Foram encontradas 50 questões.
Dois homens começam a pedalar suas bicicletas a velocidades de 4 km/h e 7,5 km/h. Eles partem de um mesmo ponto, mas seguem em direções perpendiculares. Depois de 2 horas, a distância em linha reta entre eles será de
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No que respeita às regras de concordância, está correta a seguinte frase:
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No programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, os menus que oferecem as opções que permitem ao usuário definir o idioma em que o texto está sendo editado e visualizar seu cabeçalho e rodapé são, respectivamente,
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Para fazer com que um texto que está sendo editado por meio do programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, seja apresentado numa página contendo duas colunas, dos ícones mostrados na figura a seguir, um usuário deverá acionar o de número

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Segundo as informações do texto, o processo de seleção permite perceber que
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A área do quadrado ABCE da figura vale 49 cm² e o comprimento do segmento DB vale 31 cm.

O perímetro do triângulo CDE vale, em cm,
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Selecione a alternativa que completa, correta e respectivamente, o parágrafo a seguir, sabendo-se que ele tem afirmações sobre recursos disponíveis no Microsoft Power Point 2003, em sua configuração padrão.
Transições de slide são os efeitos de que ocorrem no modo de exibição Apresentação de Slides quando você move de um slide para o . É possível controlar a de cada efeito de transição e também adicionar .
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O produto de dois números pares, positivos e consecutivos, vale 1 224. O máximo divisor comum desses números vale
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O pronome em destaque no terceiro parágrafo – ... tentativa de torná-lo mais comprometido... – refere-se
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, um dos propósitos dos cursos de formação de voluntários é
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