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Brandalise, musicoterapeuta brasileiro, define musicalidade clínica como sendo o perfil clínico-musical do musicoterapeuta. Esse perfil é composto por determinados fatores que vão se organizando ao longo da construção de sua identidade. Qual deles diz respeito à sensibilidade, à disponibilidade, à exploração e à maturidade clínica?
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A inserção do musicoterapeuta em equipes interdisciplinares tem acontecido em diferentes áreas de atuação profissional. Ao trabalhar nesse tipo de equipe,
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Quais habilidades imprescindíveis que um musicoterapeuta deve buscar para desenvolver um processo musicoterapêutico grupal, tendo em vista seus objetivos e o planejamento das sessões?
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Barcellos (2008) ressalta trabalhos clínicos de Musicoterapia em hospitais psiquiátricos que têm como resultado a gravação de CDs, com letras e músicas compostas pelos pacientes. Trata, portanto, da produção musical do paciente, quando ele pode ser visto como o “narrador musical de sua(s) história(s)”, através de sua “performance”. |
Acerca desse fenômeno, em musicoterapia, entende-se que
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Quando o musicoterapeuta realiza a instrução ou direcionamento dos pacientes sem indicar a obrigação de manter postura física alguma e favorecendo que esses pacientes possam se mover livremente e explorar o espaço, caso queiram (ex: “todos podem escolher instrumentos e se expressar, comunicar e relacionar”), esse musicoterapeuta está utilizando uma consigna:
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Benenzon, musicoterapeuta e psiquiatra argentino, apresenta diferentes classificações dos instrumentos sonoromusicais em seu livro La Nueva Musicoterapia. Quanto à classificação de acordo com o tipo analítico-projetivo, são exemplos de instrumentos hermafroditas:
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A Musicoterapia vem participando da implementação da Política Nacional de Humanização, em trabalhos realizados, principalmente, em settings hospitalares. Para Pimentel e Barbosa, “a proposta de acolhimento precisa estar pactuada entre todos os profissionais do dispositivo de saúde que desejam implantá-lo [...] o espaço da musicoterapia pode ser oferecido aos usuários, aos profissionais e à gestão do dispositivo em questão”. |
BRUSCIA, Kenneth E. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Com o objetivo de melhorar a escuta aos usuários, por meio da musicoterapia, os settings podem ser vivenciados em:
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O “Questionário de Canções Projetivas” (Projective Song Questionnaire), de Bruscia, foi descrito no livro “É Preciso Cantar”, publicado em 2001. A lista de canções solicitada no questionário ao cliente o remete a momentos da vida ou a pessoas significativas de sua trajetória, mas não inclui uma canção que:
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Uma das premissas básicas da Musicoterapia é que como as experiências musicais envolvem tantas facetas do ser humano, uma transformação musical que um cliente faz é provavelmente indicativa de uma transformação não musical de algum tipo. |
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Para Bruscia, os tipos de transformação são considerados como ações promotoras de saúde ou terapêuticas e podem derivar de uma orientação “patogênica” ou “salutogênica” ou “holárquica”. Quando a transformação em saúde ajuda o cliente a reconquistar capacidades perdidas, como resultado de determinada condição de saúde, é denominada de:
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Em musicoterapia há uma oportunidade única para o musicoterapeuta usar a sua contratransferência musical como um espelho e como uma chave para entender a dinâmica do inconsciente e do pré-consciente do cliente. |
SCHEIBY, Benedikte B. Transferência e Contratransferência Musical. In: BARCELLOS, Lia Rejane M. Transferência, Contratransferência e Resistência. Rio de Janeiro: Enelivros, 1999. p. 25-40.
Baseado nessa realidade apontada pela autora, considera- se que:
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