Foram encontradas 120 questões.
Para responder a questão, leia os quadrinhos em que aparecem o garoto Calvin e seu amigo, o tigre Haroldo.

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Leia o trecho da entrevista da professora Magda Soares à Pesquisa
Fapesp para responder a questão abaixo.
O sociólogo Pierre Bourdieu foi meu grande guru. Ele
mostrou como a linguagem é usada como instrumento de
poder na sociedade. Portanto, é importante dar às pessoas
esse instrumento. As camadas populares têm que lutar muito
contra a discriminação e a injustiça, e a linguagem é um instrumento
fundamental. Alfabetização e letramento têm esse
objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento
de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais.
Em relação à língua escrita, a criança tem que
aprender duas coisas. Uma é o sistema de representação,
que é o sistema alfabético. Esse é um processo que trabalha
determinadas operações cognitivas e tem que levar em conta
as características do sistema alfabético, é saber decodificar o
que está escrito, ou codificar o que deseja escrever. Mas isso
deve ser feito em contexto de letramento, com textos reais,
não com o clássico exemplo “Eva viu a uva”. Que Eva? Que
uva? Tradicionalmente a alfabetização se resumia a codificar
e decodificar, porque o foco era a criança aprender apenas
o código. Mas a questão é que a criança precisa aprender o
código sabendo para o que ele serve.
A escrita é uma tecnologia como outras. É importante
aprender a escrever, conhecer a relação fonema-letra, saber
que se escreve de cima para baixo, da esquerda para a direita,
aprender as convenções da escrita. Mas essa tecnologia,
como toda tecnologia, só tem sentido para ser usada: para
saber interpretar textos, fazer inferências, ler diferentes gêneros, o que significa outra coisa e exige outras habilidades e
competências. Aprender o sistema de escrita é alfabetização.
Aprender os usos sociais do sistema de escrita é letramento.
(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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Leia o trecho da entrevista da professora Magda Soares à Pesquisa
Fapesp para responder a questão abaixo.
O sociólogo Pierre Bourdieu foi meu grande guru. Ele
mostrou como a linguagem é usada como instrumento de
poder na sociedade. Portanto, é importante dar às pessoas
esse instrumento. As camadas populares têm que lutar muito
contra a discriminação e a injustiça, e a linguagem é um instrumento
fundamental. Alfabetização e letramento têm esse
objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento
de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais.
Em relação à língua escrita, a criança tem que
aprender duas coisas. Uma é o sistema de representação,
que é o sistema alfabético. Esse é um processo que trabalha
determinadas operações cognitivas e tem que levar em conta
as características do sistema alfabético, é saber decodificar o
que está escrito, ou codificar o que deseja escrever. Mas isso
deve ser feito em contexto de letramento, com textos reais,
não com o clássico exemplo “Eva viu a uva”. Que Eva? Que
uva? Tradicionalmente a alfabetização se resumia a codificar
e decodificar, porque o foco era a criança aprender apenas
o código. Mas a questão é que a criança precisa aprender o
código sabendo para o que ele serve.
A escrita é uma tecnologia como outras. É importante
aprender a escrever, conhecer a relação fonema-letra, saber
que se escreve de cima para baixo, da esquerda para a direita,
aprender as convenções da escrita. Mas essa tecnologia,
como toda tecnologia, só tem sentido para ser usada: para
saber interpretar textos, fazer inferências, ler diferentes gêneros, o que significa outra coisa e exige outras habilidades e
competências. Aprender o sistema de escrita é alfabetização.
Aprender os usos sociais do sistema de escrita é letramento.
(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
• A criança precisa aprender o código sabendo _______ que ele se destina. • Não basta que a criança obedeça_______ tecnologia da escrita: ela só tem sentido para ser usada. • Magda Soares refere-se ________ Pierre Bourdieu como seu grande guru.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Para responder a questão, leia os quadrinhos em que aparecem o garoto Calvin e seu amigo, o tigre Haroldo.

No primeiro quadrinho, Calvin expõe seu pensamento _____________; e, no segundo quadrinho, emprega a conjunção mas, estabelecendo relação de ___________ entre as ideias, como em: __________________ .
Para que essa afirmação esteja correta, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Para responder a questão, leia um
trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual
de Educação do Espírito Santo.
Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos
anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º
ao 5º
ano,
há uma melhoria mais acelerada, e do 6º
ao 9º, com menos
potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º
ao 9º
ano muita
coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola
não tem uma metodologia bem articulada para que todos os
conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças
hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas
de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas,
interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o
desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por
que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política
esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas
e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem
com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma,
escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos
alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto
de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno.
