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2599654 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Texto 1

Os conteúdos curriculares na perspectiva social dos usos da escrita

Assumir o letramento como objetivo do ensino no contexto dos ciclos escolares implica adotar uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção de cunho tradicional que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de competências e habilidades individuais. A diferença entre ensinar uma prática e ensinar para que o aluno desenvolva individualmente uma competência ou habilidade não é mera questão terminológica. Em instituições como a escola, em que predomina a concepção da leitura e da escrita como conjunto de competências, concebe-se a atividade de ler e escrever como um conjunto de habilidades progressivamente desenvolvidas, até se chegar a uma competência leitora e escritora ideal, a do usuário proficiente da língua escrita. Os estudos do letramento, por outro lado, partem de uma concepção de leitura e de escrita como práticas discursivas, com múltiplas funções e inseparáveis dos contextos em que se desenvolvem.

Na perspectiva social da escrita que vimos discutindo, uma situação comunicativa que envolve atividades que usam ou pressupõem o uso da língua escrita ─ um evento de letramento ─ não se diferencia de outras situações da vida social: envolve uma atividade coletiva, com vários participantes que têm diferentes saberes e os mobilizam (em geral cooperativamente) segundo interesses, intenções e objetivos individuais e metas comuns. Contrasta essa concepção com a que subjaz as práticas de uso da escrita dentro da escola que, em geral, envolvem à demonstração da capacidade do indivíduo para realizar todos os aspectos de determinados eventos de letramento escolar, sejam eles soletrar, ler em voz alta, responder perguntas oralmente ou por escrito, escrever uma redação, fazer um ditado, analisar uma oração, fazer uma pesquisa. Daí não serem raros os relatos de atividades escolares que envolvem escrever uma carta de reclamação ou reivindicação a alguma autoridade, na qual cada um dos alunos, individualmente, faz a sua própria carta, em vez de unirem os esforços para produzirem coletivamente uma carta assinada por todos os membros da turma ou um abaixo-assinado da comunidade (escola, bairro, cidade) a que pertence a turma. Isso porque, mesmo focando um problema relevante para a cidadania e para a vida cívica, não era a resolução do problema – conseguir que o governo atendesse à reivindicação – o objetivo da atividade, mas, simplesmente, a aprendizagem do gênero carta argumentativa ou reivindicatória.

A prática social como ponto de partida e de chegada implica, por sua vez, uma pergunta estruturante do planejamento das aulas diferente da tradicional, que está centrada nos conteúdos curriculares: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos?”. A importância dos conteúdos para a formação do professor não pode ser suficientemente enfatizada. Entretanto, o conteúdo é alvo: ele representa os comportamentos, procedimentos, conceitos que se visa desenvolver no aluno. Não deve ser entendido, parece-me, como princípio organizador das atividades curriculares. Vejamos por quê.

Nos primeiros anos do primeiro ciclo do ensino fundamental, visa-se apresentar ao aprendiz todos os aspectos do sistema ortográfico da língua e serão os diversos aspectos desse sistema os conteúdos a serem ensinados. Isso não significa, entretanto, que o professor deva planejar suas aulas de modo a apresentar primeiro o alfabeto, logo as sílabas abertas (ba be bi), depois os encontros consonantais (bra bre ) e as sílabas fechadas (bar ber ) e assim sucessivamente, com base num roteiro de apresentação dos diversos elementos desse sistema, desde as sílabas tidas como mais simples e as regularidades até as “dificuldades ortográficas” da tradicional cartilha (que todo professor conhece).

Nesse ciclo, os conteúdos correspondem, basicamente, ao conjunto de saberes e conhecimentos requeridos em práticas sociais letradas como as de medição, cálculos de volume, elaboração de maquetes, mapas e plantas (conteúdos matemáticos) e àqueles necessários para a participação em práticas discursivas de leitura e produção de textos de diversos gêneros. Para poder ler e escrever, o aluno precisa reconhecer e usar componentes relativos ao domínio do código, como a segmentação em palavras e frases, as correspondências regulares de som-letra, as regras ortográficas, o uso de maiúsculas, assim como componentes relativos ao domínio textual, tais como o conjunto de recursos coesivos de conexão, de relação temporal, de relação causal. Nada disso seria relevante se o aluno não conseguisse também atribuir sentidos aos textos que lê e escreve segundo os parâmetros da situação comunicativa.

