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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais PedagógicosGestão Democrática
Os desafios enfrentados pelos diretores de escola são
muitos, tendo em vista a necessidade de trabalhar adequadamente, conforme a LDBEN, a gestão democrática
do ensino público a qual engloba a participação de todos
os envolvidos no processo educacional. Nesse sentido, de acordo com Vergara (2009), há de se destacar a
complexa relação interpessoal, mais especificamente a
gestão de pessoas ao trabalhar em equipe e como lidar
com interesses concorrentes, contradições e conflitos.
Em relação aos conflitos, percebe-se a necessidade do
diretor de escola saber mediá-los. Segundo Burbridge
(2012), são condições necessárias para o gestor atuar
como mediador: a neutralidade; o tempo e o local adequados para o encontro; e, ainda,
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- Autores da EducaçãoLibâneo
- PPP: Projeto Político-Pedagógico
- Temas Educacionais PedagógicosGestão Democrática
Gilda e Sueli são diretoras substitutas em um município
paulista e decidiram prestar o concurso para diretor de
escola em Garça, onde residem. Da bibliografia, procuraram explorar as contribuições sobre autonomia da
escola, verificando que, em Libâneo (2004), ela é o fundamento da concepção democrática participativa de gestão escolar, razão de ser do projeto pedagógico. Para ele,
também, autonomia de uma instituição significa ter poder
de decisão sobre seus objetivos e suas formas de organização. Sueli já havia estudado o artigo sobre a escola
cidadã de Gadotti e Romão (In: Gadotti e Romão, 2001) e
compreendeu que a luta pela autonomia da escola insere-se numa luta maior pela autonomia no seio da própria
sociedade. Portanto, é luta dentro do instituído, contra o
instituído, para instituir outra coisa. Assim, as duas diretoras puderam concluir que a eficácia dessa luta depende
muito
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Segundo Luck (2010), em todas as escolas, há um modo
de ser e de fazer que é determinado pela ação conjunta
de todos que dela participam. Esse modo constitui sua
cultura organizacional, sendo um fator importante na
determinação da qualidade do trabalho escolar. Desse
modo, identificar caminhos para o exercício da gestão
escolar demanda
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De acordo com Cortella (2011), o conhecimento é uma
construção cultural (portanto, social e histórica) e a
Escola (como veículo que o transporta) tem um comprometimento político de caráter conservador e inovador
que se expressa também no modo como esse mesmo
conhecimento é compreendido. Ao analisar a questão do
conhecimento no interior da Escola, como educador, ele
indaga: “qual o sentido social do que fazemos?” E, na
sequência, afirma que “a resposta a essa questão está
na dependência da compreensão política que tivermos
da finalidade de nosso trabalho pedagógico, isto é, da
concepção sobre a relação entre Sociedade e Escola que
adotarmos”. Cortella apresenta, então, três dessas concepções que, grosso modo, representam posturas predominantes em vários momentos de nossa Educação e
que, de alguma maneira, convivem simultaneamente (nas
escolas e, muitas vezes, em cada um de nós): “otimismo
ingênuo”, “pessimismo ingênuo” e “otimismo crítico”.
O autor endossa o “otimismo crítico”, argumentando que,
nessa concepção,
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194150
Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Mantoan (2006), entendendo o contexto atual como de
quebra de paradigmas, aponta possibilidades “emergindo das interfaces e das novas conexões que se formam
entre saberes outrora isolados e partidos e dos encontros da subjetividade humana com o cotidiano, o social,
o cultural”. Para além de garantir vagas para todos, com
deficiência, nas classes comuns do ensino regular, Mantoan argumenta que é preciso recriar o modelo educativo escolar, tendo como eixo o ensino para todos, “sem
exclusões e exceções”. Machado (2009) relata pesquisa
orientada por Mantoan e relacionada à experiência de
ressignificar a educação especial na perspectiva da inclusão, no município de Florianópolis. O trabalho teve dois
eixos de transformação simultâneos, a formação continuada de professores e a organização progressiva dos
serviços de atendimento educacional especializado. Machado afirma que “todo o itinerário dessa nova educação
especial teve por sustentação a perspectiva inclusiva e o
aparato legal dos instrumentos legislativos.” A esse respeito, conforme abordado por Mantoan e Machado, cabe
reconhecer que a Constituição Federal de 1988, em seu
art. 208, considerados seus incisos e parágrafos, garante
o acesso ao ensino obrigatório e gratuito, como direito
público subjetivo, com garantia de padrão de qualidade,
e assegurando, entre outros, o atendimento educacional
especializado, a pessoas com deficiência,
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No decorrer do século XX, o Brasil foi vivendo processos de urbanização articulados à diversificação
de sua economia, em relação estreita com o contexto
internacional, processos que foram demandando, mais
e mais, a educação escolar para pessoas comuns.