O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as
instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional.
Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para
definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no
passado, mas nos programarmos para atender a criança no
mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que
nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e
outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente?
É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes
de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga.
Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Ceará combate evasão
“Basta o aluno faltar uma vez que batemos na porta de
sua casa para ver o que está acontecendo.”
Essa é uma das receitas que Nova Olinda, no Ceará, tem
empregado para reduzir a evasão nas escolas e melhorar a
aprendizagem dos alunos, segundo Ana Célia Matos Peixoto,
secretária de Educação do município.
“Chegamos a tentar monitorar isso pelo telefone, mas
muitas vezes ouvíamos desculpas, como a de que o aluno
estava doente, e depois descobríamos que não era verdade”,
afirma.
Segundo ela, cada escola tem um coordenador que
verifica diariamente a presença dos alunos em todas as salas
logo no início das aulas.
Medidas como essa contribuíram para o salto de Nova
Olinda do 154º para o 3º
lugar no Ioeb (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira), entre 2015 e 2017.
(Folha de S.Paulo, 07.12.2017. Adaptado)
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Para responder a questão, leia um
trecho da entrevista com Haroldo Rocha, secretário estadual
de Educação do Espírito Santo.
Apesar dos bons resultados, o Estado avançou menos nos
anos finais do ensino fundamental. Quais as barreiras?
De fato, isso é um fenômeno nacional. Do 1º
ao 5º
ano,
há uma melhoria mais acelerada, e do 6º
ao 9º, com menos
potência.
Há dois fenômenos. Um é interno: do 6º
ao 9º
ano muita
coisa muda para a criança. Está passando para a adolescência e deixa de ter uma professora para ter dez. E a escola
não tem uma metodologia bem articulada para que todos os
conhecimentos ali passados façam sentido.
Há também uma questão externa. Adultos e crianças
hoje são muito afetados por tecnologia, redes sociais, trocas
de informação. O mundo está muito dispersivo, e a aprendizagem exige foco e concentração.
É um desafio adicional para a escola. Além do desenvolvimento acadêmico e cognitivo – ler, escrever, fazer contas,
interpretar história –, a escola terá que se preocupar com o
desenvolvimento de competências socioemocionais: metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe, ter foco, persistência, resiliência.
O governo capixaba coordenou pesquisa para descobrir por
que jovens de 14 a 29 anos deixaram a escola. Que política
esse diagnóstico inspirou?
Esses jovens foram alunos de nossas escolas públicas
e as abandonaram porque precisavam trabalhar, engravidaram, não gostavam de estudar ou achavam a escola chata.
O que mais temos discutido é como envolver o jovem
com a escola. Recentemente introduzimos o líder de turma,
escolhido pelos colegas para discutir soluções pela ótica dos
alunos.
Por que projetos-piloto nem sempre dão os mesmos resultados na sala de aula?
Falta de treinamento é um motivo. O professor é absolutamente estratégico. É fundamental capacitar de um ponto
de vista bem operacional como ele trabalha com o aluno.
O mundo mudou muito, as exigências são outras.
O trabalho do professor hoje é totalmente diferente, e as
instituições formadoras ainda trabalham de forma tradicional.
Fazemos pesquisa e estamos gastando muita energia para
definir a formação do professor do século 21.
Não nos cabe achar que hoje está pior ou melhor que no
passado, mas nos programarmos para atender a criança no
mundo de hoje, diverso, em que tudo é muito rápido, em que
nada se sustenta, com profissões que nem existem mais e
outras que a gente nem imagina.
Como motivar se falamos de coisas de antigamente?
É um desafio diferente. Os professores precisam ser capazes
de ler o mundo desses alunos.
(Ana Estela de Sousa Pinto e Érica Fraga.
Folha de S.Paulo, 09.12.2017. Adaptado)
Desenvolver competências socioemocionais significa empregar metodologia para que as crianças aprendam a administrar suas emoções, trabalhar em equipe e ser resilientes.
Sem que haja alteração de sentido, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
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Leia o trecho da entrevista da professora Magda Soares à Pesquisa
Fapesp para responder a questão abaixo.
O sociólogo Pierre Bourdieu foi meu grande guru. Ele
mostrou como a linguagem é usada como instrumento de
poder na sociedade. Portanto, é importante dar às pessoas
esse instrumento. As camadas populares têm que lutar muito
contra a discriminação e a injustiça, e a linguagem é um instrumento
fundamental. Alfabetização e letramento têm esse
objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento
de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais.
