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A Resolução nº 2, de 7 de abril de 1998, do Conselho Nacional de Educação (CNE.), institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental a serem observadas na organização curricular das unidades escolares integrantes dos diversos sistemas de ensino.
Dado esse contexto, marque (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as falsas:
( ) A Resolução 02/98 (CNE.) conceitua as Diretrizes Curriculares Nacionais como o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimento da educação básica, expressas pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que orientarão as escolas brasileiras dos sistemas de ensino na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas.
( ) Ao definir suas propostas pedagógicas, a Resolução 02/98 (CNE.) define que as escolas deverão explicitar o reconhecimento da identidade pessoal de alunos, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade escolar e de seus respectivos sistemas de ensino.
( ) A Resolução 02/98 (CNE.) apregoa que em todas as escolas deverá ser garantida a igualdade de acesso para alunos a uma base nacional diversificada, de maneira a legitimar a unidade e a qualidade da ação pedagógica na diversidade nacional.
( ) As escolas deverão explicitar em suas propostas curriculares, segundo a Resolução 02/98 (CNE.), processos de ensino voltados para as relações com sua comunidade local, regional e planetária, visando a interação entre a educação fundamental e a vida cidadã.
Marque a sequência CORRETA:
 

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Leia o texto a seguir e depois assinale o item que completa CORRETAMENTE a proposição.
Em muitos estudos e pesquisas sobre a organização dos sistemas de ensino preconiza-se o permanente esforço para o estabelecimento da relação escola/sociedade como eixo estruturador do currículo. Nessa perspectiva, o currículo envolve os aspectos sociológicos na organização do saber escolar. Essa relação escola/sociedade, sob o enfoque crítico, requer compreender a escola como instrumento de poder. Mas, se considerarmos o currículo como compromisso para promover uma educação emancipadora, ele será pautado em:
 

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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Assinale a assertiva INCORRETA:
 

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Assinale o item cujo trecho NÃO apresenta problemas de adequação à norma padrão:
 

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A avaliação na perspectiva construtivista é compreendida como parte integrante do processo ensino aprendizagem. Constitui-se num processo dinâmico para propiciar mais um momento de aprendizagem para os alunos. Além disso, fornece indicadores sobre o padrão de desempenho servindo de referência para orientar decisões em relação ao currículo e às diretrizes e metas para os sistemas de ensino.
Considerando os pressupostos acima, assinale a alternativa CORRETA sobre a abrangência da avaliação da aprendizagem na perspectiva construtivista.
 

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Beleza e Deleite
Gisele Kato
Para recuperar o prestígio perdido, a Bienal deste ano se espelha naquela que ficou conhecida como uma das melhores edições do evento até agora: a de 1998, com curadoria de Paulo Herkenhoff. A 24ª Bienal teve como tema a Antropofagia e combinou muito bem uma arte mais conceitual – e talvez mais “difícil” de ser compreendida pelo grande público -, com peças de deleite quase imediato. Na época, misturaram-se pelo Pavilhão do Parque do Ibirapuera nomes como o norteamericano Bruce Neuman, a alemã Eva Hesse (1936- 1970), o coletivo europeu CoBrA e a brasileira Tarsila do Amaral (1886 – 1973) – todos popstars no peculiar e milionário star-system das artes plásticas.
A 29ª edição da Bienal de São Paulo tem como título um verso do poema Invenção de Orfeu, do alagoano Jorge de Lima: “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. A frase, de forte tom utópico, resume um dos temas da mostra: a relação entre arte e política. Mas a política aqui deve ser entendida como algo bem amplo: “O que nos interessa é ressaltar a possibilidade de a própria arte levar a outro entendimento do mundo”, diz o curador Moacir dos Anjos. “Buscamos o que desestabiliza as noções, o que avança por outros campos disciplinares”, completa Agnaldo Farias, também curador. Seguindo essa lógica, a própria distribuição dos artistas pelos 27 mil metros quadrados de área expositiva foge bastante do modelo convencional. Com uma cenografia assinada pela arquiteta Marta Bogéa, os selecionados encontram-se organizados pelo prédio em espécies de ilhas, que permitem que os espectadores conheçam o evento sem ter caminhos predeterminados. Eles serão levados, assim, a concretizar a ideia de navegação, já que terão que “singrar” o espaço expositivo, em vez de percorrer os corredores retilíneos comuns em mostras do tipo. Seis “terreiros”, como são chamados os espaços de descanso, terão ainda uma programação paralela, com espetáculos de teatro, dança, música e performances, além de palestras e projeções.
Fonte: Adaptado da Revista Bravo de setembro de 2010.
Segundo o texto, é possível afirmar CORRETAMENTE:
 

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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Qual das afirmações abaixo está em conformidade com o que é defendido no texto de Sérgio Magalhães?
 

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As seguintes tiras, elaboradas pelo cartunista Bennett, servirão de base para questão:
TIRA I
Enunciado 1491305-1
TIRA II
Enunciado 1491305-2
Com relação à tira II, assinale a assertiva CORRETA:
Questão Anulada

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As seguintes tiras, elaboradas pelo cartunista Bennett, servirão de base para questão:
TIRA I
Enunciado 342479-1
TIRA II
Enunciado 342479-2
Analise a gravura abaixo, de Escher, e assinale a assertiva CORRETA:
Enunciado 342479-3
Questão Anulada

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As seguintes tiras, elaboradas pelo cartunista Bennett, servirão de base para questão:
TIRA I
Enunciado 341854-1
TIRA II
Enunciado 341854-2
Com relação à tira I, é CORRETO afirmar:
Questão Anulada

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