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Pacientes em acompanhamento para massas renais tratadas ou em vigilância devem ser submetidos a uma história clínica e um exame físico direcionados para detecção de sinais e sintomas de recorrência local ou metástases, além de serem submetidos a testes básicos de laboratório, incluindo excretas nitrogenadas (ureia/creatinina), análise de urina e taxa de filtração glomerular estimada (eTFG). Outros exames laboratoriais, como hemograma completo, lactato desidrogenase (LDH), testes de função hepática, fosfatase alcalina e níveis de cálcio devem ser solicitados a critério do clínico. Nesse sentido, as massas renais em vigilância devem ser
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A criptorquidia, ou testículo não descido (TND), é um dos distúrbios pediátricos mais comuns das glândulas endócrinas masculinas e o transtorno genital mais comumente identificado ao nascimento. No tratamento de criptorquidia,
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Para pacientes com diagnóstico recente de CBMI não metastático e que desejam manter sua bexiga, e para aqueles com comorbidades significativas em que a cistectomia radical não é uma opção de tratamento, pode ser oferecida a terapia de preservação da bexiga, quando clinicamente apropriado. Em pacientes candidatos à terapia com preservação da bexiga devem ser realizadas máxima redução tumoral por RTU e avaliação de doença multifocal/carcinoma in situ. Nos tratamentos com preservação vesical dos pacientes com CBMI é apropriado que,
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Apesar de representar aproximadamente 25% dos pacientes diagnosticados com câncer de bexiga, o câncer de bexiga músculo-invasivo (CBMI) implica risco significativo de morte, o qual não tem mudado consideravelmente em décadas. Cada vez mais, médicos e pacientes reconhecem a importância de um esforço multidisciplinar no sentido de melhorar a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes. Antes de considerar o tratamento, uma história minuciosa e um exame físico completo devem ser realizados, incluindo um exame sob anestesia no ato da ressecção transuretral do tumor da bexiga (RTUB), quando há uma suspeita de câncer invasivo. No caso de pacientes com CBMI deve-se
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O paciente com hiperplasia prostática benigna (HPB) pode ser eleito para o tratamento cirúrgico como tratamento inicial, se apresentar sintomatologia significativa. Indivíduos com antecedentes de complicações relacionadas à HPB são melhor tratados cirurgicamente. As opções cirúrgicas (aberto ou endoscópico) e fonte de energia (eletrocautério versus laser, monopolar versus bipolar) são decisões técnicas baseadas no tamanho prostático, julgamento individual do cirurgião e comorbidades do paciente. No manejo cirúrgico dos pacientes portadores de HPB,
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A hiperplasia prostática benigna (HPB) pode estar associada a sintomas significativos do trato urinário inferior (LUTS), tendo impacto na qualidade de vida, nas atividades diárias e no padrão de sono. Como o impacto dos sintomas na qualidade de vida de um indivíduo é altamente variável e não está diretamente relacionada a nenhum fator psicológico mensurável, a percepção individual da severidade dos sintomas e o seu grau de interferência nas atividades diárias deve nortear seu manejo. O objetivo da avaliação dos pacientes com queixas de LUTS é estabelecer se os sintomas referidos estão realmente associados à HPB. Na avaliação destes pacientes deve-se incluir:
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Microhematúria assintomática (MHA) é definida como três ou mais glóbulos vermelhos (RBC) por campo de alta potência (HPF) em uma amostra urinária devidamente coletada na ausência de uma causa benigna óbvia. A avaliação do paciente com MHA deve incluir uma história cuidadosa, exame físico e exame laboratorial para descartar causas benignas de MHA, como infecção, menstruação, exercícios vigorosos, doença renal, doenças virais, trauma ou procedimentos urológicos recentes. No manejo dos pacientes com MHA
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A profilaxia antimicrobiana cirúrgica consiste na administração sistêmica de um antibiótico antes do procedimento para reduzir o risco de infecção local e sistêmica. O benefício potencial da profilaxia antibiótica cirúrgica baseia-se em fatores relacionados ao paciente (capacidade do hospedeiro para responder à invasão bacteriana), fatores relacionados ao procedimento (probabilidade de invasão bacteriana no sítio cirúrgico) e a potencial morbidade da infecção. A profilaxia antimicrobiana em cirurgias urológicas
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A cirurgia para veias varicosas é acompanhada por uma certa tendência de recidiva subsequente. Nesse sentido, o cirurgião vascular deve, para proporcionar melhores resultados a longo prazo, realizar ligadura proximal da veia safena magna
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O teste de escolha para diagnosticar linfedema é o seguinte:
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