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1313707 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Estamos preparados para as revoluções da biologia?

Hugo Aguilaniu

“Ciência sem consciência é simplesmente a ruína da alma”, diz o famoso aforismo de François Rabelais. De tempos em tempos, a humanidade parece pôr à prova esta regra de ouro da ética. As diversas aplicações práticas das descobertas científicas têm melhorado nossas condições de vida, mas a história mostra que seu uso inapropriado por vezes pode nos conduzir ao mal.

Somos especialmente atingidos quando esse limite diz respeito a descobertas na biologia, a ciência dos organismos vivos. No campo da genética, por exemplo, graças às novas ferramentas tecnológicas e à pesquisa intensiva das últimas décadas, hoje é possível cortar, ampliar e modificar qualquer forma de DNA, a molécula que contém todas as informações necessárias para sustentar a vida.

Se o uso das técnicas da genética moderna amplia nossa compreensão do desenvolvimento humano — e, consequentemente, abre novos caminhos para o tratamento de doenças —, ele pode, por outro lado, nos aproximar de um nível de intervenção capaz de alterar significativamente o perfil genético das espécies (inclusive a nossa, a Homo sapiens), sem que tenhamos noção exata de seus desdobramentos.

Em 2016, pesquisadores americanos conseguiram produzir em laboratório uma célula bacteriana viva a partir de um genoma inteiramente artificial. Ainda que o feito não acarrete riscos evidentes, é no mínimo inquietante a criação de novas formas de vida que não passaram pela seleção natural.

Uma equipe de pesquisa da Academia de Ciência Chinesa introduziu em macacos o gene humano mcph1 (que desempenha importante papel no desenvolvimento do cérebro). Como resultado, observou-se uma melhora na memória de curto prazo desses indivíduos em comparação ao comportamento padrão da espécie.

Recentemente, o governo japonês autorizou o desenvolvimento a longo prazo de estudos com seres híbridos, formados por células humanas e de animais. Experimentos desse tipo podem viabilizar, no futuro, o cultivo de órgãos humanos “reserva” em animais domesticados.

Hoje já acumulamos vasto conhecimento sobre o sequenciamento do DNA e temos ampliado nossa capacidade de manipular sequências cada vez mais complexas — em ambientes controlados e artificiais.

Mas não temos domínio sobre a evolução. Por isso, um dos principais perigos de experimentos como esses é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo, em contato e sob a influência das inúmeras variáveis envolvidas no processo evolutivo.

Um limite ético natural seria preservar nossa espécie evitando sua manipulação. Em novembro de 2018, no entanto, o pesquisador chinês He Jiankui ultrapassou esta fronteira e modificou embriões humanos, obtendo como resultado o nascimento de gêmeos cujo DNA foi alterado para reduzir o risco de desenvolver Aids. Isso significa que já podemos modificar um ser humano antes que ele nasça — e de maneira transmissível: a mutação introduzida no genoma dos gêmeos será, a princípio, transmitida para os seus descendentes. As questões éticas são infindáveis. Vamos supor que células cerebrais humanas se desenvolvam num camundongo. A partir de quantos genes ou de que nível de organização celular vamos considerar a manifestação de um pensamento humano no cérebro de um roedor?

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

Igualmente importante é sua democratização: a competição entre pesquisadores e países é natural e até saudável, estimula o avanço científico e tecnológico; exige, porém, imenso esforço diplomático e regulatório para que todo o potencial transformador desse bem não se torne um problema insolúvel.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza. Assim, poderá manter e talvez até produzir diversidades biológicas usando essas técnicas modernas. Se apostar suficientemente na produção científica neste campo estratégico, o país vai deter uma legitimidade natural para participar dessas reflexões de forma decisiva.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>.

Acesso em: 13 out. 2019.

Considere o período.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza.

Um nova redação possível, substituindo-se o elemento coesivo em destaque e preservando-se as relações sintático-semânticas desse período, é

 

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1307933 Ano: 2019
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Quatro amigos, Cláudio, Vitor, Guilherme e Adriano, fizeram o concurso para uma prefeitura do interior potiguar mas apenas um deles foi aprovado. Quando perguntado a cada um sobre a aprovação no concurso, deram as seguintes respostas:

Cláudio

Vitor Guilherme

Adriano

“Não fui aprovado”

“Guilherme foi aprovado” “Adriano foi aprovado”

“Vitor está mentindo”

Considerando essas informações, se apenas um dos amigos mentiu e os demais disseram a verdade, é correto afirmar que o aprovado no concurso foi

 

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1305592 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Estamos preparados para as revoluções da biologia?

