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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Com relação aos termos sintáticos que constituem esta oração “Clarice tinha algumas coisas diferentes”, marque a alternativa cujo teor está incorreto.
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Considerando-se este fragmento do texto “Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade”, assinale a alternativa em que tal trecho está corretamente pontuado.
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Quanto ao emprego do acento indicativo de crase em “Acordava às três ou quatro horas da manhã”, deve-se afirmar corretamente que o uso dessa crase é:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Em “Sou uma mulher simples", o verbo ser concorda com o:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
O verbo deste trecho “Não há fragilidade em seu rosto” classifica-se como:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Em referência à colocação do pronome, neste trecho do texto “Ela se desvencilhava dos fatos”, a posição do pronome destacado constitui exemplo de:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Ao se analisar esta parte do texto “Acordava às três ou quatro horas na manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho”, percebe-se que os verbos em sua maioria foram flexionados no:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Com base na restrita observância às regras de flexão verbal e de flexão nominal, assinale a alternativa em que todos os termos variáveis deste trecho “Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera” foram flexionados no plural corretamente.
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Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
No trecho “É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico”, em conformidade com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – AOLP 1990, empregaram-se as iniciais maiúsculas das palavras destacadas, porque elas são usadas:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Em “Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo”, quanto à acentuação gráfica, assinale a afirmativa incorreta.
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