadro 2

O sinônimo que melhor representa o termo destacado, em seu contexto, é:
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Quadro 2

( ) As informações do quadro 1 baseiam-se em dados coletados durante oito anos. ( ) As mulheres costumam tentar mais o suicídio do que a população masculina. ( ) As mulheres tem mais êxito na mortalidade por suicídio do que os homens. ( ) O estudo apresenta uma relação entre o estado civil e as mortes por suicídio. ( ) O quadro não demonstra um número elevado de mortes por suicídios em comparação com as tentativas, no período registrado.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Texto 1
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procuraa por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação. Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
BRAGA, Rubem. A Traição das elegantes, Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1967
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