Foram encontradas 39 questões.
Em relação à regência verbal, de acordo com a norma culta, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Eis aqui o funcionário confio.
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Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação ao uso da crase, analisar os itens abaixo:
I. Não temos mais nada à dizer.
II. Fizemos o trajeto à pé.
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Em relação ao processo de formação de palavras, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Aguardente é formada por um único radical.
( ) Floreira é palavra derivada.
( ) Entardecer apresenta prefixo e sufixo.
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso porque nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem às mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Em “As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. (...)”, o termo destacado só NÃO pode ser substituído por:
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso porque nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem às mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Encantado-RS
Moedas virtuais: O que são e como funcionam? Quer seja nas notícias, no café ou em conversa entre amigos, quase todas as pessoas já ouviram falar deste fenômeno.
https://www.montepio.org/... - adaptado.
Sobre as moedas digitais, analisar os itens abaixo:
I. São uma representação digital de um valor, embora não oficial.
II. Podem ser utilizadas como meio de pagamento, embora sem certeza legal.
III. O seu valor é determinado pela lei da oferta e da procura, estando, por isso, sujeitas a uma grande variação de valor.
Está(ão) CORRETO(S):
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Encantado-RS
Certo boleto, com valor nominal de R$ 1.300,00, foi pago com atraso de 2 meses. Sabendo-se que a taxa de juros compostos incidentes nesse boleto é de 4% ao mês, ao todo, qual o valor pago por esse boleto?
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