Libâneo, Oliveira e Toschi (2010) analisam a história
da estrutura e da organização do sistema de ensino no
Brasil, a qual “reflete as condições socioeconômicas
do país, mas revela, sobretudo, o panorama político de
determinados períodos históricos”. Os autores observam
que essa “análise pode ser feita com base em pares conceituais, díades que expressam tensões econômicas,
políticas, sociais e educacionais de cada período: centralização/descentralização; qualidade/quantidade; público
privado. Elas se articulam e cada qual ganha destaque
de acordo com o contexto político e os projetos sociais
mais amplos em disputa. Em relação à díade qualidade/
quantidade, no contexto atual, esses autores analisam
que, na reflexão e no debate sobre a educação elementar, os educadores têm caracterizado o termo qualidade
com os adjetivos social e cidadã – isto é, qualidade
social, qualidade cidadã para diferenciar o sentido que as
políticas dão ao termo. Para Libâneo, Oliveira e Toschi,
essa questão
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Vygotsky (1984) afirma que: “definir o brinquedo como
uma atividade que dá prazer à criança é incorreto por
duas razões. Primeiro, muitas atividades dão à criança
experiências de prazer muito mais intensas do que o
brinquedo, como, por exemplo, chupar chupeta, mesmo
que a criança não se sacie. E, segundo, existem jogos
nos quais a própria atividade não é agradável, como, por
exemplo, predominantemente no fim da idade pré-escolar, jogos que só dão prazer à criança se…
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Diogo, professor de escola pública em Garça, está
estudando o texto de Wolf e Carvalho (s.d.) sobre o
Regimento Escolar (RE) para prestar concurso de diretor
de escola, naquele município. Verificou, nesse artigo, ser
frequente que tanto profissionais da educação, quanto
pais e alunos, desconhecem o RE dos estabelecimentos
a que estão vinculados. Em geral, só recorrem a ele em
situações que envolvem indisciplina, embora a pesquisa de Wolf, citada pelas autoras, aponte que 60% dos
entrevistados manifestaram interesse em conhecer esse
documento da escola. Mediante considerações de Wolf e
Carvalho, Diogo concluiu que, conforme a legislação educacional vigente, o RE deve ser construído coletivamente
e para sanar os problemas aqui descritos, ele precisa
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Neus Sanmartí, na obra Avaliar para Aprender (2009),
pergunta: “as provas externas são um instrumento
útil para a melhoria do ensino e de seus resultados?
Então, afirma ele que, “responder a essa pergunta implica um debate completo” e acrescenta que a melhoria
dos resultados de um sistema educacional depende de
muitas variáveis, as quais explicita no texto. Dirce Nei
Teixeira de Freitas(2007) pesquisa a avaliação da educação básica no Brasil, contribuindo para a compreensão
de como emergiu, de 1930 a 1988, a “medida-avaliação”
na regulação dessa educação e de como, no período
1988-2002, é instituída a “medida-avaliação-informação”
como norma de uma nova regulação educacional. Analisando os desdobramentos do Sistema de Avaliação da
Educação Básica – SAEB, com o surgimento de sistemas também nos estados e municípios, apoiados tecnicamente pelo Inep, Freitas cita Locatelli que, à frente da
Diretoria de Avaliação desse Instituto Nacional, em 2000,
considerava o que deveria ser feito “caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação para melhorar a educação”.
Júlio, preparando-se para o concurso de diretor de escola, leu essas duas obras e alegrou-se em constatar que,
nas duas, aparecem entendimentos a respeito da relação
entre avaliação externa e melhoria da educação, os quais
são próximos e coerentes entre si, e confirmam hipótese
que ele, Júlio, tem sobre essa relação, entendimento
esse que consiste em reconhecer que, em tal relação,
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Os diretores de escola de um município do interior paulista realizaram estudos e debates sobre a indisciplina na
escola, apoiados em diversos artigos da obra organizada
por Julio Groppa Aquino (1996). Todos foram proveitosos,
mas o de autoria de Marlene Guirado: Poder indisciplina:
os surpreendentes rumos da relação de poder foi o que
provocou um maior número de questionamentos dos profissionais sobre suas próprias condutas diante dos casos
de indisciplina. Isso se deveu à concepção de poder que
a autora adota, com base na teoria de Foucault, na qual
“poder é relação de forças, isto é, uma dimensão constitutiva de qualquer relação social ou discursiva”. Essa
leitura evidenciou que o tema é complexo e exige novos
estudos. No entanto, os educadores participantes compreenderam que, segundo Guirado, para Foucault, ao
estigmatizar e reprimir, por meio de procedimentos institucionalmente legitimados e/ou legalmente previstos, o
poder
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