Foram encontradas 40 questões.
A comunicação é um processo essencial da interação social humana. Assim, são elementos essenciais da comunicação são:
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A comunicação é interação social, um tipo de relação em que os participantes se influenciam mutuamente e pode acontecer entre pessoas e entre pessoas e instituições. Tendo em vista suas especificidades, a comunicação institucional pode ser:
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Cada vez mais os servidores vêm sendo notados como indivíduos essenciais para o funcionamento de uma instituição. Daí, surgiu a necessidade de investimento na gestão de pessoas. Embora a equipe de gestão tenha muitos objetivos a alcançar, vale ressaltar que, atualmente, sua atenção maior é para:
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A competência comunicativa de uma pessoa lhe permite adequar sua em função do seu ; isso consiste em demonstrar de saber o que falar e como falar, utilizando as regras da , com o estilo ou .
A opção que contém a sequência, na ordem e corretamente, é:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Ergonomia é o conjunto de regras e procedimentos que visam aos cuidados com a saúde do profissional, dentro e fora do seu ambiente de trabalho. Pode ser dividida em três áreas:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Com relação à tipologia textual, é correto afirmar que o tipo do texto em análise é predominantemente aquele:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Com base neste trecho “Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”, o termo sublinhado pode ser devidamente interpretado como:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
Segundo o texto em análise, Clarice, ao afirmar que não tinha sofisticação e que parecia que as pessoas a haviam mitificado, externa a sua vontade de ser:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
O adjetivo, no termo “sua grande amiga”, tem o seguinte significado:
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Que mistério tem Clarice?
Olhos oblíquos, sugerindo distância. Rosto anguloso, maçãs salientes: um belo rosto eslavo. É Clarice Lispector, num retrato assinado por De Chirico. Não há fragilidade em seu rosto: há força, profundidade. Uma certa arrogância de quem domina, mas também serenidade e solidez. Um rosto altivo.
- Sou uma mulher simples. Não tenho sofisticação. Parece que me mitificaram. Eu não quero ser particular.
No entanto, poucas pessoas foram tão particulares quanto ela. “Era uma mulher de grande liberdade. Uma mulher que viveu uma grande solidão. A solidão era a sua maneira de ser livre”, diz Olga Borelli, sua grande amiga. “Clarice tinha algumas coisas diferentes, que ela provocava, porque não aguentava a rotina. Acordava às três ou quatro horas da manhã, porque dormia cedo. Ia para cozinha, tomava café. Ia para sala, ficava fumando, pensando, com Ulisses, seu cachorrinho. Ouvia também a Rádio Relógio - uma emissora que só dá notícias e o tempo. A maior parte do tempo ela ficava quieta, pensando fumando. Ela se desvencilhava dos fatos o mais depressa que podia:
- Procuro viver rapidamente os fatos, porque a meditação profunda me espera!”
CAMPEDELLI, S. Y.; ABDALA JR., B. Literatura comentada – Clarice Lispector. 2. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 14.
No período simples “Não tenho sofisticação”, o verbo ter é classificado como:
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