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Foram encontradas 60 questões.

194156 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Os desafios enfrentados pelos diretores de escola são muitos, tendo em vista a necessidade de trabalhar adequadamente, conforme a LDBEN, a gestão democrática do ensino público a qual engloba a participação de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse sentido, de acordo com Vergara (2009), há de se destacar a complexa relação interpessoal, mais especificamente a gestão de pessoas ao trabalhar em equipe e como lidar com interesses concorrentes, contradições e conflitos. Em relação aos conflitos, percebe-se a necessidade do diretor de escola saber mediá-los. Segundo Burbridge (2012), são condições necessárias para o gestor atuar como mediador: a neutralidade; o tempo e o local adequados para o encontro; e, ainda,
 

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194155 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Gilda e Sueli são diretoras substitutas em um município paulista e decidiram prestar o concurso para diretor de escola em Garça, onde residem. Da bibliografia, procuraram explorar as contribuições sobre autonomia da escola, verificando que, em Libâneo (2004), ela é o fundamento da concepção democrática participativa de gestão escolar, razão de ser do projeto pedagógico. Para ele, também, autonomia de uma instituição significa ter poder de decisão sobre seus objetivos e suas formas de organização. Sueli já havia estudado o artigo sobre a escola cidadã de Gadotti e Romão (In: Gadotti e Romão, 2001) e compreendeu que a luta pela autonomia da escola insere-se numa luta maior pela autonomia no seio da própria sociedade. Portanto, é luta dentro do instituído, contra o instituído, para instituir outra coisa. Assim, as duas diretoras puderam concluir que a eficácia dessa luta depende muito
 

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194154 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Segundo Luck (2010), em todas as escolas, há um modo de ser e de fazer que é determinado pela ação conjunta de todos que dela participam. Esse modo constitui sua cultura organizacional, sendo um fator importante na determinação da qualidade do trabalho escolar. Desse modo, identificar caminhos para o exercício da gestão escolar demanda
 

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194152 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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De acordo com Cortella (2011), o conhecimento é uma construção cultural (portanto, social e histórica) e a Escola (como veículo que o transporta) tem um comprometimento político de caráter conservador e inovador que se expressa também no modo como esse mesmo conhecimento é compreendido. Ao analisar a questão do conhecimento no interior da Escola, como educador, ele indaga: “qual o sentido social do que fazemos?” E, na sequência, afirma que “a resposta a essa questão está na dependência da compreensão política que tivermos da finalidade de nosso trabalho pedagógico, isto é, da concepção sobre a relação entre Sociedade e Escola que adotarmos”. Cortella apresenta, então, três dessas concepções que, grosso modo, representam posturas predominantes em vários momentos de nossa Educação e que, de alguma maneira, convivem simultaneamente (nas escolas e, muitas vezes, em cada um de nós): “otimismo ingênuo”, “pessimismo ingênuo” e “otimismo crítico”. O autor endossa o “otimismo crítico”, argumentando que, nessa concepção,
 

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194150 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Mantoan (2006), entendendo o contexto atual como de quebra de paradigmas, aponta possibilidades “emergindo das interfaces e das novas conexões que se formam entre saberes outrora isolados e partidos e dos encontros da subjetividade humana com o cotidiano, o social, o cultural”. Para além de garantir vagas para todos, com deficiência, nas classes comuns do ensino regular, Mantoan argumenta que é preciso recriar o modelo educativo escolar, tendo como eixo o ensino para todos, “sem exclusões e exceções”. Machado (2009) relata pesquisa orientada por Mantoan e relacionada à experiência de ressignificar a educação especial na perspectiva da inclusão, no município de Florianópolis. O trabalho teve dois eixos de transformação simultâneos, a formação continuada de professores e a organização progressiva dos serviços de atendimento educacional especializado. Machado afirma que “todo o itinerário dessa nova educação especial teve por sustentação a perspectiva inclusiva e o aparato legal dos instrumentos legislativos.” A esse respeito, conforme abordado por Mantoan e Machado, cabe reconhecer que a Constituição Federal de 1988, em seu art. 208, considerados seus incisos e parágrafos, garante o acesso ao ensino obrigatório e gratuito, como direito público subjetivo, com garantia de padrão de qualidade, e assegurando, entre outros, o atendimento educacional especializado, a pessoas com deficiência,
 