Porém, em toda situação comunicativa que envolve o uso da língua escrita ─ em todo evento de letramento ─ há a necessidade de tudo isso e, portanto, SEMPRE surge a oportunidade para o professor focalizar de forma sistemática algum conteúdo, ou seja, de apresentar materiais para o aluno chegar à perceber uma regularidade, praticar repetidas vezes um procedimento, buscar uma explicação. Nesse caso, o movimento será da prática social para o ‘conteúdo’ (procedimento, comportamento, conceito) a ser mobilizado para poder participar da situação, nunca o contrário, se o letramento do aluno for o objetivo estruturante do ensino.

Quando o conteúdo (qualquer que seja) não constitui o elemento estruturante do currículoa, a pergunta que orienta o planejamento das atividades didáticas deixa de ser “qual é a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos linguísticos, textuais ou enunciativos?” porque o professor, com conhecimento pleno dos conteúdos do ciclo e ciente de sua importância no processo escolar, passa então a fazer uma pergunta de ordem sócio-histórica e cultural: “quais os textos significativos para o aluno e sua comunidade?”.

Aliás, no ensino da leitura e da produção de textos representativos de determinada prática social, a facilidade e a dificuldade de aprendizagem não dependem apenas da relação letra-som, ou da presença ou ausência de dígrafos, encontros consonantais e outras “dificuldades ortográficas”, ou da presença de elementos coesivos mais, ou menos conhecidos do aluno. Dependem, sobretudo, do grau de familiaridade do aluno com os textos pertencentes aos gêneros mobilizados para comunicar-se em eventos que pressupõem essa prática. As letras, sílabas, palavras e frases não são unidades perceptíveis quando o sistema passa a ser ensinado a partir de elementos salientes, tanto verbais como não verbais, que se destacam nos textos (manchetes, títulos, ilustrações).

Nessa perspectiva, os elementos pontuais “mais difíceis”, ensinados tardiamente na progressão tradicional, podem aparecer em qualquer etapa do processo, desde que sejam aprendidos dentro de um contexto significativo. O dígrafo e o ditongo na palavra “dinossauro”, por exemplo, não são os elementos que vão impedir uma criança de desenvolver uma pesquisa escolar sobre esse animal se essa criança estiver de fato interessada e a atividade bem orientada.

O relato de experiência de Guimarães, em que crianças de quinta série foram paulatinamente aproximando-se do gênero resenha, também aponta para a pertinência da abordagem do letramento de atentar para a prática social relevante para o aluno nos últimos ciclos do ensino fundamental como objetivo estruturante das atividades curriculares.

Na experiência citada, é claro que era o gênero resenha o objetivo conteudístico do ensino, mas era a prática social, própria da instituição escolarb – recomendar livros para os colegas da turma – o eixo estruturante das atividades. Tivesse sido o gênero resenha o elemento estruturante, os alunos talvez fossem submetidosc à aulas sobre o gênero, com sequências explicativas e demonstrações sobre como abordar os temas, que tipo de linguagem utilizar, como estruturar o texto, quais os elementos composicionais constitutivos desse gênero. Em vez disso, os alunos foram experimentando com base nos gêneros que já conheciam e, aos poucos, foram inferindo os elementos relevantesd para escrever seus textos, apoiando-se nas práticas de ler livros, recomendá-los ou criticá-los (informalmente) para um público conhecido, ouvir e ler comentários críticos de seus colegas, ler resenhas publicadas, revisar seus textos, reescrevê-los com base nos comentários dos colegas e, sobretudo, da professora, que certamente tinha em mente, para guiá-los nesse processo, o conteúdo visado.