Hugo Aguilaniu

“Ciência sem consciência é simplesmente a ruína da alma”, diz o famoso aforismo de François Rabelais. De tempos em tempos, a humanidade parece pôr à prova esta regra de ouro da ética. As diversas aplicações práticas das descobertas científicas têm melhorado nossas condições de vida, mas a história mostra que seu uso inapropriado por vezes pode nos conduzir ao mal.

Somos especialmente atingidos quando esse limite diz respeito a descobertas na biologia, a ciência dos organismos vivos. No campo da genética, por exemplo, graças às novas ferramentas tecnológicas e à pesquisa intensiva das últimas décadas, hoje é possível cortar, ampliar e modificar qualquer forma de DNA, a molécula que contém todas as informações necessárias para sustentar a vida.

Se o uso das técnicas da genética moderna amplia nossa compreensão do desenvolvimento humano — e, consequentemente, abre novos caminhos para o tratamento de doenças —, ele pode, por outro lado, nos aproximar de um nível de intervenção capaz de alterar significativamente o perfil genético das espécies (inclusive a nossa, a Homo sapiens), sem que tenhamos noção exata de seus desdobramentos.

Em 2016, pesquisadores americanos conseguiram produzir em laboratório uma célula bacteriana viva a partir de um genoma inteiramente artificial. Ainda que o feito não acarrete riscos evidentes, é no mínimo inquietante a criação de novas formas de vida que não passaram pela seleção natural.

Uma equipe de pesquisa da Academia de Ciência Chinesa introduziu em macacos o gene humano mcph1 (que desempenha importante papel no desenvolvimento do cérebro). Como resultado, observou-se uma melhora na memória de curto prazo desses indivíduos em comparação ao comportamento padrão da espécie.

Recentemente, o governo japonês autorizou o desenvolvimento a longo prazo de estudos com seres híbridos, formados por células humanas e de animais. Experimentos desse tipo podem viabilizar, no futuro, o cultivo de órgãos humanos “reserva” em animais domesticados.

Hoje já acumulamos vasto conhecimento sobre o sequenciamento do DNA e temos ampliado nossa capacidade de manipular sequências cada vez mais complexas — em ambientes controlados e artificiais.

Mas não temos domínio sobre a evolução. Por isso, um dos principais perigos de experimentos como esses é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo, em contato e sob a influência das inúmeras variáveis envolvidas no processo evolutivo.

Um limite ético natural seria preservar nossa espécie evitando sua manipulação. Em novembro de 2018, no entanto, o pesquisador chinês He Jiankui ultrapassou esta fronteira e modificou embriões humanos, obtendo como resultado o nascimento de gêmeos cujo DNA foi alterado para reduzir o risco de desenvolver Aids. Isso significa que já podemos modificar um ser humano antes que ele nasça — e de maneira transmissível: a mutação introduzida no genoma dos gêmeos será, a princípio, transmitida para os seus descendentes. As questões éticas são infindáveis. Vamos supor que células cerebrais humanas se desenvolvam num camundongo. A partir de quantos genes ou de que nível de organização celular vamos considerar a manifestação de um pensamento humano no cérebro de um roedor?

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

Igualmente importante é sua democratização: a competição entre pesquisadores e países é natural e até saudável, estimula o avanço científico e tecnológico; exige, porém, imenso esforço diplomático e regulatório para que todo o potencial transformador desse bem não se torne um problema insolúvel.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza. Assim, poderá manter e talvez até produzir diversidades biológicas usando essas técnicas modernas. Se apostar suficientemente na produção científica neste campo estratégico, o país vai deter uma legitimidade natural para participar dessas reflexões de forma decisiva.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>.

Acesso em: 13 out. 2019.

Há forma verbal empregada como termo que rege dois complementos em

 

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1294027 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Estamos preparados para as revoluções da biologia?

Hugo Aguilaniu

“Ciência sem consciência é simplesmente a ruína da alma”, diz o famoso aforismo de François Rabelais. De tempos em tempos, a humanidade parece pôr à prova esta regra de ouro da ética. As diversas aplicações práticas das descobertas científicas têm melhorado nossas condições de vida, mas a história mostra que seu uso inapropriado por vezes pode nos conduzir ao mal.