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194149 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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No decorrer do século XX, o Brasil foi vivendo processos de urbanização articulados à diversificação de sua economia, em relação estreita com o contexto internacional, processos que foram demandando, mais e mais, a educação escolar para pessoas comuns. Libâneo, Oliveira e Toschi (2010) analisam a história da estrutura e da organização do sistema de ensino no Brasil, a qual “reflete as condições socioeconômicas do país, mas revela, sobretudo, o panorama político de determinados períodos históricos”. Os autores observam que essa “análise pode ser feita com base em pares conceituais, díades que expressam tensões econômicas, políticas, sociais e educacionais de cada período: centralização/descentralização; qualidade/quantidade; público privado. Elas se articulam e cada qual ganha destaque de acordo com o contexto político e os projetos sociais mais amplos em disputa. Em relação à díade qualidade/ quantidade, no contexto atual, esses autores analisam que, na reflexão e no debate sobre a educação elementar, os educadores têm caracterizado o termo qualidade com os adjetivos social e cidadã – isto é, qualidade social, qualidade cidadã para diferenciar o sentido que as políticas dão ao termo. Para Libâneo, Oliveira e Toschi, essa questão
 

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194148 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Vygotsky (1984) afirma que: “definir o brinquedo como uma atividade que dá prazer à criança é incorreto por duas razões. Primeiro, muitas atividades dão à criança experiências de prazer muito mais intensas do que o brinquedo, como, por exemplo, chupar chupeta, mesmo que a criança não se sacie. E, segundo, existem jogos nos quais a própria atividade não é agradável, como, por exemplo, predominantemente no fim da idade pré-escolar, jogos que só dão prazer à criança se…
 

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194144 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Diogo, professor de escola pública em Garça, está estudando o texto de Wolf e Carvalho (s.d.) sobre o Regimento Escolar (RE) para prestar concurso de diretor de escola, naquele município. Verificou, nesse artigo, ser frequente que tanto profissionais da educação, quanto pais e alunos, desconhecem o RE dos estabelecimentos a que estão vinculados. Em geral, só recorrem a ele em situações que envolvem indisciplina, embora a pesquisa de Wolf, citada pelas autoras, aponte que 60% dos entrevistados manifestaram interesse em conhecer esse documento da escola. Mediante considerações de Wolf e Carvalho, Diogo concluiu que, conforme a legislação educacional vigente, o RE deve ser construído coletivamente e para sanar os problemas aqui descritos, ele precisa
 

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194140 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Neus Sanmartí, na obra Avaliar para Aprender (2009), pergunta: “as provas externas são um instrumento útil para a melhoria do ensino e de seus resultados? Então, afirma ele que, “responder a essa pergunta implica um debate completo” e acrescenta que a melhoria dos resultados de um sistema educacional depende de muitas variáveis, as quais explicita no texto. Dirce Nei Teixeira de Freitas(2007) pesquisa a avaliação da educação básica no Brasil, contribuindo para a compreensão de como emergiu, de 1930 a 1988, a “medida-avaliação” na regulação dessa educação e de como, no período 1988-2002, é instituída a “medida-avaliação-informação” como norma de uma nova regulação educacional. Analisando os desdobramentos do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB, com o surgimento de sistemas também nos estados e municípios, apoiados tecnicamente pelo Inep, Freitas cita Locatelli que, à frente da Diretoria de Avaliação desse Instituto Nacional, em 2000, considerava o que deveria ser feito “caso a intenção fosse mesmo usar a avaliação para melhorar a educação”. Júlio, preparando-se para o concurso de diretor de escola, leu essas duas obras e alegrou-se em constatar que, nas duas, aparecem entendimentos a respeito da relação entre avaliação externa e melhoria da educação, os quais são próximos e coerentes entre si, e confirmam hipótese que ele, Júlio, tem sobre essa relação, entendimento esse que consiste em reconhecer que, em tal relação,
 

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194139 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Garça-SP
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Os diretores de escola de um município do interior paulista realizaram estudos e debates sobre a indisciplina na escola, apoiados em diversos artigos da obra organizada por Julio Groppa Aquino (1996). Todos foram proveitosos, mas o de autoria de Marlene Guirado: Poder indisciplina: os surpreendentes rumos da relação de poder foi o que provocou um maior número de questionamentos dos profissionais sobre suas próprias condutas diante dos casos de indisciplina. Isso se deveu à concepção de poder que a autora adota, com base na teoria de Foucault, na qual “poder é relação de forças, isto é, uma dimensão constitutiva de qualquer relação social ou discursiva”. Essa leitura evidenciou que o tema é complexo e exige novos estudos. No entanto, os educadores participantes compreenderam que, segundo Guirado, para Foucault, ao estigmatizar e reprimir, por meio de procedimentos institucionalmente legitimados e/ou legalmente previstos, o poder
 

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