(KLEIMAN, A. B. Letramento e suas implicações para

o ensino de Língua materna. Signo. Santa Cruz do Sul, v. 32 n. 53, p. 4-8, dez, 2007 – com adaptações).

A palavra destacada está corretamente classificada em qual item?

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2599610 Ano: 2022
Disciplina: História
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Na chamada Era Vargas, o país passou da transição da chamada República Velha em que as oligarquias comandavam o país para um presidente populista e autoritário, que ficou 15 anos no poder e conquistou as camadas populares e foi o primeiro presidente a repensar na identidade nacional, buscando uma harmonia nas três raças sob o viés de uma democracia racial. Com relação a esse período, podemos considerar que:

I- A ascensão de Getúlio Vargas deu-se como um resultado direto da Revolução de 1930 que destituiu o presidente João Pessoa e não aceitou os resultados da eleição que dava a vitória de Júlio Prestes, mostrando sua capacidade de diplomacia.

II- Vargas instituiu o Ensino Religioso e a capoeira nas escolas como forma de reconhecimento da miscigenação e ainda financiou pesquisas sobre a identidade brasileira, resultando nas obras Casa Grande e Senzala e Raízes do Brasil.

III- A utilização da propaganda a seu favor foi um recurso que encobria as medidas ditatoriais do Estado Novo, dando prestígio ao presidente pelos seus feitos. Esse recurso foi seguido por todos os outros políticos posteriormente.

IV- Declarou que o Brasil vivia em uma democracia racial em comparação com os Estados Unidos, enfatizando a civilidade do país em conviver com os diferentes tipos étnicos. Esse foi um período realmente harmonioso dos brasileiros.

V- Criou o Ministério do Trabalho para garantir direitos dos trabalhadores e para mediar com os empregadores os ganhos mútuos. Criou o regime de trabalho conhecido hoje como CLT e garantiu o fim das greves nas fábricas.

Estão CORRETAS:

II, III e V.
I, II e IV.
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2599592 Ano: 2022
Disciplina: História
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O açúcar chega ao Brasil A primeira vez que se mencionou o açúcar e a intenção de implantar uma produção desse gênero no Brasil foi em 1516, quando o rei d. Manuel ordenou que se distribuíssem machados, enxadas e demais ferramentas “às pessoas que fossem povoar o Brasil e que se procurasse um homem prático capaz de ali dar princípio a um engenho de açúcar...” Como se pode notar, a ideia era obter lucro com a nova terra, antes que ela se transformasse num problema. E era esse o “sentido da colonização”: povoar; mas sempre pensando no bem da metrópole.

(SCHWARCZ, Lilia Moritz. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 53-54.)

A citação acima nos fala da intenção do rei D. Manuel em trazer o plantio da cana de açúcar e iniciar um ciclo muito rentável de produção que o sistema colonial prometia. Assim, sobre o sistema colonial no Brasil, podemos considerar que:

I- Apesar de D. Manuel ter intenção de plantar de imediato a cana-de-açúcar no Brasil, o plantio só se concretizou em 1530 com a mão de obra escrava indígena inicialmente e a criação de engenhos de açúcar e de um Governo-Geral.

II- A primeira capitania a receber as mudas de cana-de-açúcar foi a de São Vicente, Martin Afonso construiu o primeiro engenho de açúcar que ficou conhecido como o Engenho do Governador em 1532, tendo sucesso na plantação.

III- O sistema colonial visava explorar uma diversidade de matéria-prima para abastecer as metrópoles e evitar que tivessem prejuízos. As colônias tinham diversas atividades da exploração do pau-brasil, da cana-de-açúcar e dos minérios.

IV- Em 1534, D. João implantou o sistema de capitanias hereditárias para facilitar o povoamento e a produção de cana-de-açúcar para a metrópole. Os donatários administravam, por conta própria, o sistema que não prosperou em todas.