Somos especialmente atingidos quando esse limite diz respeito a descobertas na biologia, a ciência dos organismos vivos. No campo da genética, por exemplo, graças às novas ferramentas tecnológicas e à pesquisa intensiva das últimas décadas, hoje é possível cortar, ampliar e modificar qualquer forma de DNA, a molécula que contém todas as informações necessárias para sustentar a vida.

Se o uso das técnicas da genética moderna amplia nossa compreensão do desenvolvimento humano — e, consequentemente, abre novos caminhos para o tratamento de doenças —, ele pode, por outro lado, nos aproximar de um nível de intervenção capaz de alterar significativamente o perfil genético das espécies (inclusive a nossa, a Homo sapiens), sem que tenhamos noção exata de seus desdobramentos.

Em 2016, pesquisadores americanos conseguiram produzir em laboratório uma célula bacteriana viva a partir de um genoma inteiramente artificial. Ainda que o feito não acarrete riscos evidentes, é no mínimo inquietante a criação de novas formas de vida que não passaram pela seleção natural.

Uma equipe de pesquisa da Academia de Ciência Chinesa introduziu em macacos o gene humano mcph1 (que desempenha importante papel no desenvolvimento do cérebro). Como resultado, observou-se uma melhora na memória de curto prazo desses indivíduos em comparação ao comportamento padrão da espécie.

Recentemente, o governo japonês autorizou o desenvolvimento a longo prazo de estudos com seres híbridos, formados por células humanas e de animais. Experimentos desse tipo podem viabilizar, no futuro, o cultivo de órgãos humanos “reserva” em animais domesticados.

Hoje já acumulamos vasto conhecimento sobre o sequenciamento do DNA e temos ampliado nossa capacidade de manipular sequências cada vez mais complexas — em ambientes controlados e artificiais.

Mas não temos domínio sobre a evolução. Por isso, um dos principais perigos de experimentos como esses é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo, em contato e sob a influência das inúmeras variáveis envolvidas no processo evolutivo.

Um limite ético natural seria preservar nossa espécie evitando sua manipulação. Em novembro de 2018, no entanto, o pesquisador chinês He Jiankui ultrapassou esta fronteira e modificou embriões humanos, obtendo como resultado o nascimento de gêmeos cujo DNA foi alterado para reduzir o risco de desenvolver Aids. Isso significa que já podemos modificar um ser humano antes que ele nasça — e de maneira transmissível: a mutação introduzida no genoma dos gêmeos será, a princípio, transmitida para os seus descendentes. As questões éticas são infindáveis. Vamos supor que células cerebrais humanas se desenvolvam num camundongo. A partir de quantos genes ou de que nível de organização celular vamos considerar a manifestação de um pensamento humano no cérebro de um roedor?

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

Igualmente importante é sua democratização: a competição entre pesquisadores e países é natural e até saudável, estimula o avanço científico e tecnológico; exige, porém, imenso esforço diplomático e regulatório para que todo o potencial transformador desse bem não se torne um problema insolúvel.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza. Assim, poderá manter e talvez até produzir diversidades biológicas usando essas técnicas modernas. Se apostar suficientemente na produção científica neste campo estratégico, o país vai deter uma legitimidade natural para participar dessas reflexões de forma decisiva.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>.

Acesso em: 13 out. 2019.

Considerando-se as relações sintático-semânticas da língua portuguesa, a colocação de vírgula antes da palavra “que” acarreta alteração de sentido em:

 

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1294008 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Estamos preparados para as revoluções da biologia?

Hugo Aguilaniu

“Ciência sem consciência é simplesmente a ruína da alma”, diz o famoso aforismo de François Rabelais. De tempos em tempos, a humanidade parece pôr à prova esta regra de ouro da ética. As diversas aplicações práticas das descobertas científicas têm melhorado nossas condições de vida, mas a história mostra que seu uso inapropriado por vezes pode nos conduzir ao mal.

Somos especialmente atingidos quando esse limite diz respeito a descobertas na biologia, a ciência dos organismos vivos. No campo da genética, por exemplo, graças às novas ferramentas tecnológicas e à pesquisa intensiva das últimas décadas, hoje é possível cortar, ampliar e modificar qualquer forma de DNA, a molécula que contém todas as informações necessárias para sustentar a vida.

