Foram encontradas 40 questões.
Em uma manhã de atendimento no posto de saúde da cidade de Cruz Alta, 44 pessoas buscaram atendimento médico. Nenhuma tinha febre, dor muscular e sonolência simultaneamente. Nenhuma tinha somente febre ou somente sonolência. 18 tinham febre e dor muscular, 2 tinham dor muscular e sonolência, e o número de pacientes somente com dor muscular era igual aos que tinham febre juntamente com sonolência. Sendo assim, quantos pacientes tinham dor muscular?
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta classificação do sujeito da forma verbal “clama” no trecho “O estresse diário clama por esse ‘prêmio’ hormonal”.
Provas
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quanto à predicação, o verbo empregado na frase adaptada “Muita gente rola os olhos” é:
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “talvez” (l. 06) é classificada como:
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir o vocábulo “catastróficos” (l. 16), sem causar alteração de sentido no trecho em que está localizado.
Provas
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaPronomesPronomes Possessivos
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre os recursos coesivos utilizados no texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O pronome demonstrativo “isso” (l. 05) refere-se à explosão de vendas da substância semaglutida.
( ) O pronome oblíquo “lo”, localizado na expressão “encontrá-lo” (l. 08), refere-se ao termo “alimento” (l. 07).
( ) O pronome “seu” (l. 18) transmite uma ideia de generalização, de indefinição.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista a frase “Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro”, localizada na linha 05, infere-se predominantemente que a autora:
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o texto, analise as assertivas a seguir:
I. A autora afirma que a obesidade é a epidemia mais maligna.
II. Em 2023, a semaglutida teve um aumento significativo em vendas na Dinamarca devido ao tratamento da diabetes.
III. O uso das anfetaminas como primeiras substâncias utilizadas para diminuir o apetite está relacionado a consequências trágicas para o cérebro, o fígado e o coração.
Quais estão corretas?
Provas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Coordenativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
O termo “embora” (l. 13) transmite o sentido de _________. Por isso, pode ser substituído, sem alteração de sentido ou de correção gramatical no trecho, por _________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Provas
A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica
Por Cristina Bonorino
- Quando falo que é preciso investir em pesquisa básica experimental, muita gente rola os
- olhos. Mas, em 2023, um único produto farmacêutico fez com que o mundo – e as bolsas de
- valores – focassem sua atenção na Dinamarca: a semaglutida, droga desenvolvida para tratar
- diabéticos, explodiu em vendas mundiais por seu principal efeito colateral ser a diminuição do
- apetite. Em um mundo em que 35% das pessoas são obesas, isso vale ouro.
- De todas as grandes epidemias, talvez a obesidade seja .... mais nefasta. Por milênios a
- natureza selecionou humanos mais inteligentes, que produziriam seu próprio alimento ao invés
- de percorrer longas distâncias para encontrá-lo. E, em seguida, inventariam máquinas para
- plantar, colher, produzir e transportar os alimentos produzidos. A massa corporal dos humanos
- aumentou proporcionalmente ao consumo de energia maior do que o gasto.
- Mas consumir alimentos, exatamente por ser tão importante para a vida, tem um efeito
- neurológico potente de recompensa. O estresse diário clama por esse “prêmio” hormonal,
- levando muitos .... um maior consumo, embora paradoxalmente a cultura vigente discrimine as
- pessoas que engordam. E de carona com a obesidade vêm a doença cardíaca e o câncer.
- As primeiras drogas que diminuíam o apetite eram principalmente anfetaminas, com
- efeitos obviamente catastróficos não apenas no cérebro, mas também no fígado e no coração. A
- semaglutida vem de pesquisas em peixes que o endocrinologista Joel Habener pegava no porto
- de Boston nos anos 1980. Em seu laboratório, no Massachussets General Hospital, foi clonado o
- gene que codifica o hormônio glucagon – que, junto .... insulina, regula a disponibilidade de
- glicose no sangue. Junto havia outra sequência que codificava um peptídeo que ficaria conhecido
- como GLP-1. Esse novo hormônio auxiliava na liberação de insulina, como mostrado em outro
- artigo de 1987 incluindo os jovens Svetlana Mosjov e David Druckner. Poderia, portanto, ser um
- tratamento para diabetes, o que foi confirmado em humanos.
- Nos anos 1990, estudos em ratos mostraram que o GLP-1 diminuía o apetite – sugerindo
- potencial para tratar obesidade. Diferentes drogas foram testadas como análogas do GLP-1, mas
- foi o Ozempic, da empresa dinamarquesa Novo Nordisk, que incendiou o mercado por seu efeito
- na perda de peso. Mais importante: um estudo de 2023, no New England Journal of Medicine,
- mostrou que nos pacientes tratados o risco de ataques cardíacos e derrames foi 20% menor.
- O que é meio óbvio, porque reduz a obesidade e, portanto, seus efeitos. Mesmo para os
- entusiastas, precisa ficar claro: mais de 50% do peso pode retornar quando se interrompe o
- tratamento; e há efeitos colaterais que podem incluir constipação e mesmo pancreatite. E,
- enquanto seguem as pesquisas para novas formas de GLP-1, não dá para deixar de pensar
- quantas soluções para problemas importantes estão esperando que mais pessoas invistam em
- ciência.
- O mercado de GLP-1 é hoje maior do que o PIB da Dinamarca. Quem enriquece com a
- bolsa poderia pensar, nesta época de balanço, em devolver ao menos um pouco para o mundo
- – e melhorar a vida de todos, junto com a sua própria.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-da-obesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 06, 13 e 19.
Provas
Caderno Container