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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Em relação aos excertos, identifique a única alternativa correta quanto ao emprego dos sinais de pontuação.
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
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No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
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ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Para a questão a seguir, observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:
“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”
Enumere a coluna da direita de acordo com o valor sintático dos vocábulos postos à esquerda:
(1) O debate ( ) sujeito agente
(2) Paulo Guedes ( ) aposto
(3) bebidas alcoólicas ( ) predic. do sujeito
(4) defensor da ideia ( ) adjunto adverbial
( ) sujeito paciente
A numeração correta de cima para baixo se encontra na alternativa
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
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No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
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No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
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ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Para a questão a seguir, observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:
“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”
Quanto ao período em enfoque, analise os itens abaixo:
I. Os “quês” destacados são formas pronominais substantivas, com idêntica classificação sintática.
II. Caso o “mas” fosse substituído por “entretanto”, o valor semântico não seria alterado.
III. Todos os predicados são classificados como verbais.
IV. No segundo período, o predicado inicial possui sujeito indeterminado.
Estão corretos:
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
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No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
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No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Para a questão a seguir, observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:
“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”
Quanto à construção textual e organização das ideias do respectivo parágrafo existe somente uma alternativa correta, identifique-a.
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Um texto pode apresentar várias funções de linguagem. Nos excertos, em análise, quanto a tal aspecto ponha V para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.
( ) A função de linguagem predominante é a cognitiva.
( ) No primeiro parágrafo, há exemplo de função metalinguística.
( ) A intenção, de convencer, presente no texto, é indicativa de função conativa.
( ) O objetivo de fornecer informações precisas é uma característica para haver predominância da função apelativa.
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
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No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Analise os itens abaixo quanto à compreensão textual para poder identificar a única alternativa correta.
I. Paulo Guedes conseguiu aumentar a taxa referente a bebidas alcoólicas e cigarros além de outros produtos considerados maléficos para a saúde.
II. Apenas se ouviu, em Davos, a voz de Paulo Guedes como defensor do aumento de taxação a tais produtos.
III. A classe médica defende a taxação devido ao comprovado aumento de doenças cardíacas e câncer devido à ingestão, ao uso daqueles produtos.
IV. A possibilidade de aumentar o índice de contravenções penais por causa do comércio clandestino de cigarros é o principal argumento para a não taxação destes.
Estão corretos apenas os itens:
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Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Gêneros textuais e gêneros literários diferem em vários aspectos que envolvem a morfossintaxe e a semântica. Quanto a esses aspectos, existe uma única resposta correta, assinale-a.
Em todas as alternativas existem falhas quanto à análise do texto 1, identifique a única que se encontra correta.
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O ACE nas suas atividades tem que ter muito cuidado com questões de biossegurança. Da relação abaixo qual é a medida de biossegurança que não é imprescindível no trabalho diário:
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Em relação à esquistossomose, assinale a alternativa errada:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeSubsistemasArt. 19-I: Subsistema de Atendimento e Internação Domiciliar
A visita domiciliar (VD) importante veículo de operacionalização das ações do Agente de Combate às Endemias e se constitui um instrumento de atenção à saúde fundamental para promoção da saúde individual e coletiva no combate às arboviroses. Em relação a sua visita domiciliar é necessário algumas observações.
Assinale a alternativa errada:
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