Se o uso das técnicas da genética moderna amplia nossa compreensão do desenvolvimento humano — e, consequentemente, abre novos caminhos para o tratamento de doenças —, ele pode, por outro lado, nos aproximar de um nível de intervenção capaz de alterar significativamente o perfil genético das espécies (inclusive a nossa, a Homo sapiens), sem que tenhamos noção exata de seus desdobramentos.

Em 2016, pesquisadores americanos conseguiram produzir em laboratório uma célula bacteriana viva a partir de um genoma inteiramente artificial. Ainda que o feito não acarrete riscos evidentes, é no mínimo inquietante a criação de novas formas de vida que não passaram pela seleção natural.

Uma equipe de pesquisa da Academia de Ciência Chinesa introduziu em macacos o gene humano mcph1 (que desempenha importante papel no desenvolvimento do cérebro). Como resultado, observou-se uma melhora na memória de curto prazo desses indivíduos em comparação ao comportamento padrão da espécie.

Recentemente, o governo japonês autorizou o desenvolvimento a longo prazo de estudos com seres híbridos, formados por células humanas e de animais. Experimentos desse tipo podem viabilizar, no futuro, o cultivo de órgãos humanos “reserva” em animais domesticados.

Hoje já acumulamos vasto conhecimento sobre o sequenciamento do DNA e temos ampliado nossa capacidade de manipular sequências cada vez mais complexas — em ambientes controlados e artificiais.

Mas não temos domínio sobre a evolução. Por isso, um dos principais perigos de experimentos como esses é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo, em contato e sob a influência das inúmeras variáveis envolvidas no processo evolutivo.

Um limite ético natural seria preservar nossa espécie evitando sua manipulação. Em novembro de 2018, no entanto, o pesquisador chinês He Jiankui ultrapassou esta fronteira e modificou embriões humanos, obtendo como resultado o nascimento de gêmeos cujo DNA foi alterado para reduzir o risco de desenvolver Aids. Isso significa que já podemos modificar um ser humano antes que ele nasça — e de maneira transmissível: a mutação introduzida no genoma dos gêmeos será, a princípio, transmitida para os seus descendentes. As questões éticas são infindáveis. Vamos supor que células cerebrais humanas se desenvolvam num camundongo. A partir de quantos genes ou de que nível de organização celular vamos considerar a manifestação de um pensamento humano no cérebro de um roedor?

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

Igualmente importante é sua democratização: a competição entre pesquisadores e países é natural e até saudável, estimula o avanço científico e tecnológico; exige, porém, imenso esforço diplomático e regulatório para que todo o potencial transformador desse bem não se torne um problema insolúvel.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza. Assim, poderá manter e talvez até produzir diversidades biológicas usando essas técnicas modernas. Se apostar suficientemente na produção científica neste campo estratégico, o país vai deter uma legitimidade natural para participar dessas reflexões de forma decisiva.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>.

Acesso em: 13 out. 2019.

A sequência textual dominante no texto também é dominante em gêneros como

 

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1293900 Ano: 2019
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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A sequência numérica a seguir obedece a uma lógica de variação entre seus elementos, considerando a ordem crescente da esquerda para a direita.

9 18 35 68 133 P

Atentando para a lógica de variação utilizada, o número que substitui corretamente a letra P é

 

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1293888 Ano: 2019
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Na maioria dos bancos de dados com linguagem SQL (Structured Query Language) é possível utilizar filtros parciais de strings em consultas. Supondo um banco de dados que na tabela Clientes há as colunas ID para um código numérico de identificação e Nome para o nome completo do usuário, o comando que retorna todos os clientes que possuem nomes iniciados com Jose é o

 

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1286980 Ano: 2019
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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No universo de desenvolvimento de sites na Web, a sigla e significado, respectivamente, que tem como objetivo facilitar a criação, edição, publicação e distribuição de informação é a

 

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1286184 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Estamos preparados para as revoluções da biologia?

Hugo Aguilaniu

“Ciência sem consciência é simplesmente a ruína da alma”, diz o famoso aforismo de François Rabelais. De tempos em tempos, a humanidade parece pôr à prova esta regra de ouro da ética. As diversas aplicações práticas das descobertas científicas têm melhorado nossas condições de vida, mas a história mostra que seu uso inapropriado por vezes pode nos conduzir ao mal.

