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Foram encontradas 40 questões.

1966038 Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos de Edéia, o servidor se torna estável no cargo após três anos de efetivo exercício, e somente perderá o cargo
 

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1966032 Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO

Sobre os Vencimentos e Remuneração estabelecidos no Estatuto dos Servidores Públicos de Edéia, assinale V se (verdadeiro) e F para (falso)

(__) Nenhum servidor receberá, a título de vencimento, importância inferior ao salário mínimo, ressalvado os casos de servidores que recebem por hora trabalhada.

(__) É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para efeito de remuneração pessoal do serviço público.

(__) Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público, não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores.

(__) Remuneração é a retribuição pecuniária paga ao servidor pelo efetivo exercício de cargo público, com valor fixado em lei.

(__) Remuneração é o vencimento do cargo efetivo ou em comissão, acrescido das vantagens pecuniárias, permanentes ou temporárias, estabelecidas em lei.

 

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1966025 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Em uma escola com 630 alunos, 435 deles estudam Matemática, 319 deles estudam Física e 187 deles estudam as duas matérias (Matemática e Física). Com base no exposto a probabilidade de um aluno escolhido ao acaso não estudar nenhuma das matérias (Matemática e Física) é igual à:
 

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1966024 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Um tanque com formato de paralelepípedo retangular e volume igual a 512.000 litros, possui a seguinte propriedade: o comprimento do retângulo da face que forma o fundo do tanque é igual ao dobro da largura desse retângulo. Sabendo que a altura do tanque é igual a 4m, nessas condições podemos afirmar que as dimensões da base desse tanque são iguais à:
 

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1966021 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Em 10 horas, 30 caminhões transportam 150 m3 de areia. Em 5 horas, quantos caminhões (com mesma capacidade dos primeiros 20 caminhões) são necessários para transportar 125 m3 de areias?
 

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1966020 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Sobre a função F(x) = - 2x2 + 6x -10 podemos considerar como verdadeiras as seguintes afirmações:
 

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1966013 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
A cantina de uma escola selecionou 50 alunos ao acaso, e verificou o número de vezes por semana que eles compraram lanche. Observe a distribuição de frequência absoluta:
Enunciado 1966013-1
Com base na coleta de dados podemos afirmar que a frequência relativa ao valor “2” (comprou lanche 2 vezes na semana) é igual à:
 

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1966008 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Quanto ao gênero do discurso, esse texto é um/uma
 

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1966006 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Na frase: Os estudantes da segunda série foram visitar o museu da Língua Portuguesa. Eles foram acompanhados pelos coordenadores da escola. Considerando os fragmentos destacados, tem-se uma
 

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1966004 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Nesse texto, os fragmentos: “Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui.” / “Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos.” Conforme a tipologia textual são:
 

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