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A placenta percreta (com invasão de estruturas adjacentes ao útero) tem a etiologia ligada, principalmente,
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A estratificação de risco para câncer de próstata deve incluir todos os dados disponíveis pertinentes, os quais para a maioria dos pacientes incluirão PSA, estágio clínico, grupo de grau presente na biópsia, número de fragmentos envolvidos, envolvimento máximo em cada fragmento, densidade do PSA e imagem radiológica. Segue-se abaixo a estratificação de risco para câncer de próstata localizado de acordo com as orientações do Guideline da American Urological Association.
- Muito baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a E < 34 % de fragmentos de biópsia positivos E nenhum fragmento com > 50% envolvido, e densidade de PSA < 0,15 ng/mL/cc.
- Baixo risco: PSA < 10 ng/mL E Grupo de Grau 1 E estágio clínico T1-T2a.
- Risco intermediário PSA 10-< 20 mL ou Grupos 2-3 ou estágio T2b-c • Favorável: Grupo de Grau 1 (com PSA 10- 20) ou Grupo de Grau 2 (com PSA < 10).
- Desfavorável: Grupo de Grau 2 (com PSA 10-20 ou estágio clínico T2b-c) ou Grupo de Grau 3 (com PSA < 20).
- Alto risco PSA ≥20ng/mL ou Grupo de Grau 4-5 ou estágio clínico ≥T3 (Estágio clínico T3 é considerado localmente avançado e, portanto, fora do escopo desse consenso).
Usando os critérios de estratificação enumerados com referência, recomenda-se que, na condução do câncer de próstata,
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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 28 anos, procura atendimento com queixa de sangramento de pequena quantidade, há dez dias, com início logo depois do final da última menstruação, associado a dores hipogástricas. Informa que há cerca de três anos está em uso de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre, apresentando menstruações cíclicas, com aumento da quantidade e duração. Nega febre e sintomas gerais. Ao exame ginecológico, observa-se sangramento discreto, de origem uterina, colo fechado, útero com volume normal com dor ao toque combinado e mobilização do colo.
A dosagem do B-hCG é negativa e a ultrassonografia apresenta útero e ovários normais, com pequena quantidade de líquido de fundo de saco posterior, caracterizando-se, assim, a
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De acordo com as recomendações baseadas em evidências científicas, a suplementação periconcepcional de ácido fólico, na prevenção dos defeitos de fechamento do tubo neural, na dosagem de 4 mg/dia, está indicada para
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Ejaculação precoce (EP) é um dos mais comuns transtornos sexuais masculinos, entretanto não se tem uma definição universalmente aceita para esse transtorno. O Guideline da American Urological Association (2017) definiu EP da seguinte forma: ejaculação que ocorre antes do desejado, antes ou um pouco depois da penetração. Apesar da exata etiologia da EP não ser conhecida, o tratamento passa por uma abordagem psicológica, comportamental e farmacológica, destacando-se neste último caso o uso de inibidores da recaptação de serotonina (IRSs). Na condução dos portadores de EP com IRSs seletivos ou não seletivos
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As opções de tratamento disponíveis e os conhecidos benefícios e riscos/complicações associados a cada modalidade de terapia devem ser esclarecidas aos pacientes com doença de Peyronie (DP). Para o tratamento de DP recomenda-se:
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Os médicos devem desenvolver um processo diagnóstico que documente os sinais e sintomas que caracterizam a bexiga hiperativa (BH) e que excluam outras condições que possam mimetizar as queixas apresentadas. Nesse processo, os requisitos mínimos são uma história clínica detalhada, o exame físico e o exame de urina. Em alguns indivíduos, procedimentos complementares podem ser necessários. No tratamento de pacientes com BH
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Estenose de uretra é uma fibrose crônica com estreitamento do lúmen uretral causada por lesão aguda, condições inflamatórias e intervenções iatrogênicas, incluindo instrumentação uretral ou cirurgia e tratamento do câncer de próstata. Os sintomas da estenose de uretra não são específicos e podem se sobrepor com outras condições comuns, como os sintomas do trato urinário inferior (LUTS) e as infecções do trato urinário (ITU), confundindo o diagnóstico adequado. Neste sentido, para o tratamento de estenose de uretra recomenda-se que
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A infertilidade masculina pode ocorrer devido a uma variedade de condições. Algumas dessas condições são identificáveis e especificamente tratáveis ou reversíveis, tais como a obstrução ductal e o hipogonadismo hipogonadotrófico. Já outras condições são identificáveis, porém não reversíveis, como a atrofia testicular bilateral secundária à orquite viral. Nos pacientes com azoospermia obstrutiva, as opções de tratamento incluem cirurgias (reconstrução microcirúrgica do trato reprodutivo e ressecção transuretral dos ductos ejaculatórios) e técnicas de recuperação de esperma e fertilização in vitro/injeção intracitoplasmática de esperma (FIV/ICSI). No manejo da azoospermia obstrutiva há evidências de que
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A síndrome da bexiga dolorosa/cistite intersticial é uma condição potencialmente devastadora que afeta não apenas o aspecto físico dos acometidos, mas também sua qualidade de vida e aspectos psicossociais. Os pacientes portadores desta condição apresentam dor, frequência urinária e é importante que o tratamento diminua esses sintomas e melhore sua qualidade de vida sem aumentar os eventos adversos ou seu sofrimento. A melhor opção para determinado paciente é definida pelo médico e pelo próprio indivíduo. Na síndrome da bexiga dolorosa/cistite intersticial,
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