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Foram encontradas 322 questões.

A quantidade de múltiplos de 4 que existem entre 100 e 1000 é igual à:
 

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A geratriz da dízima periódica 0,83 pode ser representada geometricamente como:
 

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1966015 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Dois advogados deverão analisar 45 processos, e resolveram dividir essa quantidade em partes inversamente proporcional ao respectivo tempo de trabalho de ambos na empresa. Se o primeiro que trabalha na empresa há 28 anos analisar 25 dos processos. Quantos anos de trabalho o segundo tem na empresa?
 

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Três rolos de fio medindo respectivamente 40 m, 50 m e 170 m, foram cortados em pedaços iguais e com maior tamanho possível, sem deixar sobras. Nessas condições o número de pedaços obtidos e o tamanho de cada um deles serão, respectivamente, iguais à:
 

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1966013 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
A cantina de uma escola selecionou 50 alunos ao acaso, e verificou o número de vezes por semana que eles compraram lanche. Observe a distribuição de frequência absoluta:
Enunciado 1966013-1
Com base na coleta de dados podemos afirmar que a frequência relativa ao valor “2” (comprou lanche 2 vezes na semana) é igual à:
 

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O gráfico a seguir apresenta a frequência absoluta dos salários dos funcionários de uma empresa, observe:
Enunciado 1966012-1

Com base nos dados do gráfico podemos afirmar que a média aritmética salarial dos trabalhadores que recebem abaixo de R$ 1.300,00 é igual à:
 

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1966011 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Um carro de corrida leva 3 minutos para percorrer o trajeto da pista. Sendo assim, um carro que passou na velocidade média de 90% da velocidade do primeiro, percorra a mesma pista em:
 

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No alto de uma torre de transmissão de rádio, duas luzes “piscam” com frequências diferentes. A primeira luz pisca 12 vezes por minuto e a segunda pisca 16 vezes por minuto. Se em um dado momento as duas luzes piscam simultaneamente, então, elas voltarão a piscar simultaneamente após:
 

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Um menino de 1,50 m de altura observa em um dia ensolarado, a sombra de uma árvore e a sua própria sombra. Não dispondo de fita métrica ou de trena, ele toma uma corda, mede sua sombra e a compara com a da árvore, verificando esta ser 12 vezes maior que a sua. Nessas condições a altura da árvore é igual à:
 

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1966008 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Edéia-GO
Desigualdade inaceitável
Carlos José Marques
Não é apenas um problema econômico. Mas social e político, por que não? Como o Brasil pôde cair tão baixo no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), ocupando a vergonhosa septuagésima nona colocação e, o que é pior, com índice de desigualdade semelhante ao do Catar, onde existem os marajás e grandes magnatas do petróleo. O Brasil se mostra como uma aberração inexplicável. Detém a assombrosa condição de segunda maior concentração de renda do mundo.
O lugar onde esbanjamento contrasta com miséria a cada rua, lado a lado.
O que é isso? Com 1% da população detendo mais de 50% do PIB não há mesmo como enxergar justiça por aqui. A predominante parcela do povo vive com menos de um salário mínimo ao mês. Deveriam todos os patriotas, nacionalistas, homens da produção e da riqueza, os detentores do poder se incomodar com isso. Não é aceitável.
Não dá para conceber. As desigualdades, lamentavelmente, se acirraram nos últimos tempos com diferenças gritantes também no campo da saúde, da ciência e tecnologia, do acesso a serviços básicos de transporte, saneamento etc. Em um país onde 13,5 milhões de famílias (que multiplicadas por cinco membros dariam quase 70 milhões de pessoas) dependem do Bolsa Família e quatro milhões de jovens não conseguem trabalho, mesmo formados em universidades, não há como se ter um IDH decente. Em um par de décadas, o Brasil avançou um milésimo no índice mundial da ONU que avalia a saúde, educação e renda dos povos. Vizinhos como Argentina e Uruguai figuram em melhores posições. Bem como o Sri Lanka. A classificação brasileira é típica de nação terceiro-mundista, subnutrida e controlada por uma patota da Casa Grande sem qualquer concessão aos subjugados. Não se pensa nisso.
A preocupação com o próximo e a solidariedade não se firmam como pilares fundamentais do desenvolvimento. A estagnação nos indicadores educacionais é desanimadora. A expectativa de tempo de permanência na escola, por exemplo, está no mesmo patamar de 15,4 anos desde 2016 e a média efetiva de anos de estudos segue em 7,8 anos, igual condição verificada em 2017. Qual país do mundo progride, cresce e se desenvolve sem educação? Nenhum. No IDH ajustado pela desigualdade, o Brasil caiu 23 posições. Os alarmantes índices deveriam acender um sinal vermelho e despertar a reação das autoridades. Difícil acreditar que isso vá acontecer.
As necessidades básicas de muitas pessoas continuam não sendo atendidas e é possível prever que assim as futuras gerações deverão viver um abismo ainda maior de desigualdade por aqui. Duro e triste cenário que só mudará por meio da indignação de todos.
(Matéria da revista Isto É/Dinheiro de 13/12/2019)
Quanto ao gênero do discurso, esse texto é um/uma
 

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