Somos especialmente atingidos quando esse limite diz respeito a descobertas na biologia, a ciência dos organismos vivos. No campo da genética, por exemplo, graças às novas ferramentas tecnológicas e à pesquisa intensiva das últimas décadas, hoje é possível cortar, ampliar e modificar qualquer forma de DNA, a molécula que contém todas as informações necessárias para sustentar a vida.

Se o uso das técnicas da genética moderna amplia nossa compreensão do desenvolvimento humano — e, consequentemente, abre novos caminhos para o tratamento de doenças —, ele pode, por outro lado, nos aproximar de um nível de intervenção capaz de alterar significativamente o perfil genético das espécies (inclusive a nossa, a Homo sapiens), sem que tenhamos noção exata de seus desdobramentos.

Em 2016, pesquisadores americanos conseguiram produzir em laboratório uma célula bacteriana viva a partir de um genoma inteiramente artificial. Ainda que o feito não acarrete riscos evidentes, é no mínimo inquietante a criação de novas formas de vida que não passaram pela seleção natural.

Uma equipe de pesquisa da Academia de Ciência Chinesa introduziu em macacos o gene humano mcph1 (que desempenha importante papel no desenvolvimento do cérebro). Como resultado, observou-se uma melhora na memória de curto prazo desses indivíduos em comparação ao comportamento padrão da espécie.

Recentemente, o governo japonês autorizou o desenvolvimento a longo prazo de estudos com seres híbridos, formados por células humanas e de animais. Experimentos desse tipo podem viabilizar, no futuro, o cultivo de órgãos humanos “reserva” em animais domesticados.

Hoje já acumulamos vasto conhecimento sobre o sequenciamento do DNA e temos ampliado nossa capacidade de manipular sequências cada vez mais complexas — em ambientes controlados e artificiais.

Mas não temos domínio sobre a evolução. Por isso, um dos principais perigos de experimentos como esses é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo, em contato e sob a influência das inúmeras variáveis envolvidas no processo evolutivo.

Um limite ético natural seria preservar nossa espécie evitando sua manipulação. Em novembro de 2018, no entanto, o pesquisador chinês He Jiankui ultrapassou esta fronteira e modificou embriões humanos, obtendo como resultado o nascimento de gêmeos cujo DNA foi alterado para reduzir o risco de desenvolver Aids. Isso significa que já podemos modificar um ser humano antes que ele nasça — e de maneira transmissível: a mutação introduzida no genoma dos gêmeos será, a princípio, transmitida para os seus descendentes. As questões éticas são infindáveis. Vamos supor que células cerebrais humanas se desenvolvam num camundongo. A partir de quantos genes ou de que nível de organização celular vamos considerar a manifestação de um pensamento humano no cérebro de um roedor?

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

Igualmente importante é sua democratização: a competição entre pesquisadores e países é natural e até saudável, estimula o avanço científico e tecnológico; exige, porém, imenso esforço diplomático e regulatório para que todo o potencial transformador desse bem não se torne um problema insolúvel.

Por ser o território mais rico do mundo em termos de vida e diversidade, o Brasil tem o dever de investir nas ciências da vida à altura de sua riqueza. Assim, poderá manter e talvez até produzir diversidades biológicas usando essas técnicas modernas. Se apostar suficientemente na produção científica neste campo estratégico, o país vai deter uma legitimidade natural para participar dessas reflexões de forma decisiva.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>.

Acesso em: 13 out. 2019.

Considere o período.

Toda descoberta gera um conhecimento que deve ser acompanhado de profunda reflexão ética.

O período que apresenta outra versão correta para esse período, conforme as orientações normativas do português padrão escrito, é

 

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1286020 Ano: 2019
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Extremoz-RN
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Segundo as Notas de Aula de Engenharia de Software, de Ricardo de Almeida Falbo (2005), de maneira geral, o ciclo de vida, de um software envolve as fases de planejamento; análise e especificação de requisitos; projeto; implementação; testes; entrega e implantação; operação; e, manutenção. A fase desse ciclo de vida que tem a capacidade de “fornecer uma estrutura que possibilite ao gerente fazer estimativas razoáveis de recursos, custos e prazos e uma vez estabelecido o escopo de software, uma proposta de desenvolvimento deve ser elaborada” (Falbo, 2005) é a de

 

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