V- A escravidão indígena de imediato foi promissora e com pouca resistência, porém, ao se converter ao Cristianismo, se recusavam a serem escravos em suas próprias terras, passando a resistir violentamente a sua escravidão.

Estão CORRETAS:

I, II e III.
II, III e IV.
III, IV e V.
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2599590 Ano: 2022
Disciplina: História
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Portanto, Vossa Alteza, que tanto deseja acrescentar a santa fé católica, deve cuidar da sua salvação. E prazerá a Deus que com pouco trabalho seja assim.

Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem cabra, nem ovelha, nem galinha, nem qualquer outra alimária, que costumada seja ao viver dos homens. Nem comem senão desse inhame, que aqui há muito, e dessa semente e frutos, que a terra e as árvores de si lançam. E com isto andam tais e tão rijos e tão nédios, que o não somos nós tanto, com quanto trigo e legumes comemos. Neste dia, enquanto ali andaram, dançaram e bailaram sempre com os nossos, ao som dum tamboril dos nossos, em maneira que são muito mais nossos amigos que nós seus.

(Carta de Pero Vaz de Caminha. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/carta.pdf.)

Na Carta de Pero Vaz, podemos ver o choque cultural que os portugueses têm com os nativos da América, tendo como referência seus próprios hábitos que estranham como ser possível viver sem a palavra de Deus e sem o alimento dos europeus. Nesse sentido, com relação aos acontecimentos do século XV e à descoberta de novas terras, podemos considerar que:

I- Em meio à crise da Igreja Católica com o Protestantismo, a descoberta de novos povos foi considerada como uma saída para a crise e para a catequização dos nativos para aumentar o número de fiéis, mesmo indo de encontro aos interesses da Coroa portuguesa na dominação dos povos nativos.

II- O Novo Mundo tinha um imaginário fantástico na sociedade portuguesa, havia crenças da existência de monstros, de sereias e de animais gigantes, criando uma áurea de medo e de curiosidade. Assim, Pero Vaz vê os nativos como povos estranhos, mas com uma inocência que possibilita a dominação da Igreja.

III- A descrição de Caminha mostra um olhar eurocêntrico de sociedade que é contrastada com a realidade dos povos nativos, que vai ser considerada por ele como povos inocentes por andar sem roupas, não comer das comidas europeias e nem usar as mesmas armas. Essa inocência é incivilidade.

IV- Não houve um choque de culturas porque os europeus já tinham uma ideia do que iriam encontrar, pois tinham como objetivo seguir para um caminho marítimo para a Índia, então, ao se deparar com os povos pardos, pensaram que pudessem ter chegado ao seu destino final inicialmente.

V- Considerando a Carta de Caminha, percebemos um olhar de superioridade comum aos povos europeus nesse momento, quando se deparam com povos diferentes apesar da descoberta de novas terras e de povos ter causado um grande problema para a Igreja Católica que afirmava não haver vida além do oceano Atlântico.

Estão CORRETAS:

III, IV e V.
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2599551 Ano: 2022
Disciplina: Teologia
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Quanto às crises de valores que vivenciamos atualmente, crises que refletem diretamente nas relações inter e intrapessoais que “empurram as pessoas para as múltiplas individualidades e contradições”, é CORRETO afirmar que a religião exerce papel fundamental no sentido de:

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2599550 Ano: 2022
Disciplina: Teologia
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Sobre o Projeto de Lei nº 867/2015, apresentado, em 23 de março de 2015, à Câmara dos Deputados com argumentação centrada em “evitar que os alunos sejam influenciados por professores, diretores ou outros agentes escolares”, assinale a alternativa CORRETA.

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2599527 Ano: 2022
Disciplina: Teologia
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 5.692/71, o Ensino Religioso foi incluído na grade curricular, tornando-se obrigatório nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. Assinale a alternativa que explica como o Ensino Religioso passou a ser compreendido e desenvolvido a partir da referida lei.