Em relação à língua escrita, a criança tem que
aprender duas coisas. Uma é o sistema de representação,
que é o sistema alfabético. Esse é um processo que trabalha
determinadas operações cognitivas e tem que levar em conta
as características do sistema alfabético, é saber decodificar o
que está escrito, ou codificar o que deseja escrever. Mas isso
deve ser feito em contexto de letramento, com textos reais,
não com o clássico exemplo “Eva viu a uva”. Que Eva? Que
uva? Tradicionalmente a alfabetização se resumia a codificar
e decodificar, porque o foco era a criança aprender apenas
o código. Mas a questão é que a criança precisa aprender o
código sabendo para o que ele serve.
A escrita é uma tecnologia como outras. É importante
aprender a escrever, conhecer a relação fonema-letra, saber
que se escreve de cima para baixo, da esquerda para a direita,
aprender as convenções da escrita. Mas essa tecnologia,
como toda tecnologia, só tem sentido para ser usada: para
saber interpretar textos, fazer inferências, ler diferentes gêneros, o que significa outra coisa e exige outras habilidades e
competências. Aprender o sistema de escrita é alfabetização.
Aprender os usos sociais do sistema de escrita é letramento.
(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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Leia o trecho da entrevista da professora Magda Soares à Pesquisa
Fapesp para responder a questão abaixo.
O sociólogo Pierre Bourdieu foi meu grande guru. Ele
mostrou como a linguagem é usada como instrumento de
poder na sociedade. Portanto, é importante dar às pessoas
esse instrumento. As camadas populares têm que lutar muito
contra a discriminação e a injustiça, e a linguagem é um instrumento
fundamental. Alfabetização e letramento têm esse
objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento
de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais.
Em relação à língua escrita, a criança tem que
aprender duas coisas. Uma é o sistema de representação,
que é o sistema alfabético. Esse é um processo que trabalha
determinadas operações cognitivas e tem que levar em conta
as características do sistema alfabético, é saber decodificar o
que está escrito, ou codificar o que deseja escrever. Mas isso
deve ser feito em contexto de letramento, com textos reais,
não com o clássico exemplo “Eva viu a uva”. Que Eva? Que
uva? Tradicionalmente a alfabetização se resumia a codificar
e decodificar, porque o foco era a criança aprender apenas
o código. Mas a questão é que a criança precisa aprender o
código sabendo para o que ele serve.
A escrita é uma tecnologia como outras. É importante
aprender a escrever, conhecer a relação fonema-letra, saber
que se escreve de cima para baixo, da esquerda para a direita,
aprender as convenções da escrita. Mas essa tecnologia,
como toda tecnologia, só tem sentido para ser usada: para
saber interpretar textos, fazer inferências, ler diferentes gêneros, o que significa outra coisa e exige outras habilidades e
competências. Aprender o sistema de escrita é alfabetização.
Aprender os usos sociais do sistema de escrita é letramento.
(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o trecho da entrevista da professora Magda Soares à Pesquisa
Fapesp para responder a questão abaixo.
O sociólogo Pierre Bourdieu foi meu grande guru. Ele
mostrou como a linguagem é usada como instrumento de
poder na sociedade. Portanto, é importante dar às pessoas
esse instrumento. As camadas populares têm que lutar muito
contra a discriminação e a injustiça, e a linguagem é um instrumento
fundamental. Alfabetização e letramento têm esse
objetivo: dar às pessoas o domínio da língua como instrumento
de inserção na sociedade e de luta por direitos fundamentais.
Em relação à língua escrita, a criança tem que
aprender duas coisas. Uma é o sistema de representação,
que é o sistema alfabético. Esse é um processo que trabalha
determinadas operações cognitivas e tem que levar em conta
as características do sistema alfabético, é saber decodificar o
que está escrito, ou codificar o que deseja escrever. Mas isso
deve ser feito em contexto de letramento, com textos reais,
não com o clássico exemplo “Eva viu a uva”. Que Eva? Que
uva? Tradicionalmente a alfabetização se resumia a codificar
e decodificar, porque o foco era a criança aprender apenas
o código. Mas a questão é que a criança precisa aprender o
código sabendo para o que ele serve.
A escrita é uma tecnologia como outras. É importante
aprender a escrever, conhecer a relação fonema-letra, saber
que se escreve de cima para baixo, da esquerda para a direita,
aprender as convenções da escrita. Mas essa tecnologia,
como toda tecnologia, só tem sentido para ser usada: para
saber interpretar textos, fazer inferências, ler diferentes gêneros, o que significa outra coisa e exige outras habilidades e
competências. Aprender o sistema de escrita é alfabetização.
Aprender os usos sociais do sistema de escrita é letramento.
(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
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