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2599520 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O esporte é um dos elementos da cultura corporal, no âmbito da Educação Física, que apresenta uma grande disseminação na sociedade, principalmente, devido ao processo de Globalização e à difusão dada pela mídia. Sobre o esporte na escola, analise as alternativas que seguem e marque a opção CORRETA.

I - Na escola, o esporte é um dos conteúdos que deve ser privilegiado com vistas a desenvolver o ensino das práticas esportivas na forma como as modalidades eleitas estão inseridas social e culturalmente na vida dos alunos, bem como educar pelo esporte, por meio do fomento de valores socioculturais que contribuam para potencializar a formação humana e cidadã.

II – O esporte na escola deve ser tematizado com uma intencionalidade pedagógica e deve potencializar que os alunos vivenciem práticas as quais possam se aproximar do esporte fora da escola. As aulas devem privilegiar a performance, o rendimento, a busca da superação das limitações pessoais e a aprendizagem especializada dos aspectos técnicos e táticos dos esportes.

III – O ensino do esporte na escola não deve se limitar ao ensino tradicional-esportivista que, por muito tempo, foi difundido. Isso implica ensinar a executar os fundamentos, os elementos táticos, as regras, o histórico das modalidades e a refletir sobre os diferentes papéis que estão presentes na prática do esporte, mas ensinar também o esporte em uma perspectiva pedagógica, ensinar os alunos a gostar de práticas de esporte, refletir sobre os condicionantes sociais que perpassam essa prática e o universo de sentidos e de significados atribuídos socialmente.

IV – O esporte na escola deve ser tratado em uma perspectiva cultural, o que implica romper com a tradição centrada apenas no ensino das quatro modalidades esportivas, o “quarteto fantástico”, e favorecer a compreensão e a leitura crítica sem a necessidade de focar na aprendizagem de habilidades, nos fundamentos e nas técnicas, pois esses fatores apenas contribuem para selecionar os alunos.

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2599510 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo o qual define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e das modalidades da Educação Básica (BRASIL, 2018). Sobre a Educação Física proposta pela BNCC, analise as proposições e assinale V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) Na BNCC, a Educação Infantil está estruturada em cinco campos de experiências: O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Mesmo não aparecendo de forma direta, a Educação pode contribuir de forma significativa para as aprendizagens e para o desenvolvimento das crianças.

( ) A BNCC propõe dez competências específicas para a Educação Física para o Ensino Fundamental que devem ser desenvolvidas pelas seis unidades temáticas propostas: Brincadeiras e jogos, Esportes, Ginásticas, Danças, Lutas e Práticas corporais de aventura.

( ) Para o Ensino Fundamental, a BNCC propõe 12 habilidades para os 1º e 2º anos; 15 habilidades para os 3º, 4º e 5º anos; 21 habilidades para os 6º e 7º anos; 21 habilidades para os 8º e 9º anos norteadas pelas oito dimensões do conhecimento.

( ) A avaliação proposta pela BNCC, para a Educação Física, prevê a utilização de instrumentos e de critérios baseados nas dimensões do conhecimento e, que articuladas, devem promover a progressão dos alunos.

Assinale, de cima para baixo, a alternativa CORRETA.

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2599509 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

Atividade física e saúde são temas recorrentes na Educação Física. Historicamente, desde a introdução da Educação Física na escola, a disciplina configurou-se sob a influência do pensamento médico-higienista. Atualmente, ainda são marcantes a relação atividade física e prevenção de riscos à saúde, como o sedentarismo, a obesidade e as doenças crônico-degenerativas, e a importância das aulas de Educação Física para promover a problematização desses temas. Em 2021, foi lançado o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, e esse documento apresenta um capítulo que aborda a Educação Física escolar, explicitando a importância da participação e do envolvimento dos alunos nas aulas, pois esta contribui, de forma significativa, para a saúde e para o desenvolvimento pessoal dos estudantes. Sobre as recomendações presentes nesse Guia, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

Questão Anulada e Desatualizada

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